“Gibis?”, por Brian K. Vaughan

Henrietta: “Xi, eu conheço essa cara. Por mais que eu odeie pisar nos seus sonhos, devo lembrar que nosso orçamento atual consiste em meio maço de cigarro e nessas roupas horrendas que a gente carrega no lombo”.

Cayce: “Também temos meus roteiros e a sua arte. Do que mais precisamos?”

 Henrietta: “Hã, conhecimento sobre essa mídia? Papel também ajudaria, sabe?”

 Cayce: “São só palavra e imagens, Henrietta. Esse formato tem todas as vantagens do cinema e nenhum dos empecilhos. É o jeito mais barato de passar nossa perspectiva, sem filtros, e ao maior número possível de pessoas”.

 Henrietta: “Perpectiva de quê, exatamente? A mulherada só quer ler romancezinhos bregas que as façam lembrar como as coisas eram mais tranquilas”.

 Cayce: “Ah, para, é imbecilidade achar que todas as mulheres querem a mesma coisa. Você está certa no sentido de que nem tudo que a gente faz precisa ter um propósito social, mas também não quer dizer que precisa ser essa anestesia babaca. Nós podemos criar algo novo, algo que desafie nosso público ao mesmo tempo que sirva de escapismo”.

Y: The Last Man #54, no Brasil, Y: O Último Homem Vol.9 – Pátria-Mãe.

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