Todos os posts em: Avaliações

Avaliações de sequências ou conjuntos de HQs.

As Mulheres Criadoras Mais Poderosas dos Comics

A indústria de quadrinhos é machista? Você pode dizer que sim, você pode dizer que não. Mas os números, maninho, ah, esses não mentem. Vamos comentar aqui uma lista de quadrinistas mais prolíficas e poderosa da indústria dos comics norte-americanos e vamos tentar ver aonde chegamos com esses nomes e números. 1, 2, 3, lá vou eu! Quem não seu escondeu é meu! Anúncios

Roteiristas Que (Quase) Todo Mundo Adora Odiar

Como nossas duas listinhas de desenhistas odiados fizeram sucesso aqui no blog, dessa vez resolvemos trazer para vocês roteiristas que são uma quase unanimidade do ódio entre os leitores. Histórias fracas, personagens, mal construídos, plots sem pé nem cabeça são alguns dos males que acometem esses senhores estes senhores aqui listas.  Venha ver quem são!

Os Melhores Quadrinhos e Graphic Novels segundo o GoodReads

O GoodReads, para que não conhece, é uma rede social de leitura de livros, entre eles, claro, estão, quadrinhos e graphic novels. Todo ano no site acontece o GoodReads Choice Awards e ano passado não foi diferente. Então como um pretexto para que você conheça o GoodReads eu vou listar aqui os quadrinhos e graphic novel melhores avaliados pelos usuários do site em 2015. Mas atenção: apenas aqueles disponíveis no Brasil, valeu?

Como as Revistas de Super-Heróis São Publicadas na Europa?

Curioso para saber como são as publicações das revistas de super-heróis lá fora? Fizemos um apanhado geral de como a própria Panini e outras editoras publicam em três países da Europa, que claro estão mais adiantados cronologicamente que nós: Itália (sede da Panini), Espanha e França, pra não falar na Alemanha em que as revistas saem poucos meses depois dos EUA. Vamos lá fofocar globalmente, então!

As Séries da Revista DC Universe Presents

Ela foi uma das primeiras revistas do Universo dos Novos 52, com a proposta de apresentar histórias curtas com heróis solo, acabou sendo descontinuada, durando 20 edições. Aqui no Brasil, não foram nem publicadas metade das histórias. Agora, com o checklist da Panini de dezembro, vimos que DC Universe Presents #9 será publicada. Se o plano for trazer todo o título, fazemos aqui um apanhado geral da séries que compuseram a revista:

As 5 Piores HQs que li em 2014 (ECA!)

As Piores Leituras de Quadrinhos de 2014

É, o ano também teve seus baixos, muitos aliás. Aqui vou colocar os quadrinhos que tiveram as piores avaliações, ou seja, uma estrelinha só. Tiveram alguns brasileiros que tiveram essa colocação, mas não vou colocar aqui porque todo mundo pode melhorar. Em vez disso, vou atacar os estabelecidos mesmo que esses não vão se importar se eu – o reles eu – falar qualquer coisa de mal sobre seus quadrinhos. Mas não se preocupem que não vou ser tão mau assim, são só cinco HQs mesmo. 45 Rotações de Rock, de Hervê Bouhris O cara que escreveu o Pequeno Livro do Rock e o Pequeno Livro dos Beatles ataca novamente, dessa vez com a sua seleção de 45 melhores discos da história dos Rock, o que inclui nossos caríssimos brasileiros, Os Mutantes. Fui no livro esperando muita coisa, mas é uma caca. Pra começar, não é quadrinhos como o livro é vendido, de arte sequencial ele não tem é nada. Além disso a tradução e a revisão carecem de muuuitas melhoras. A disposição das informações …

