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O Universo de Sandman: Lúcifer e O Sonhar

Sandman está de volta! Ou será que não está? Isso porque nessa nova levada dos títulos inspirados na obra de Neil Gaiman tudo começa com a partida de Daniel, o novo mestre do Sonhar. Essa ausência começa a provocar modificações por tudo, inclusivo nos demais títulos relacionados com esse universo como Lúcifer, Livros da Magia e A Casa dos Sussurros, todos publicados posteriormente a este título. É no especial Sandman Universe que reencontramos esses personagens. Alguns deixados para trás há muito tempo, outros largados mais recentemente e outros ainda, novas caras para uma nova geração de leitores. Neste post vamos falar um pouco mais sobre O Sonhar e sobre Lúcifer, os dois primeiros títulos de O Universo de Sandman a chegarem no Brasil e como a realidade onírica tem a ver com a mais pura realidade.

Os Quadrinhos com Infográficos de Jonathan Hickman

Atualmente existe um grande frisson sobre a nova fase da equipe mutante dos X-Men que se encontra nas mãos do roteirista Jonathan Hickman. O escritor é famoso por seu empenho em elaborar seus arcos de histórias e suas fases nos diversos títulos em que está envolvido. Suas passagens por Guerreiros Secretos, S.H.I.E.L.D., Quarteto Fantástico, Vingadores e Novos Vingadores na Marvel foram recheadas de planos detalhados e infográficos que demonstravam esses planejamentos.

Howard: Quando Um Pato Concorreu à Presidência

Você já deve ter ouvido falar que quando as cédulas de votação eram de papel, um rinoceronte do zoológico do Rio de Janeiro, chamado Cacareco, quase se elegeu para vereador da cidade. Mais recentemente, o palhaço Tiririca foi eleito a deputado estadual pelo estado de São Paulo, com o slogan “pior que tá, não fica”. Então o que impediria o pato mais famoso da Marvel, Howard, a se eleger presidente dos Estados Unidos? Com o tipo de candidato que anda se elegendo mundo afora, praticamente nada. Foi esse tipo de crítica social que o roteirista Steve Gerber e o desenhista Gene Colan fizeram na revista Howard The Duck #8. Eu vou contar um pouco dela para vocês!

Guia de Leitura: Homem-Animal

Bernhard “Buddy” Baker é o Homem-Animal, o super-herói com poderes animais. Na verdade, Buddy mimetiza as habilidades dos animais e as transforma em poderes. Ele foi criado em 1965, na revista Strange Adventures #180, por Carmine Infantino. O mesmo título hospedou heróis como Adam Strange e Desafiador. Mas o herói só ganhou os holofotes quando o escocês Grant Morrison o revitalizou com uma abordagem mais adulta, o que elvou o personagem a ser publicado pela linha Vertigo. De um herói linha C, O Homem-Animal acabou se tornando bem popular com os leitores, embora no universo DC ele ainda seja considerado um herói pé-de-chinelo. Como Buddy é amado por muitos, resolvemos, então, produzir um Guia de Leitura para o Homem-Animal!

A Diferença na Representação dos Gêneros nos Quadrinhos

Já falamos e muitas outras pessoas, sites, trabalhos de conclusão, artigos acadêmicos, personalidades dos quadrinhos já falaram a respeito da sexualização da mulheres (e também dos homens) nos quadrinhos. Mas como isso se aplica para os desenhistas e para as desenhistas de quadrinhos? Como essa dinâmica das diferenças nas retratações dos gêneros masculino e feminino nos quadrinhos mudou ao longo dos tempos, se é que mudou? Vamos pegar emprestado um artigo de uma das maiores teóricas do gênero nos quadrinhos, Trina Robbins, para discutir essas mudanças.

Reclamações Contra Representações Mal-Feitas de Minorias São Coisa de Agora?

Algumas páginas do Facebook e blogs estão usando exemplos de “o que aconteceria se os contras e os ranços reclamassem da diversidade nos anos 70”. Na verdade naquela época eles não reclamavam disso, pois essa representação na ameaçava o status quo e nem as suas belas famílias construídas nas rígidas regras sociais. Ninguém dava a mínima para gibis. Eles não fediam e nem cheiravam para ninguém. No passado, eles não enriqueciam ninguém. Hoje, a coisa mudou. Mas, claro, a representação errônea da diversidade incomodava aos diversos. Este post vai mostrar como o “mimimi” em prol da diversidade já existia e já era importante desde os anos 70, enquanto todo o movimento contra a diversidade só surgiu como uma forma de garantir às elites seus benefícios e dar continuidade à hegemonia em favor de poucos.

