Quando os Personagens Escapam das Intenções dos Seus Criadores

Hoje vamos falar sobre um assunto capcioso, mas que está fora do alcance dos leitores, dos produtores e das editoras de quadrinhos. É o fato de como os personagens acabam moldados no conhecimento popular, ou daquilo que se estabeleceu como memória coletiva. Muitas vezes os personagens escapam daquilo que os seus criadores intencionavam para eles, mesmo na maioria dos casos esta intenção aparecer bem clara para os leitores. Seria um problema de falta de interpretação? De interpretação errada? Ou seria de interpretar coisas a mais do que o texto e as imagens informam? Vamos discutir os casos de Rorschach, Coringa, Justiceiro, Lobo, Juiz Dredd e, claro, do Capitão Nascimento.

O estudioso italiano Umberto Eco gostava de acreditar que existiria um leitor modelo para as publicações mas, ao pesquisar esse tipo de leitura, acabou percebendo que estava enganado. O leitor modelo não existe. Ele entendeu que de uma obra sempre podem ser retirados três sentidos: o do autor, o do leitor e o da própria obra em si. Ou seja, não existe uma interpretação “correta” de uma publicação, a não ser, claro, aquelas restritas pela linguagem e pelo meio que ela utiliza. O que se pode dizer, na verdade, é que se existe um “leitor-modelo” essa é uma identidade parcial do público-alvo para o qual os produtores de uma obra miram quando as produzem. Mas, muitas vezes o tiro pode sair pela culatra.

Leia um post que fala sobre o leitor modelo das histórias em quadrinhos.

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Então encontramos o temos que o mesmo Umberto Eco chamou “personagens flutuantes”. Essas criaturas da ficção acabam ganhando um espaço tão grande no imaginário popular, que acabam moldados por ele e tomando vida própria. Esse personagem se torna cada vez mais flutuante conforme mais potencializado for a sua venda, assim, ele se tornará presente em muito mais mentes do que se ele existisse em uma obra singular. Por isso, os processos de remediação e transmídia ajudam a inflar essa característica, já que apresentam o personagem a públicos que não estão acostumados a vê-lo na sua apresentação original e intencional do autor. Eco diz o seguinte:

“Muitos personagens de ficção ‘vivem’ fora da partitura que lhes deu existência, e se mudam para uma zona do universo que achamos muito difícil delimitar. Alguns até mesmo migram de texto para texto, porque a imaginação coletiva, ao longo dos séculos, fez um investimento emocional nele, e os transformou em indivíduos ‘flutuantes’. Muitos vêm de obras de artes ou mitos, mas certamente não todos. Assim, nossa comunidade de entidades flutuantes inclui Hamlet, Robin Hood, Heathcliff, Milady, Leopold Bloom e o Superman”. (ECO, Umberto, 2013, p.87).

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O Coringa é um belo exemplo de personagem flutuante. Ele já foi apresentado em tantas versões, em tantos tipos de suporte, ele está na memória coletiva da sociedade de uma forma que nenhum outro vilão dos quadrinhos está. E, por isso, muitas vezes ele se torna uma espécie de herói. Afinal, existem pessoas que compram produtos do Coringa mesmo ele tendo matado Jason Todd e estuprado Barbara Gordon. É um paradoxo, pois muitas vezes pessoas que defende os direitos humanos acham o Coringa o máximo. Mesmo ele sendo vilão. Essa é uma das consequências da superexposição do personagem. Além disso, versões do Coringa apresentados em obras como Batman: O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan e Batman: O Cavaleiro Branco, de Sean G. Murphy, apresentam uma aproximação do Coringa com o lado da luz e ajudam a perpetuar o mito – veja bem, uma inverdade – de que ele é um exemplo.

Para saber mais sobre personagens flutuantes e por que a ficção nos comove mais que a realidade, leia o texto neste link.

