Frequência Global Vol. 1, de Warren Ellis e Vários Artistas (Citações)

Frequência Global - Vol. 1, de Warren Ellis e Vários Artistas.
Frequência Global – Vol. 1, de Warren Ellis e Vários Artistas.

Por que parar de ler V de Vingança e começar a ler Frequência Global? Para começar, Frequência Global trata das smart mobs, mobilização de um grupo de pessoas ao redor do mundo em prol de um objetivo comum. Muito parecido com o esforço das ONGs, porém espalhada pelo globo, a Frequência Global é uma organização que salva o mundo. Claro que a história tem um viés super-heróico, como naquela em que uma praticante de le parkour percorre a cidade de Londres para livrá-la de uma bomba viral. Também tem muito de ficção científicas e de sociedades secretas. Miranda Zero é a comandante da organização e Aleph, uma espécie de oráculo, é quem contata seus mais de mil agentes ao redor do planeta. Esse esforço conjunto em favor do salvamento, reconstrução, preservação do globo é a mensagem que a HQ passa. Aqui, volto a dizer, Warren Ellis faz um ótimo trabalho, se redime comigo por Transmetropolitan, contando histórias curtas e fechadas, com um muito de fantasioso, porém aplicável aos nossos dias. Para comprovar isso, seguem algumas citações do primeiro (de dois) volumes da série publicada pela Wildstorm e, no Brasil, pela Panini Comics:

 

“Eu era do grupo de armas não-letais do Pentágono. Acontece que a maioria delas no fim é um tanto letal, e a atual premissa de projeto é para uso em civis em caso de tumulto. Meu pai estudava na Kent em 1970, quando a guarda nacional atirou nos manifestantes… para matar”.

“Estamos aqui porque sabemos o que é sofrer abuso por oficiais em comando e fazer coisas erradas à força”.

“Tá, olha só, um meme é uma ideia que atua como um vírus. E vírus são seres vivos. Vida alienígena não é necessariamente feita de homenzinhos verdes tarados”.

“Vocês, tecnófilos ingênuos, pensam que internet é tudo e que todo mundo leu”.

“Como resgatar aquelas pessoas da própria mente?”.

“Ora, qual a mecânica de um exorcismo? È só um código que permite à personalidade principal se reafirmar”.

“Poderia deflagar uma alucinação tão irracional e coletiva? Bom, de repente… Uma combinação de angústia religiosa com um efeito visual fortuito de fumaça, vapor e fogo…”

“O planeta todo é uma bomba não detonada. É por isso que estamos aqui”.

 

Colaboram com a arte e as capas os ilustradores Garry Leach, Glenn Fabry, Steve Dillon, Roy A. Martinez, Jon J Muth, David Lloyd (de V de Vingança), Brain Wood e David Baron. Volto outra hora, assim que conseguir o volume 2.

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