Mês: janeiro 2013

5 Prós e 5 Contras dos X-Men

Os X-Men irão completar 50 anos este ano, mais precisamente em setembro. Foi em 1963 que Stan Lee e Jack Kirby criaram “os mais estranhos heróis de todos”, os mutantes, os filhos do átomo. 2013 também será o ano em que a Panini Comics ultrapassará a numeração de 141 títulos com o nome dos X-Men estampados na capa da revista mensal homônima. O recorde anterior era da Editora Abril. Este ano Wolverine Imortal chega aos cinemas, adaptando a célebre minissérie de Logan no Japão, escrita por Chris Claremont e desenhada por Frank Miller. Em julho de 2014, a 20th Century Fox lançará o novo filme da franquia mutante X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, um encontro entre duas gerações e períodos de tempo diferentes nas telas do cinema. Mas o que faz dos X-Men tão únicos para as pessoas amá-los e odiá-los? 5 Razões para gostar dos X-Men Diversidade. Os X-Men são lembrados como uma das equipes com maior número de personagens mulheres, mas não se resume apenas às personagens. Eles também angariaram um grande …

Final e Finalidade

2012 foi o ano em que os brasileiros se despediram de duas das séries mais elogiadas de Brian K. Vaughan: Ex Machina e Y: O Último Homem. A primeira envolvia um super-herói eleito prefeito por ter impedido a queda da segunda torre do Empire State Buiding no onze de setembro. A segunda mostrava um futuro apocalíptico onde quase todos os homens do mundo haviam sido erradicados, a não ser por um deles, vivendo em um mundo dominado pelas mulheres. Diversas vezes Brian K. Vaughan falou se identificar com os protagonistas de suas séries, Mitchel Hundred e Yorick Brown, dizendo que havia imbuído os dois com características suas. Mestre em caracterizações e em diálogos, Vaughan, apostou alto em suas séries abordando política e questões de gênero numa indústria saturada de quadrinhos sobre super-heróis. Poderia ter sido um fracasso, mas o roteirista soube manter o interesse e a polêmica girando sobre suas séries. Abordou temas controversos em Ex Machina: racismo, casamento homossexual, legalização da maconha, liberdade religiosa e aborto, apenas pra citar alguns. Em Y: O Último …

Minha primeira raridade

Não me lembro exatamente qual foi o ano, mas o certo é que não tínhamos muito contato com os heróis da DC Comics ainda quando achamos na casa da minha avó materna uma edição de Quadrinhos em Formatinho (2ª Série) # 25, que estrelava a Mulher-Maravilha. A revista provavelmente pertencera à minha tia e datava de 1979, portanto, 5 anos antes de eu nascer. Achamos incrível encontrar aquela revista lá. Além dela, encontramos uma agenda temática do Mauricio de Sousa, que provavelmente era da mesma época, com várias tiras da Turma da Mônica e uns personagens que eu nunca havia ouvido falar: Os Sousa. Hoje eles são republicados em edições de bolso pela L&PM. Mas voltando à revista da Mulher-Maravilha que havíamos achado, ela parecia um pouco maior do que os gibis que costumávamos ler e também era mais fininha. Era de uma editora que nunca havíamos ouvido falar, a Editora Brasil-América, ou EBAL, como dizia o selo na capa. As letras dentro dos balões das histórias não eram feitas à mão como nos gibis …

Meu primeiro sebo de quadrinhos

Após termos sido completamente fisgados pelo mundo dos gibis com continuidade – o que acontecia numa história repercutia na história segunte – e com todo um novo universo de personagens, começamos a comprar X-Men com regularidade. Bem a tempo da avalanche de revistas mutantes que a Abril havia programado para o ano de 1996, a fim de adiantar as revistas dos X-Men. Por isso, em todas as revistas mutantes da Abril vinha o famoso “Checklist Mutante” com todos os especiais e minisséries. Com tanta coisa acontecendo, nossa mesada não daria para comprar todas aquelas revistas programadas, mas meu pai tinha um amigo que trabalhava na distribuidora de revistas da cidade e conseguia as revistas para nós depois que iam para o encalhe. Então conseguimos acompanhar tudo – menos a minissérie Cable: Sangue e Metal, porque não gostávamos do Cable. Em janeiro desse mesmo ano saía a minissérie Guerra Infinita, em que o lado negro de Adam Warlock, Magus, vinha para a Terra e criava versões distorcidas de todos o heróis da Marvel, as contrapartes malignas. …

As 20 Melhores HQs que li em 2012

Bom, a proposta é mesmo essa aí. Listar as 20 melhores histórias em quadrinhos que eu li em 2012, na minha humilde e particular opinião. Não constam só HQs que foram lançadas em 2012, mas aquelas que tive acesso neste ano que passou. Em 2008 fiz uma coisa parecida, mas escolhi somente 10. Neste ano como tive mais de 120 leituras entre livros de ficção, não-ficção, graphic novels e encadernados, sem contar gibis mensais e minisséries resolvi colocar mais. E não pense que foi um ano improdutivo por causa das muitas leituras. Trabalhei muito este ano, fiz cursos, escrevi pra valer, lancei um livro e houveram prêmios. Claro que houveram maus momentos, como a doença e morte da minha avó, mas no saldo geral foi um ano bem produtivo. Um dos mais. Mas vamos ao que importa: a lista. Ela não segue nenhuma ordem de importância, apenas alfabética. A Chegada, Shaun Tan Uma HQ sem palavras pode dizer muita coisa? A Chegada é uma prova disso e além: cria um universo totalmente diferente, mas não …