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Já personagens como Lobo e Juiz Dredd são um exemplo de falta de contexto e de identidade cultural migrante, o que causa uma superinterpretação. Peralá que eu explico. Os dois personagens têm os mesmos criadores: Alan Grant, Pat Mills, John Wagner, a turma da 2000 a.D.. Eles são ingleses acostumados com um humor menos direto, mais irônico e sardônico. O Juiz Dredd nem sempre é o protagonista de suas histórias. Mas quando o personagem migrou para os Estados Unidos e foi feito um filme com Sylvester Stallone, ele se tornou o herói protagonista. Suas histórias perderam a ironia e o sarcasmo que era uma crítica ao excesso de lei e ao totalitarismo e passaram a ser um elogio à eles.

O mesmo aconteceu com o Lobo, criado por Alan Grant e Keith Giffen. Suas histórias são irônicas, o Lobo é um alienígena violento que usa um gancho para matar seus oponentes, mas ao mesmo tempo é uma amante e defensor dos golfinhos espaciais. Lobo é uma crítica à hiper violência. Se ele fosse apresentado para o público inglês talvez ele funcionasse melhor, mas ele faz parte de uma editora americana, a DC Comics. Os estadunidenses (e a maioria dos brasileiros) não entenderam o propósito do personagem e passaram a venerá-lo por seus atos violentos e não pela ironia e pelo paradoxo que ele representa.

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Os casos de Lobo e Juiz Dredd no solo dos Estados Unidos é um caso de subinterpretação. Umberto Eco dizia que os leitores (que, infelizmente acabavam não sendo os seus leitores-modelo), encontravam significados em seu texto que não estavam lá, ou, pelo menos não na sua intencionalidade. Ele compreendeu que a interpretação, ou ainda, a compreensão de um texto não está apenas nas mãos do autor. O texto pode ser compreendido através do sentido do autor, do sentido do leitor e do sentido da obra em si. Aquilo que excede estas três instâncias, Eco chamou de superinterpretação.

Leia um texto que fala sobre a evolução do visual do Lobo.

É irônico que os semioticistas dos anos 70, Eco incluso, estavam preocupados com compreensão e supercompreensão de textos quando, hoje, estamos vivendo a plena era da subcompreensão de textos em que as inúmeras gerações de preguiçosos “só a cabecinha” adoram criticar qualquer enunciado, sem buscar um contexto. Ou ainda sequer buscar textos próximos que auxiliem numa tradução/decodificação mais “correta” das intenções do autor e da obra, uma vez que a instância do leitor já vem comprometida com preconceitos que ele próprio se recusa a abandonar, sem nem se dar ao luxo de ler ao menos o subtítulo de um enunciado nas redes sociais ou de “ler” as imagens que os acompanham.

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O problema dessa subinterpretação de personagens como o Coringa, o Juiz Dredd, o Lobo, ou o Rorschach e o Justiceiro, que falaremos depois é que os leitores não sabem ler vários textos ao mesmo tempo. Ou seja, eles ficam no rasinho, porque sua mão não mandou eles irem no fundão. Ele precisavam entender o contexto dos personagens, dos seus criadores e das obras. “Ler textos é uma questão de lê-los à luz de outros textos, pessoas, obsessões, informações, ou o que for, e depois ver o que acontece” (RORTY, 2005, p. 124). Ou seja, a maioria de leitores (e amantes) destes personagens não fez o seu dever de casa.

puncomicLobo, Wolverine, Justiceiro, Spawn, Venom, o Questão e o Sombra em suas versões mais recentes e o Juiz Dredd estadunidense fazem parte da onda de histórias que ficou conhecida na história das histórias em quadrinhos como “grim’n’gritty”. Uma tradução literal poderia ser dada como “cruéis e raivosos”, são aqueles personagens fodões, poderosos e musculosos, que estão sempre portando armas gigantes ou de outro tipo e sempre apresentam uma cara raivosa e cruel com seus dentes em pleno rangimento. O “grim’n’gritty” faz parte de um elemento essencial para entender A Era das Trevas dos quadrinhos estadunidenses de super-heróis:

“Em certo nível, o ‘Trevas’ na Idade das Trevas refere-se não à regressão artística, mas a uma mudança para temas mais sombrios, violência gráfica, sexo explícito e um tom geralmente cínico, uma abordagem comumente resumida por profissionais e fãs com duas palavras: ‘grim’n’gritty’. Essa expressão metonímica tem inspirado neologismos como ‘grimdark’, assim como frases relacionadas como ‘darker and edgier’ ou sua contraparte em filmes de super-heróis, ‘grounded and realistic’” (AYRES, 2016).