Os Melhores Quadrinhos da Vertigo que li em 2014

Chegou a hora da última lista de melhores do ano, depois dela só vem a lista de 5 piores leituras do ano. Então, antes que acabe o ano, vamos acelerar os trabalhos e dizer quais foram as 10 melhores HQs da Vertigo que li em 2014. 😉 Clube Vampiro: Morra Agora, Viva Para Sempre, de Howard Chaykin, David Tischmann e David Hahn Howard Chaykin é famoso por sua narrativa densa e personagens complexos. E é isso que ele nos entrega em Clube Vampiro: Morra Agora, Viva Para Sempre: uma trama intrincada que revela a competição de uma família mafiosa de vampiros. A arte de David Hahn, leve e colorida parece fazer um contraponto com a história dos nossos sanguessugas, mas casa muito bem com a história. Você pode ler uma resenha completa que escrevi sobre Clube Vampiro: Morra Agora, Viva Para sempre nesse link aqui. Crime e Castigo, de Garth Ennis e John Higgins É, eu realmente não gostava do Ennis até que eu li o Justiceiro dele. Muita gente veio me dizer que começou …

Série Jonah Hex, de Justin Gray, Jimmy Palmiotti e Diversos Artistas

Os Melhores Quadrinhos de Super-Heróis que Li em 2014

Primeiramente, Feliz Natal! Dingou béu, dingou béu, acabou papel! Não acabou não! Tem muito quadrinho bom pra ler e eu vou estar aqui pra dar umas dicas! Então vamos lá, os quadrinhos nessa seção são só da Marvel e DC Comics, ok?! Então tá! Valendo! Antes de Watchmen: Minutemen, de Darwyn Cooke Ano passado a Panini publicou a iniciativa Antes de Watchmen no Brasil. Mas a Panini que é Panini não cumpre seus prazos e tudo chega no mês seguinte do calculado. Ou seja, esse Antes de Watchmen chegou a mim em 2014, não que isso importe para essa lista. Você pode conferir uma resenha completa dessa edição aqui. E da iniciativa toda de Antes de Watchmen neste link. Foi uma inciativa polêmica que não teve o apoio de seu criador Alan Moore, mas que em geral trouxe histórias muito boas para os leitores. Claro, houveram tropeços, mas essa edição dos Minutemen é um digno exemplar das melhores coisas que essa iniciativa poderia trazer. Batman: O Retorno de Bruce Wayne, de Grant Morrison e Vários …

As Melhores Graphic Novels Estrangeiras que li em 2014

Aqui cabe uma explicação, graphic novels estrangeiras são todas as HQs que eu li que não são feitas nem nos EUA ou Brasil. Para as feitas nos EUA existe a categoria Graphic Novels Americanas. Não se esqueçam que ainda está para sair a lista das melhores HQs de super-heróis (Marvel e DC Comics) e da Vertigo, assim como um pequena lista de revistas para se evitar. Vamos a lista das Graphic Novels Estrangeiras: A Invenção de Morel, adaptado do livro de Adolfo Bioy Casares por JP Mourey (FRANÇA) Eu só costumo gostar de adaptações de quadrinhos se elas realmente são adaptações, ou seja, não apenas uma transcrição das palavras em imagens, mas que saibam usufruir dos recursos do meio quadrinhos. Uma história intrigante como A Invenção de Morel, de um dos grandes amigos de Jorge Luis Borges, Adolfo Bioy Casares, merecia uma adaptação ao seu nível. É o que JP Mourey realiza aqui, com sutileza, usando as cores para pontuar a narrativa de froma sábia e ajudando o leitor a entender a narrativa intrincada do …

As Melhores Graphic Novels Americanas que li em 2014

Deixa eu explicar essa categoria: aqui se encaixam HQs produzidas nos EUA que não foram feitas nem por DC Comics, Marvel, Vertigo, mas sim por alternativas a essas editoras. Vamos a elas em nenhuma ordem de qualidade, mas sim, ordem alfabética: ASSASSIN’S CREED: BRÂMAN, de BRENDAN FLETCHER, KARL KERSCHL E CAMERON STEWART Publicação da estreante Alto Astral no Brasil, que tem feito acertos e erros na sua linha editoria. Esse, entretanto é um grande acerto, mas do que uma franquia de videogames bem-sucedida, Karl Kershl e Cameron Stewart têm acertado com as histórias dos descendentes de assassino. Brâman, entretanto é uma história que lida com realidade virtual e  lendas sikh, além de ter um lido visual. Indico essa edição do universo quadrinístico de Assassin’s Creed porque é autocontida e não precisa conhecer o jogo para lê-la. Não por acaso que Brendan Fletcher e Cameron Stewart foram chamados para fazer as histórias da novíssima Batgirl. CARNET DE VOYAGE, de CRAIG THOMPSON Comprei essa HQ na promoção anual que a Top Shelf faz todo ano, mas ela …

