Todos os posts em: Resenhas

Resenhas de algumas HQs.

Mães: a Nova Evolução das Super-Heroínas? A Silenciadora, Volume 1, de Dan Abnett, John Romita Jr. e Victor Bogdanovic

A Silenciadora fez parte de uma nova linha de heróis da DC Comics que veio na esteira de Noites das Trevas: Metal e foi o primeiro título da iniciativa a aportar aqui no Brasil. Ele trata da história de uma dona de casa e mãe de família negra que precisa rapidamente abandonar seus afazeres caseiros para dar conta de uma ameaça que vem do seu passado como assassina de aluguel. Esse passado envolve a organização Leviatã, de Tália Al Ghul e o fora-da-lei Exterminador. Agora, Glória Ventura, a Silenciadora, precisa cumprir suas tarefas do passado ao mesmo tempo que protege seu filho. Vamos falar um pouco mais sobre esta série e como algumas super-heroínas estão fazendo uma transição para o papel de mãe assumindo uma jornada dupla tão comum a tantas mulheres.

Melhores e Piores Leituras de Dezembro de 2019

Uhuu, mergulhadores! Chegamos ao último Melhores e Piores Leituras do ano de 2019! Foi um ano intenso e cheio de altos e baixos, mas sobrevivemos à experiência! E fiquem ligados que agora no mês de janeiro faremos nossa seleção das melhores leituras do ano que passou. Todas elas separadas por diversas categorias que vão do mangá ao fumetti, de quadrinhos Marvel e DC Comics aos quadrinhos brasileiros. De quadrinhos feitos fora dos Estados Unidos aos americanos. Por isso fique ligado no Splash Pages e, se quiser seguir o blog para não perder nenhuma novidade basta clicar no botão de seguir. E agora vamos às leituras de dezembro.

Um Mangá Para Se Orgulhar. O Marido do Meu Irmão, Volumes 1 e 2, de Gengoroh Tagame

O Marido do Meu Irmão é um mangá em dois volumes lançado em 2015 que traz a história de uma família lidando com a perda de um ente querido. A diferença é que esse ente querido é o irmão gêmeo de Yaichi, o pai solteiro de Kana, uma menina de quatro anos. Agora, Yaichi precisa receber Mike, um canadense gigante que calha de ser o tal “O Marido do Meu Irmão”, como última vontade de seu finado irmão. Como você pode perceber pelo título, o mangá traça uma conversa entre os personagens e os leitores sobre a realidade e a cultura gay, com destaque também para a cultura japonesa e as interfaces entre as duas. O mais encantador no mangá, contudo, é que temos o elemento da inocencia da garotinha Kana, que não consegue entender a maldade que os adultos veem num relacionamento entre dois homens. A seguir, falaremos um pouco mais sobre o incrível mangá O Marido do Meu Irmão.

Trovão Azul: O Super-Herói Gay de Mark Millar

Trovão Azul (Blue Bolt) é um personagem criado por Mark Millar, Frank Quitely e Wilfredo Torres como um dos personagens das sagas O Legado de Júpiter e O Círculo de Júpiter. O mais interessante sobre o super-herói Trovão Azul é que ele se encontra em um período histórico dos Estados Unidos em que a situação dos homossexuais, homens ou mulheres, era bem peculiar: o final dos anos 1950 e início dos anos 1960, portanto, antes do movimentos civis homossexuais americanos que tiveram seu início marcado pela rebelião de Stonewall. Neste post vamos falar um pouco mais sobre esse personagem e sobre o contexto em que ele atuou com os heróis de O Legado de Júpiter, na equipe chamada A União.

Já falamos aqui no blog que a primeira parte de O Legado de Júpiter é um dos melhores quadrinhos já escritos pelo roteirista de quadrinhos escocês Mark Millar. A segunda parte, de O Legado de Júpiter, entretanto, na vontade se se transformar em uma batalha épica de super-heróis, acaba se perdendo em seu intento. O Círculo de Júpiter, por sua vez, é uma prequel para O Legado de Júpiter, mostrando os desafios e intempéries que os heróis da equipe A União precisaram passar para adquirirem o status que têm em O Legado de Júpiter. Tratam-se de histórias que revelam mais a personalidade e cotidiano dos Super-Heróis da União, do que exatamente histórias em que enfrentam forças do mal. Nesse sentido, O Círculo de Júpiter se assemelha mais ao Astro City, de Kurt Busiek, Alex Ross e Brent Anderson, série que também já falamos aqui no blog.