Neste mesmo texto de Jackson Ayres para o Los Angeles Review of Books, ele afirma que a primeira uso do termo “grim’n’gritty” nos quadrinhos foi na série de TV do Batman dos anos 60, em que um gancho entre os episódios “Batman Anniversary” e “A Riddling Controversy”, anunciava:

“’Um fim sombrio e arenoso [grim’n’gritty] os aguarda, a menos que algo terrivelmente bom aconteça terrivelmente rápido!’ Esse divertido jogo de palavras captura um ponto importante, mas frequentemente negligenciado: a estética e o legado do ‘grim’n’gritty’ talvez sejam entendidos com mais precisão como a outra face do camp e da ironia” (AYRES, 2016).

Essa é a dicotomia presente na subinterpretação de personagens camp e irônicos como o Juiz Dredd e o Lobo, por exemplo, que acabaram caindo não na galhofa, mas acabaram sendo levados a sério DEMAIS. E embora nesta mesma época tivemos vários personagens da era inicial da Image Comics, tivemos o Aquaman com braço de gancho, o Batman tendo a coluna quebrada, o Lanterna Verde super vilão, o Superman morto e tantas outras transformações bizarras e sombrias, precisamos investigar o estopim do “grim’n’gritty”. A culpa toda é da subinterpretação de obras como Batman: O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller e companhia e de Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons.

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Os autores de histórias em quadrinhos subsequentes calcadas em Watchmen e Cavaleiro das Trevas fizeram apenas uma interpretação superficial dos personagens Batman e Rorschach, para ficar apenas nos de mais destaque. Eles esqueceram todas as nuances e contextualizações psicológicas que ambos, Miller e Moore, empregaram na caracterização dos seus personagens. Assim, um personagem fodão era aquele que matava os inimigos, que atirava sem pensar, que não poupava ninguém e eram esquecidas as neuroses e complexos que faziam de Rorschach e do Batman Velho quem eles eram.

A intenção de Miller e Moore era construir dois contos de aviso, de que não devemos nos comportar como estes personagens. Mas o destaque para os elementos “adultos e maduros” destas obras que era a infinidade de camadas e interpretações que eles poderia gerar ficou apenas em uma linha: “é bom ser mau e quanto mais violento, melhor”. Essa rasura em pensar esse tipo de obra gerou uma imensidão de super-heróis (sim, heróis) perturbados psicologicamente e heróis desagradáveis, que eram muito mais um tipo de valentões psicóticos que desfilavam violência ininterrupta sob os olhos do leitor, do que personagens com camadas e narrativas mais profundas do que os dos incensados Watchmen e Cavaleiro das Trevas.

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Os efeitos desta subinterpretação através do “grim’n’gritty” podem ser verificados ainda hoje, por exemplo, nos filmes que tiveram o toque de Zack Snyder, como Homem de Aço, Superman V Batman: A Origem da Justiça, Liga da Justiça, Mulher-Maravilha e até mesmo a adaptação cinematográfica de Watchmen que perde exatamente as camada narrativas e psicológicas tão bem estruturadas por Moore e Gibbons. Analisando as diferenças entre o cinema e os quadrinhos de Watchmen na célebre cena em que Rorschach se vinga de um pedófilo que matou uma garotinha e deu para seus cachorros comerem, o biógrafo de Allan Moore, Lance Parkin diz o seguinte:

“Essa é uma das cenas em que as diferenças entre a HQ e a adaptação cinematográfica são instrutivas. O filme Watchmen é consistentemente mais violento que a HQ, e nunca é mais do que nesta sequência: na telona, vemos Rorschach partir a cabeça de Grice em duas com um cutelo, e depois seguir talhando – no total, nove golpes. A HQ sujeira violência, mas corta a cena antes que vejamos qualquer coisa; as cenas fortes somam-se à irrealidade lúgubre” (PARKIN, 2016, p. 206).

