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Coisas que aprendi com Os Ignorantes, de Étienne Davodeau

Esta semana acabei de ler Os Ignorantes, de Étienne Davodeau, uma graphic novel de troca de experiências. O autor da obra, o quadrinista Étienne chega em uma vindima e pede para seu dono para que o ensine e o deixe trabalhar no seu parreiral. Ao mesmo tempo que Étienne ensina Richard Leroy sobre os segredos da produção dos quadrinhos. Enquanto Étienne aprendia sobre o solo, o plantio, barris de vinho, engarrafamento, pulverização de fertilizantes, porcentagens de enxofre, Richard Leroy lia muitos cânones dos quadrinhos, visitava grandes quadrinistas franceses, visitava feiras e convenções de quadrinhos, aprendia sobre estilos de desenhos e não gostava de Moebius. Bem, como esse é um blog sobre quadrinhos e coisas assemelhadas, não cabe aqui comentar os meandros da vinicultura, mas sim posso destacar algumas das coisas que aprendi ou que devo destacar com a leitura de Os Ignorantes: CONTA-FIOS: Esse é um instrumento que aprendemos lá na aula de Produção Gráfica na faculdade e não achava que se usava hoje em dia, ainda mais na produção de quadrinhos. Lá na França …

A Maldição do Último Prato

Ir a um restaurante em grupo, é batata. Sou sempre servido por último. É a minha maldição. Meu carma. Chame como quiser. Assim como tenho uma tremenda sorte pra conseguir um ônibus sempre quando eu quero, tenho um baita azar quando se trata de vir a comida. Todo mundo já comendo, e eu babando. Se é pra dar errado com um prato: o meu! o meu! Claro, que sempre tem as minhas frescuras de ah, tira os champinhons, coloca mais queijo ralado, pode substituir o arroz por purê de batata? É, batata! Batata, vem errado. Outro dia fomos comer um bauru, sabe, aquele sanduíche com formato de bunda? Pedi com tomates secos. Veio com bacon. Eu odeio bacon. O pior é que eu comi na boa até metade do bauru pra me dar conta… É aquele negócio psicológico: se a gente não sabe o que é, nem sente o gosto. Ou era a renite pegando forte. O fato é que hoje fui almoçar em bando no Paná Paná, dica da Dídi, que está, excruzive, na …