Avaliação Geral: Antes de Watchmen

Antes de Watchmen foi um projeto polêmico. Como a maioria das coisas no mundo dos quadrinhos, já veio malhada antes de nascer, seja pelos fãs da série ou pelo criador ranzinza, Alan Moore. De qualquer forma foi um sucesso de vendas e a polêmica que gerou em torno de si serviu apenas para divulgar ainda mais as minisséries. Aqui no Brasil, foram publicadas oito encadernados, entre junho de 2013 e janeiro de 2014. Aqui vai uma breve avaliação de cada um deles: Coruja é uma minissérie que traz um caso do passado do vigilante. Um dos últimos trabalhos de Joe Kubert ao lado do filho Andy. O roteiro de Straczynski é de mediano para fraco, bem longe de seu potencial. Não se encontra muito das marcas de estilo de Moore, por outro lado é pouco arraigada à história da minissérie original e inova como se o personagem tivesse série própria. O encadernado da Espectral foram um dos melhores da iniciativa. Falei mais sobre ele aqui. Rorschach é uma das piores minisséries. Um dos personagens que …

Os Melhores Mangás que li em 2013

Então, primeiro quero pedir desculpas pelo meu total desconhecimento sobre o universo dos Mangás. Se eu falar alguma besteira, me corrijam. Nunca fui muito desse tipo de leitura, mas não por não curtir o estilo, e sim, porque os títulos errados caíram em minhas mãos. Tentando corrigir esse lapso na minha formação quadrinhística, tentei ler alguns. Os melhores foram estes:  ADOLF, OSAMU TESUKA O Deus do Mangá não poderia ficar de fora da lista de iniciação aos quadrinhos japoneses. Além de Adolf, li A princesa e o cavaleiro, um dos grandes clássicos do mestre. A diferença de teor entre os dois é enorme, seja no traço ou no conteúdo narrativo.  Dizem que Adolf foi o primeiro quadrinho adulto de Tesuka e a história tem coisas para maiores de 18 anos como sexo e muita violência, mas, claro, à maneira Tesuka. Notei nos dois mangás uma influência de Shakespeare, seja nas tragédias, nos encontros e desencontros ou nas trocas de papéis, como já bem diz o título que comporta três Adolfs diferentes. Além disso, há a …

Os Melhores Quadrinhos Brasileiros Que Li em 2013

ESTÓRIAS GERAIS, WELLINGTON SRBEK E FLÁVIO COLIN Esperava que essa fosse mais uma daquelas histórias em quadrinhos brasileiras que glorificam o país, mas acabei me deparando com uma história rica. A riqueza de Estórias Gerais fica por conta de seu traço cultural sem cair no exagero ou no ufanismo.  São “estórias” – assim grafada da maneira antiga que diferenciava a narrativa dos acontecimentos humanos – , porque elas têm aquele gostinho de cousas antigas, de causos que nossos avós contavam. Ela permite um paralelo com as novelas fantástico-maravilhosas da Globo, como Saramandaia e Roque Santeiro e tantas outras que seguem nessa tradição de Dias Gomes, mas cuja fonte mesmo é a inovadora literatura moderna de Guimarães Rosa. Estórias Gerais traz vários causos de um interior do Brasil situado numa fronteira entre o nordeste e o sudeste rural,ou  talvez no centro-oeste do país, que se entrelaçam formando um painel único dessa tradição. ENTREQUADROS – CIRANDA DA SOLIDÃO, MÁRIO CÉSAR Esta foi uma das HQs que eu incentivei a produção através do site Catarse, e acabei fazendo …