O Design dos Super-Heróis: Identidade, Cores e Uniformes

Descubra como o design de um personagem pode auxiliar a maneira como uma história é contada e como ele pode reforçar sentimentos e qualidades de suas identidades. Saiba por que identidade pessoal e identidade visual não estão ligadas. Entenda por que a identificação visual de um personagem é importante e como isso faz com que seu direcionamento na história se torne mais claro. Veja como os símbolos e as histórias que eles contam e que contam sobre eles possuem um poder imenso sobre nós.

Uma Análise de Grid nos Quadrinhos: Gavião Arqueiro

O Gavião Arqueiro, cuja identidade civil é Clint Barton, personagem de grande destaque em outras mídias – cinema e animações –, vem angariando fãs seja no audiovisual ou nos quadrinhos pelo seu jeito worry free. Essa característica do personagem combina e muito com experimentações na forma que Matt Fraction, o desenhista David Aja e demais artistas retrataram-no em sua revista mensal. A revista brincava com a linguagem, a narrativa, a forma, os desenhos, as cores. 

Os Diálogos Transformadores de “Mulher-Maravilha”

O filme da Mulher-Maravilha está conquistando corações e mentes por todo o mundo (onde é permitido ser assistido) e cativado adultos e crianças com sua mensagem de luta e união. Muito dessa conquista vem da direção de Patty Jenkins e dos roteiros do filme, mas também da química entre Gal Gadot e Chris Pine. Vamos falar um pouco sobre esses diálogos?

A Memória Coletiva e Geracional dos Leitores de Quadrinhos

Por que existe tanto conflito entre os nerds dos quadrinhos quando o assunto é validar uma ou outra geração de super-heróis? Por que muitos insistem em categorizar certas pessoas como leitores de quadrinhos raiz e leitores de quadrinhos nutella? Isso é facilmente explicado através do funcionamento da memória coletiva do ser humano que, ao contrário do que a maioria pense, não é estanque, mas flutuante.

Que Quadrinhos Inspiraram a Famigerada Fonte Comic Sans?

Talvez a Comic Sans seja a fonte mais usada e mais odiada do mundo. Ela se tornou exemplo de design mau feito, pois as pessoas achavam a fonte bonitinha e queriam usar em tudo que se aplicasse à sua vida. Mas é inegável que sua inspiração veio dos quadrinhos. Mas, afinal, quais quadrinhos inspiraram a famigerada fonte Comic Sans?

As TOP 10 Musas dos Quadrinhos Europeus

Chegou a hora dessa gente que não é bronzeada mostrar seu valor! Estou falando dos quadrinhos europeus! E também estou falando das musas deles. Só que, diferente dos quadrinhos americanos, onde a sensualidade é velada e não é discutida, nos europeus, as suas musas são, sim, é dos quadrinhos eróticos. A seguir, citamos dez delas.

Uma Volta Pelo Inferno: Kid Eternidade, de Grant Morrison e Duncan Fegredo

A maioria das histórias de Grant Morrison são assim: geram múltiplas interpretações a cada leitura. Basta escolher a sua. Esta, ainda do período inicial da Invasão Inglesa, com a reinterpretação dos personagens clássicos da DC Comics, mostra toda a verve mágica do careca inglês, que tempos mais tarde iria unir tudo isso em séries como Patrulha do Destino e Os Invisíveis.

Os Melhores Quadrinhos da Marvel Que Li em 2016

Infelizmente vimos esse ano como a Marvel vem perdendo a força e a inovação. Dos quadrinhos selecionados aqui, boa parte deles são republicações. Ou isso significa que a Marvel está vindo com coisas ruins, ou que o que sai em encadernados (a base e o protetor destas listas) não vale tanto a pena sair dessa forma. Jogo essa reflexão para vocês. O que acham? E aqui vai minha lista:

Um Vilão Gay Não É Um Grande Passo na Representatividade, Não!

Essa semana ficamos sabendo, através dos episódios da série de TV, Gotham, que o personagem Pingüim, um dos vilões mais clássicos do Batman está apaixonado por outro super vilão clássico, o Charada. Dizem os produtores da série que queriam criar polêmica e adicionar diversidade à série, mas, caros leitores, supervilões gays não adicionam em nada para a representatividade.