Mês: setembro 2016

Melhores e Piores Leituras de Setembro de 2016

Uhlala! Tivemos uma lista longa nesse mês de Setembro em que a flora floresce e a fauna acasala. Muitas coisas boas, mas muitas coisas ruins também. A Coleção Marvel de Graphic Novels da Salvat em sua versão Clássicos tem feito cadeira cativa aqui na nossa sessão mensal. Muita coisa foi resenhada com mais cuidado, mas aqui vão algumas minirresenhas da nossa seleção!

“Estão Faltando Vilões”, por Luis Fernando Veríssimo

Com tantos filmes de super-herói contra super-herói, como Batman v Superman e Capitão América: Guerra Civil, e filmes de vilões que se passam por heróis, como Esquadrão Suicida, levaram o escritor gaúcho a essa conclusão. Vamos destacar partes de sua coluna e comentar com nosso lastro nerd.

A Saga do Clone, do Homem-Aranha, Era MESMO Tão Ruim?

É quase unânime, se não for mesmo, que a Saga do Clone é um exemplo de tudo de ruim que houve haveu nos quadrinhos nos anos 90. Obviamente não é o único exemplo, mas, possivelmente é o que é mais utilizado para descrever esse momento dos quadrinhos americanos. Mas é mesmo assim tão ruim? Na verdade, vou além: a premissa e a história da saga do clone é realmente ruim?

A Melhor HQ de Mark Millar: O Legado de Júpiter, de Mark Millar e Frank Quitely

Imagine que os super-heróis, no meio de um caos econômico e político mundial, decidem tomar as rédeas do planeta para si. E isso acontece no meio de um conflito de gerações super-heróico. Esse é o mote para O Legado de Júpiter, a última HQ de Mark Millar lançada no Brasil e a que eu considero a melhor de todas até agora. A seguir, conto mais sobre ela!

Desenhistas Que (Quase) Todo Mundo Adora Odiar

Bem, nós sabemos que nem tudo é consenso nesse mundo, mas tem alguns desenhistas de quadrinhos de super-heróis que caíram nas graças (ou desgraças?) de um monte de gente como sendo desenhistas MUITO ruins. Fizemos, assim, uma lista gente que, apesar de terrível, já teve seu lugar no mercado e, certamente no coração de alguma boa parcela de compradores de quadrinhos. Vamos à nossa breve lista!

10 Quadrinhos Noir de Super-Heróis dos Anos 2000

Os anos 2000 consolidaram um estilo de quadrinhos de super-heróis: os quadrinhos noir. eram roteiros mais densos, escritos de uma forma policial e investigativa. Também a estética deles era diferente das outras: uma atmosfera mais carregada, um chiaroscuro bem utilizado, pesado nas sombras. Muitas dessas séries de quadrinhos marcaram época e fizeram escola. Aqui, destacamos algumas HQs noir de super-heróis dos anos 2000.

Como Foi a Bienal de Quadrinhos de Curitiba?

Para começar, esqueça os super-heróis. Na Bienal de Quadrinhos de Curitiba o enfoque são nos Quadrinhos com Q maiúsculo. Por se tratar de um evento gratuito, o público também é diferenciado, mais interessado, mais antenado. O que marcou o evento foi a diversidade e a pluralidade, um fator essencial em algo voltado para o interesse público.

A Trilha da Mulher-Gato, de Darwyn Cooke, Ed Brubaker e Brad Rader

A Mulher-Gato é a fantasia mais procurada entre 7 de 10 mulheres. Ela, talvez, seja a vilã reformada mais popular dos quadrinhos. Nesse encadernado, seus autores tentam aproximar a personagem de uma defensora dos fracos e rejeitados da sociedade, como as prostitutas. O resultado é um quadrinho altamente noir, com uma colorização que dá esse clima. Para saber mais, me acompanhe!

Doutor Estranho: Uma Terra Sem Nome, Um Tempo Sem Fim, de Stan Lee e Steve Ditko

Uma das mais memoráveis sagas do Doutor Estranho, pelas mãos dos seus criadores, Stan Lee e Steve Ditko, saiu no voilume III da coleção de Clássico da Coleção Oficial de Graphic Novels da Marvel, pela Savat. Um dos grandes méritos da HQ é nos fazer viajar, pelo mundo e entre realidades, dando uma incrível sensação de maravilhamento.

Os 10 Maiores GOLPISTAS dos Comics

Opa, parece que a pauta da semana é Golpe. Nem imagino porquê. Mas dizem que o Conde Drácula que suga sangue novo e se esconde atrás da capa assumiu o governo numa certa republiqueta de bananas. Então vamos aproveitar o ensejo e mostrar pra vocês outros vilões dos quadrinhos que subiram ao poder através de um golpe de estado. Nada a Temer, caros mergulhadores!

Por Que a Ficção Nos Comove Mais Que a Realidade?

Muitas vezes a gente chora vendo o filme de uma mãe procurando a filha, mas ao ver uma mãe gritando pela filha na rua, o mesmo não acontece. Também nos preocupamos com o que vai acontecer com a Katniss, de Jogos Vorazes, se ela vai conseguir alimentar seu distrito, mas ao ver os refugiados africanos e da Síria morrendo em meio a uma travessia do Mediterrâneo, as lágrimas não sobem aos nossos olhos com a mesma facilidade. Mas por que isso acontece? É o poder da ficção de nos envolver e nos fazer identificar com o personagem que ele se torna parte da gente.