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O próprio Alan Moore fez uma análise do conteúdo das revistas em quadrinhos do mercado mainstream estadunidense em 1992, seis anos, portanto, depois da publicação da primeira edição de Watchmen, quando deixou explícito que:

“Hoje, onde quer que eu olhe, há vigilantes psicóticos que matam sem dó nem piedade! Sabe? Sem um pingo da ironia que eu colocava nos meus personagens. E me sinto um pouco deprimido quando parece que eu, sem querer, insuflei uma nova era das trevas… agora as HQs passam por uma espécie de niilismo. E tudo bem se você for um adulto inteligente e cínico: você dá risada com tanta violência. Mas e se você tiver nove, dez anos, que tipo de valor elas passam?” (MOORE in PARKIN, 2016, p. 195 e 196)

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O biógrafo de Moore continua comentando essa citação ironizando que o “público adulto” reconheceria a “ironia” e iria “dar risada com tanta violência” no caso de Watchmen. O tiro de Alan Moore havia saído pela culatra porque os adultos que suas obras influenciaram, seja enquanto leitores ou como produtores de pastiches daquele quadrinho, não eram nem adultos nem maduros o suficiente para interpretar ela e reconhecer a “ironia”. Watchmen, portanto, é uma obra tão irônica como A Vida de Brian, do Monty Python no ponto de vista de Alan Moore. Foram as pessoas que alteraram seu status para algo demasiadamente sério em sua memória coletiva graças ao nível que tomou sua popularidade. E o mesmo pode ser dito de Rorschach, que a maioria dos leitores acredita ser o protagonista de Watchmen, quando ele não é.

punisherUm dos personagens que tomou uma dimensão muito maior com a onda do “grim’n’gritty” foi o Justiceiro. Ele era apenas um personagem secundário do Homem-Aranha, quando foi criado em 1968 por Gerry Conway e Ross Andru. Fazia algumas apariçõe aqui e ali e ficava nisso. Mas nos anos 80, ele ganhou uma minissérie de sucesso por Steven Grant e Mike Zeck, que iria fazer com que o personagens tivesse nos anos 90 por volta de quatro títulos próprios saindo no mesmo mês. Recentemente estreou a segunda temporada da série em streaming do personagem no Netflix. Falando ao site SYFY Wire em antecipação à estreia da segunda temporada da série seu criador, Gerry Conway explicou que, no seu ponto de vista, Frank Castle é um criminoso.

Leia um post do blog em que eu explico por que não gosto do Justiceiro.

“Para mim, é sempre perturbador ver figuras de autoridade abraçando a iconografia do Justiceiro, porque ele representa uma falha do sistema de justiça. Ele deveria ser uma denúncia do colapso da autoridade moral, e da realidade que algumas pessoas não podem confiar em instituições como a polícia e o exército para agir de forma justa e capaz. O anti-herói vigilante é fundamentalmente uma crítica ao sistema de justiça, um exemplo de derrocada social. Então, quando os policiais colocam a caveira do Justiceiro em seus carros, ou membros do exército usam estampas com a caveira do Justiceiro, eles estão se alinhando com um inimigo do sistema [que eles mesmos representam]. Se você pensa que as ações do Justiceiro são justificadas ou não, se você admira o seu código de ética ou não: ele é um criminoso” (CONWAY, 2018).

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O Brasil também possui a sua versão de anti-herói/super-herói/ídolo que foi transformado em outro significado. Uma espécie de Justiceiro. Ele é o Capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura no filme Tropa de Elite. Um capitão do Bope que foi totalmente transformado por suas neuroses de controle e sua noção enviesada de justiça. O Capitão Nascimento, embora Tropa de Elite seja um conto de precaução, ou seja, um filme com uma moral, não difere na concepção popular que se tem do Justiceiro, do Coringa, do Rorschach, e outros.