Imagine a Marvel (opa, Stan Lee) criando a DC Comics

Uma análise das revistas Imagine DC Comics de Stan Lee que saíram aqui no Brasil no início da década passada. No início dos anos 2000, com o desligamento total de Stan Lee da Marvel Entertainment Group, logo depois da empresa pedir falência e quase deixar de existir, “O CARA” criou seu próprio universo de super-heróis para a web, a Stan Lee Media e, depois, a POW! Entertainment. Então, em 2001, a DC o convidou para reimaginar seu universo através da visão da Marvel (opa, de Stan Lee) na série Just Imagine Stan Lee Creating…, No Brasil, as revistas saíram no ano seguinte, apenas chamadas Imagine… de Stan Lee.  O resultado foi bem, hã, interessante na maioria dos casos. Mas há certos ícones que, por mais que se mexa, não se pode mudar sua essência. A não ser que se invente uma história totalmente nova.  Antes de analisar brevemente caso a caso, com alguns gráficos, gostaria de explicar os critérios. Roteiro e arte, todo mundo sabe o que é. Marvelismo é como os personagens ficaram semelhantes a …

Shazam! – O Capitão Marvel dos Novos 52

Geoff Johns e Gary Frank, da mesma maneira que fizeram com Batman e Superman, dão uma nova roupa e roupagem para o campeão da Pedra da Eternidade, este mês, em Liga da Justiça#0. ATENÇÃO: Isto não é uma resenha, é uma análise. Então já vou logo avisando que haverá spoilers. Leia com cuidado e não me jogue numa jaula como o Sr. Malhado. Na coluna Saudades, há um tempo atrás, havia falado da revista The Power of Shazam! e de como o Capitão Marvel era popular no Brasil. Porém, suas histórias e sua revista foram canceladas. Um dos motivos levantados para o cancelamento da revista era o de que o Capitão pertencia a uma geração de heróis naïve, que preservavam certa inocência em suas histórias: mais infantis, com mais doses de humor. Diferente dos outros heróis que tiveram sua origem recontadas e recontadas ao longo dos anos, não foi o caso de Billy Batson, o outrora Capitão Marvel. A tentativa feita por Jerry Ordway nos anos 90 foi uma grande façanha, porém menos que uma …

Saudades: DC Millenium

O formatinho ficou famoso com O Pato Donald, da Abril e consistia em dobrar mias uma vez a revista em quadrinhos americana, uma vez que essa já era duas dobras do formato tablóide dos jornais. Muito hoje consideram essa medida de gibis famigerada, por deturpar desenhos, carecer de adaptação de diálogos, entre outras tesouradas editoriais. Mas quando a situação apertou na crise de 1998 (é, tivemos crise naquela época, lembram-se? Foi logo depois do Plano Real quando os prósperos Tigres Asiáticos eram a bola da vez. Isso não é coisa inventada pela Dilma ou pelo Obama), bom quando a crise apertou e a Abril resolveu tornar suas revistas de super-heróis produto de luxo, com a linha Premium, editoras menores correram para abocanhar a oportunidade de vender revistas mais baratas, no velho e bom formatinho. Dados Gerais: DC Millennium (Editora Brainstore) Duração: 09 números  – Fevereiro de 2002 a Agosto de 2003 O Contexto: Já falei aqui sobre o contexto do mercado editorial brasileiro de quadrinhos daquela época e falei um pouco também na abertura do …

A História em Quadrinhos de Super Heróis Definitiva

E se eu perguntasse qual seria para você a obra que define o gênero dos quadrinhos de super-heróis? O que você me responderia prontamente? Watchmen? O Cavaleiro das Trevas? Grandes Astros: Superman? Eu discordaria. Não acho que seja nenhuma daquelas. E talvez a resposta surpreenda você. Primeiro vou justificar porque as obras acima não cabem no pressuposto: todas elas sim, homenageam a indústria e a mitologia dos super-heróis, mas todas de certa medida se utilizam da reconstrução do gênero. Elas não reverenciam o gênero em si, mas o refazem, o repensam, refletem. Sim, são muitos RE’s. “A sociedade Ocidental legitimou o invencível Superman, que os serviu quando o sistema era ameaçado por um inimigo invencível. O Batman apareceu quando Dick Tracy não estava mais disponível para lidar com os grandes crimes. O Homem-Aranha se juntou ao elenco de heróis quando nós não éramos mais inocentes o suficiente no que tangia à perfeição dos nossos super-heróis; e o Spirit veio quando deveria haver um caso perfeito de heroísmo que não eraa terá natal de homens e …

Super-herói tem é que ser é bem macha!