Ao fazer um quadrinho que envolve a mística dos super-heróis americanos e sua influência naquele país, Mark Millar quis fazer uma homenagem à esta nação, afirmando que possía até uma bandeira americana em seu quarto escocês quando era criança. Em declaração para o site Comic Book Resources, Millar chegou a dizer o seguinte sobre esse aspecto da história em quadrinhos:

É um país que, durante meu crescimento, sempre associei com as coisas cada vez maiores e melhores, e, portanto, vê-las se contraindo é realmente bastante aterrador. Isso serviu de inspiração para o pano de fundo desta história. Os super-heróis são impotentes diante dessa complexa situação, e é aí que as coisas começam […] Essa história é minha carta de amor para a América. Essa idéia de democracia e todos com a mesma opinião é tão fundamentalmente decente e algo que devemos valorizar […] Para mim, os Estados Unidos sempre foram ligados também a super-heróis. Talvez seja porque a Mulher Maravilha e o Superman estejam usando a bandeira americana. Parece uma boa analogia amarrar o final do Império Americano com esse grande e grandioso crepúsculo da história dos super-heróis.

Agora vamos falar sobre o Trovão Azul, mais especificamente. Recomendo, entretanto, assistir ao filme “De-Lovely: Vida e Amores de Cole Porter”, para que os leitores do blog possam ter uma noção do contexto dos Estados Unidos ainda maior do que aquela que passarei nas minhas explicações. O Trovão Azul é um cirurgião neonatal do Hospital Presbiteriano de Los Angeles chamado Richard Conrad, que possui um uniforme azul, poder de voar e de disparar raios através de um bastão de sua própria fabricação. Se você quiser associar a origem de seu poder e o fato de ele ser um homossexual enrustido com a necessidade de segurar um bastão para que seu poder se acione, fique à vontade.

Richard também possui conexões com a alta roda de Hollywood, incluindo a atriz Katherine Hepburn, que durante uma festa em sua mansão, lhe apresenta o seu jardineiro para que Richard fique “mais alegre”. É nesse momento que um espião de J. Edgar Hoover, o diretor da CIA, faz algumas fotos de Trovão Azul aos beijos e carícias com o Jardineiro de Hepburn. Richard Conrad é famoso, entre seus círculos, por sustentar diversos gigolôs, entre eles alguns michês. Hepburn também conversa com Trovão Azul sobre os “casamentos lavanda”, muito comuns em Hollywood naquela época. Esse tipo de casamento seriam os velhos casamentos de interesses em que uma pessoa homossexual se casa com alguém heterossexual do sexo oposto para que viva uma fachada, para disfarçar o aspecto homossexual da identidade de alguém famoso.

Esse tipo de estratagema era algo muito comum nos círculos de poder dos Estados Unidos em uma época que ficou conhecida como Pré-Stonewall, ou seja, anterior ao acontecimento que ficou conhecido como Rebelião de Stonewall, acontecida em junho de 1969 em Nova York, e foi um marco na busca pelos direitos civis das pessoas queer. O fato de Stonewall e outros movimentos civis dos direitos queer estarem sendo discutidos pela população ajudou a desmistificar a homossexualidade para a sociedade norte-americana. Também auxiliou muitos homossexuais a se assumirem perante a sociedade, fazendo com que muitos dos “casamentos lavanda” fossem desnecessários, embora esse costume persiste até os dias de hoje.

Na história de Trovão Azul, entretanto, o herói refuta a possibilidade de um “casamento lavanda”, embora comece a ser chantageado pelo diretor da CIA, J. Edgar Hoover acerca de sua atividade como homossexual. Hoover queria usar os poderes de Trovão Azul em benefício dos Estados Unidos e, por isso, achou por bem fazer uma chantagem com ele para que estivesse sob o seu domínio e, assim também ter sob suas asas toda a equipe da União.