Ele é um valentão que faz justiça através de qualquer maneira, doa a quem doer. Em mutas entrevista, Wagner Moura explicitou que “o Capitão Nascimento não é um herói”. “Se as pessoas estão fazendo essa leitura é um reflexo de alguma forma do pensamento político dessas pessoas ou de um caos generalizado que tenha levado às pessoas a acreditarem nisso”, completou ao site de cinema do UOL em 2007. Wagner Moura disse que, antes de mais nada, fez um filme que mostra a violência pelo olhar de um policial. “Agora, se uma parcela das pessoas que estão assistindo ao filme está querendo o Bope como solução é um posicionamento político por um lado e uma carência absoluta de qualquer política de segurança pública. É nos momentos de caos que os regimes totalitários tomam força”, afirmou.

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Moura colocou dois, talvez três motivos que fazem as pessoas subinterpretarem esse tipo de anti-herói/vilão/personagem. O primeiro deles é o posicionamento político que acredita que a violência é uma solução definitiva para os problemas gerados pela própria violência. O segundo é a carência. Mas eu não diria que seja tanto a de política públicas para a justiça, embora também seja, mas a falta de exemplos fortes de educação, moral e ética durante seu crescimento como pessoa e crítico da sociedade. O terceiro, então, seria a solução fácil, a solução mágica representada por esses “messias” que tomam atitudes impensadas para conquistar o que desejam, sem nenhum filtro social.

Esses personagens representam o nosso lado bestial, animal, sem controle e caótico que todos, em algum momento gostaríamos de libertar, mas não podemos porque seguimos regras rígidas de comportamento para conviver com os demais. Mas se seguirmos o modus operandi destes vigilantes ídolos o que poderemos fazer para impedir que os outros ajam da mesma maneira conosco, com nossas famílias e com aqueles que amamos? Por isso sempre é bom se pensar que condutas e que comportamento as pessoas que você idolatra, ou seja, que lhe servem de exemplo, se utilizam. #fikadika

 

12 comentários sobre “Quando os Personagens Escapam das Intenções dos Seus Criadores

  1. PQP que texto foda.
    a análise é muito boa. A figura do Coringa do Ledger como um anarquista que quer quebrar o sistema e não um sádico doido angariou muitos fãs, tal como o Coringa do Leto que, apesar ter o desprezo dos fãs no geral, ganhou fãs de fora da bolha dos quadrinhos, como pimp, o legalzão, o afrontoso, o “detentor da loira gostosa”, o intocável (e isso é tido como virtudes)
    Alguns posicionamentos, como “quebrar o sistema” acaba deixando o espectador todo atento, porque de maneira rasa ele vê que tem algo não funcionado e precisa que alguém enfrente, as “estruturas do sistema”.
    O Justiceiro nem se fala né, sem o acuracidade do Batman para averiguar inocência ou culpa dos que levam bala somos obrigados a confiar nos disparos do Castle.
    (sobre isso, nossa equipe fez uma pequena charge, ainda que com o viés político, fala sobre esse causo:)

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    1. Oi Idovino! Bem interessante esse ponto de vista do(s) Coringas como rompedores do sistema. Isso não me passou na hora de eu falar do personagem e seu apelo. Um bom acréscimo. Também curti o quadrinho do link, boa mensagem! Abraços! =)

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    1. Hihihi! Foi por causa dos braços cibernéticos, dos trabucões e dos dentes rangentes. Sabe que eu só li eles daquele crossover com os WildCATS? Mas, sim, esses quadrinhos da Image Comics são para se divertir, nem que seja rindo deles. Não dá para esperam muita coisa mesmo. Abraços! =)

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      1. O crossover com os WildCATS foi com a Cyberforce e eles eram uns X-Men de terceira no geral. O Strykeforce diverte mais porque parece um daqueles filmes B que entupiam as locadoras nos anos 80 e começo dos 90. É absurdamente estúpido, com personagens canastrões e diálogos cretinos — e mesmo na época eu conseguia perceber isso. Com eles eu me divertia. 😀

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    1. Valeu, Marcelo! Dá uma olhada nas categorias “Teoria dos Quadrinhos” e “Quadrinhos Comparados” que tem mais coisas parecidas com esse. Talvez tu não vá curtir tanto, mas é na mesma pegada! Abraços! =)

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