Os gays ainda são vistos com grande preconceito pelos leitores de quadrinhos de super-heróis e, ainda por cima, pela mídia especializada, principalmente no Brasil. Apesar dos esforços da indústria de entretenimento, que vê no segmento gay uma mina de ouro, por causa do Pink Money, essa estigmatização parece estar longe de acabar. Este é mais um texto influenciado pela leitura de Flex Mentallo, que apesar de eu ter dito aqui que tem subtexto erótico, nessa última leitura percebi que não é bem sub esse texto. Ele está lá pra quem quiser ver. Mas não vou me fixar no Flex, não. Mas nas reações dos fãs e, principalmente dos brasileiros e da mídia especializada quando se trata da homoerotização dos super-heróis. Todos nós sabemos que essa indústria de entretenimento é famosa por suas heroínas voluptuosas, de seios e coxas grandes, de decotes e collants apertados. Apesar das críticas “feministas”, muitos fãs adoram isso. Não há nada de errado em glorificar um corpo saudável. Ora, então, porque não adorar que super-heróis homens usem collants agarrados na pele …

V de Vingança e Miracleman: Contrastes e Correspondências

Para quem não sabe, essas máscaras que o povo anda usando nas ruas durante as manifestações, são originadas da graphic novel e do filme V de Vingança. A HQ é de Alan Moore e David Lloyd  e o filme é dos Irmãos Wachowski. A máscar também representa Guy Fawkes, que tentou explodir o parlamento inglês, e é muito usada no dia de Guy Fawkes, na Inglaterra, quando as pessoas costumam enforcá-lo, como na malhação de Judas aqui no Brasil. Acontece que a obra de Moore é levada ao pé da letra. A intenção de Alan Moore, como o mesmo já disse, não foi de apoiar movimentos, mas “a questão é: este cara está certo? Estará ele louco? O que você, leitor, pensa disto? O que para mim é uma pequena e perfeita solução anarquista. Eu não digo às pessoas o que pensarem, eu só quero que dizer às pessoas para que pensem, e reconsiderem estes pequenos elementos e assumidamente extremos, que são bastante regulares na História humana”. Alan Moore, junto a Alan Davis, outro mestre …

Avaliação Geral: Vertigo Crime (2)

Nesta segunda parte escolho qual dos volumes daria o melhor filme policial, qual deles é o título mas apelativo da série, John Constantine e o uso da metalinguagem.                 Sinopse da Editora: É verão em Nova Iorque, mas um “calafrio” assola a cidade – um assassino em série está à solta e está ficando cada vez mais sádico. A polícia de Nova Iorque e o FBI têm uma suspeita: uma linda jovem chamada Arlana. O único problema é que toda testemunha dá uma descrição diferente dela. Como isso é possível? Nada faz o menor sentido a ninguém, a não ser para Martin Cleary, um policial irlandês de Boston, com um grande segredo em seu passado – um passado que remete a um século ou dois… Comentário: Calafrio é o mais fraco volume da coleção. Talvez pelo que seja o mais apelativo, por isso ganhou todas as estrelas do chocômetro. Como devem saber, não gosto de linguagem de baixo calão nas histórias que leio, a não ser que seja …

Avaliação Geral: Vertigo Crime (1)