Corria à boca pequena, entretanto, que o próprio diretor da CIA, J. Edgar Hoover, também era homossexual e tinha seu braço-direito como amante. Assim, depois de tentar o suicídio, Richard Conrad não se submete às chantagens do diretor da CIA e, magicamente para de ser atormentado por ele. Contudo, é revelado aos leitores no final da história que Hoover também foi manipulado. O super-herói companheiro de equipe de Trovão Azul, o Skyfox, acabou tirando fotografia de Hoover tendo relações sexuais com seu parceiro braço-direito na CIA, resolvendo chantagem contra chantagem e deixando o Trovão Azul ileso e livre da culpa, mantendo uma relação “don’t ask, don’t tell” com seus companheiros de A União, até o fim de suas atividades como super-herói.

Para saber mais sobre a vida de Hoover, assista ao filme J. Edgar, estrelado por Leonardo DiCaprio no papel principal, que conta a vida do diretor da CIA e o aspecto homossexual de sua vida. Círculo de Júpiter não é a melhor HQ de Mark Millar, longe disso, aliás, mas é importante para que os homossexuais de hoje em dia tenham um parâmetro super-heroico do passado de suas existências e perceberem que, nesse sentido, não conquistamos apenas muitos direitos, mas uma pequena quase ínfima aceitação da sociedade se comparado com a época em que éramos silenciados e não tínhamos a chance de protestar por uma existência mais digna. Abraços submersos em pétalas de lavanda!

Melhores e Piores Leituras de Novembro de 2019

Olá mergulhadores! Chegamos a mais um final de mês e trazemos nossa infalível lista de melhores e piores leituras do mês! Em novembro foram mais de trinta leituras, entre as quais vinte e quatro foram boas e sete foram ruins. E não se esqueça que em dezembro começaremos nossas várias listas de melhores e piores de 2019. Você não pode perder! Enquanto isso, fique com nossas leituras de novembro, comentadas! Abraços submersos! Melhores REVISTA BANDA, VOLUME 1, DE VÁRIOS AUTORES O maior defeito desta revista Banda é que podia ter mais. Ficou um baita gostinho de “eu quero mais” e “é disso que o Brasil precisa” (hahaha) no final da leitura. Uma revista redondinha bem pensada, bem feitinha, bonita, organizada e com artigos e temas que impressionam pela qualidade não apenas do texto mas da investigação feita com fontes de peso sendo utilizadas para dar suas declarações. Sim, a revista poderia ter um formato maior, ou com mais conteúdo como uma revista literária ou um tamanho maior, como é outra revista brasileira sobre quadrinhos, que …

Conheça a Guará Entretenimento, a Casa do Doutrinador e de Outros Heróis Brasileiros

Com a intenção de trazer uma nova geração de heróis brasileiros surgiu a Guará Entretenimento, que já tinha em suas fileiras o (super?)herói mais popular do Brasil no século XXI, o Doutrinador. O sucesso desse personagem nas histórias em quadrinhos levou a uma versão live-action do herói (?) que pune os corruptos e aqueles que falharam com a lei, que fez uma considerável bilheteria nos cinemas. Com um projeto ambicioso de criar um universo de super-heróis brasileiros, porém urbanos e menos fantasiosos que os primos americanos, a Guará entretenimento lançou mais três histórias em quadrinhos com heróis que vivem no Brasil. Assim surgiram Santo, Pérola e Os Desviantes. Neste post, vamos falar mais sobre a editora e os títulos lançados por ela até agora com resenhas críticas dos mesmos.

Melhores e Piores Leituras de Outubro de 2019

Olá amigos mergulhadores! Outubro está chegando no final! É hora da nossa seminal e costumeira listinha de melhores e piores leituras! Neste mês não tivemos tantas leituras como de costume, tivemos trinta e cinco no total, dos quais vinte e cinco estão entre as melhores do mês e dez delas estão entre as piores do mês! Lembre-se que o final do ano está chegando e teremos uma incrível variedade de posts com categorias para as melhores leituras do ano. Fiquem ligados! Enquanto dezembro não chega, aproveite para ver a lista de melhores e piores leituras de outubro! Vamos lá, confira!