A coleção Vertigo Crime foi lançada no ano passado no Brasil pela New Pop. Contava com seis títulos, apesar de muitos mais terem sido lançados nos EUA. A Panini Comics também lançou um destes títulos, estrelado por John Constantine: Hellblazer. A diferença nos tratamentos de editora para editora é evidente: enquanto a Panini optou por utilizar o Papel Pisa Brite no miolo e diminuir o preço da publicação, a New Pop usou papel off-set e seus livros acabaram custando mais caro. Entretanto, o trabalho de edição da Panini é impecável, enquanto o da New Pop deixa a desejar. Tradução e adaptação esculhambadas, muitos erros de revisão. Para ter uma ideia “library”, biblioteca em inglês, foi traduzida como livraria, entre outros erros e palavras mal-escolhidas. Mas vamos analisar livro por livro. Primeiro, a sinopse da editora e, depois, de uma forma diferente, avaliando não só arte e roteiro, mas outros elementos comuns às histórias de crime: chocômetro, nudez e noirismo. Em seguida, os comentários gerais. Sinopse da Editora: Frank Gissel é um detetive particular da grande …

Saudades: Shazam!

Heróis da TV. Superaventuras Marvel. Grandes Heróis Marvel. DC 2000. Heróis em Ação. Super Powers. Superamigos. Revistas que duraram um bocado de tempo, mas que sempre vão ficar na memória dos leitores brasileiros como marcos da sua época. Aqui na seção Saudades quero falar sobre revistas que tiveram uma sobrevida curta e que poderiam ter durado mais, devido a qualidade de seu mix de histórias. Hoje em dia temos casos de revistas que duram pouco pela Panini, como é o caso de Grandes Heróis Marvel, Deadpool, Flash e Edge, mas essas quatro estão longe de deixar qualquer saudade. O que as revistas aqui nesta sessão terão em comum? Séries que são favoritas dos leitores e que foram pedidas por anos e sempre foram relegadas ao segundo plano. Até que algum editor resolveu dar uma chance para elas, apenas para que caíssem no limbo novamente. Aqui começa a seção das revistas que deixaram saudades. Vamos começar com Shazam!, da Editora Abril. Dados Gerais: Shazam! (Editora Abril) Duração: 13 números (0 + 12 edições) – Outubro de …

Corujas, Morcegos e Gotham City

Este mês encerrou-se apoteoticamente no Brasil o arco Noite das Corujas, na revista do Batman. Orquestrado por Scott Snyder e Greg Capullo, com histórias de back-ups co-roteirizadas por James Tynion IV e a arte por Rafael Albuquerque, este arco e o anterior, Corte das Corujas, fizeram parte da inciativa Os Novos 52 da DC Comics. A intenção era dar um novo início para os personagens da editora. O Cavaleiro das Trevas foi uma exceção. Sua cronologia continuou valendo, com pequenas (ou talvez grotescas, na opinião de alguns leitores) alterações. Desde o começo, a série publicada na revista americana Batman, sob a batuta dos nomes acima, se destacou das demais. Foi dado à Snyder, por assim dizer, o “controle” do bat-universo, visto o excelente trabalho que o mesmo havia feito nas derradeiras edições de Detective Comics, no pré-reboot. O roteirista é formado em escrita criativa pela Brown University, já trabalhou na Walt Disney World, e leciona escrita em várias universidades, entre elas a Columbia e a New York University. É a densidade de seus roteiros que …

5 Prós e 5 Contras dos X-Men

Os X-Men irão completar 50 anos este ano, mais precisamente em setembro. Foi em 1963 que Stan Lee e Jack Kirby criaram “os mais estranhos heróis de todos”, os mutantes, os filhos do átomo. 2013 também será o ano em que a Panini Comics ultrapassará a numeração de 141 títulos com o nome dos X-Men estampados na capa da revista mensal homônima. O recorde anterior era da Editora Abril. Este ano Wolverine Imortal chega aos cinemas, adaptando a célebre minissérie de Logan no Japão, escrita por Chris Claremont e desenhada por Frank Miller. Em julho de 2014, a 20th Century Fox lançará o novo filme da franquia mutante X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, um encontro entre duas gerações e períodos de tempo diferentes nas telas do cinema. Mas o que faz dos X-Men tão únicos para as pessoas amá-los e odiá-los? 5 Razões para gostar dos X-Men Diversidade. Os X-Men são lembrados como uma das equipes com maior número de personagens mulheres, mas não se resume apenas às personagens. Eles também angariaram um grande …