As Belezas e Cruezas do Japão Feudal. Chambara: O Caminho do Samurai, de Roberto Recchioni e Andrea Accardi

Essa coleção de fumetti voltados para o público adulto que a Panini Comics tem trazido para o Brasil tem se revelado um surpresa grata e recompensadora. Até agora todos os álbuns que a editora italiana radicada no Brasil trouxe nesse estilo foram de 100% de aproveitamento e cinco de cinco estrelas. O último álbum dessa leva a sair nas bancas foi Chambara: O Caminho do Samurai, de Roberto Recchioni e Andrea Accardi. Um quadrinhos lindíssimo, com histórias envolventes e que se usam de uma narrativa impressionante, tanto nos desenhos, nos diálogos quanto nas cores. É sobre ele que vamos falar um pouquinho mais agora.

Melhores e Piores Leituras de Setembro de 2019

mergulhadores! Estamos de volta com nossa sessão mensal que expõe nossas melhores e piores leituras feitas durante o mês! Este mês tivemos poucas leituras, apenas 25 classificadas como boas e 5 classificadas como ruins. Mas você vai perceber que tivemos muitas leituras de livros sobre quadrinhos e que eles são importados, o que demanda uma leitura mais apurada e demorada. Mas está vindo um coisa muito legal nesse sentido, que só vou revelar quando estiver pronta. Enquanto você ficam especulando, aproveitem para dar uma olhada nas nossas leituras do mês de setembro. tem muita coisa legal (e outras, nem tanto!).

Audace: O Selo Adulto da Sergio Bonelli Editore

Se a DC Comics teve a Vertigo e a Marvel teve a Marvel MAX, a Sergio Bonelli Editore, casa dos fumetti mais queridos do mundo, tem a Audace. Esse é o selo de quadrinhos adultos da editora de Tex e companhia, que oferece histórias mas maduras, com um conteúdo com temáticas que são mais perversas e eróticas do que a editora costuma oferecer geralmente. A novidade para nós brasileiros é que este selo está aportando no Brasil, através da Panini Comics, nos títulos Deadwood Dick e Mister No: Revolução. Vamos falar mais sobre esse selo e sobre o que esperar de seus títulos neste post.

Superamiguinhos: O Retorno da Liga Cômica

Em 1986, após a, dispensável de apresentações, Crise nas Infinitas Terras, a DC Comics publicou a primeira saga de seu universo recém-reformulado, Lendas, no formato de minissérie através de crossovers entre seus títulos regulares que foi responsável pela reascensão e reformulação da Liga da Justiça. Essa nova equipe foi o ponto de partida para o que viria a ser a memorável bem-humorada Liga da Justiça Internacional de J.M. DeMatteis e Keith Giffen cujos frutos de 16 anos depois será o objeto de análise deste texto.

Melhores e Piores Leituras de Agosto de 2019

Temos quase quarenta, isso mesmo 40, mini resenhas fresquinhas e frescalhonas para você ler agora aqui no Splash Pages. Dizem que agosto é o mês do desgosto e isso pode até lá ser verdade, já que quase dez dessas leituras estão entre as piores do mês. Algumas ficaram num ponto limbo intermediário e foram parar nas melhores porque né, o copo tá quase sempre meio cheio. E tá quase sempre meio cheio porque se não tiver, como levar a vida com ele meio vazio? Não dá, né? Então encham o seu copo de cerveja, hidromel, Pepsi ou guaraná, suco de laranja, leitinho com nescau de bolinha ou o que você quiser e venha acompanhar essas nossas resenhazinhas!

X-Men: O Pior X-Man de Todos, de Max Bemis e Michael Walsh

Para começar vou dizer para vocês que o título não está errado. Quando falamos de um integrante da equipe dos X-Men no singular, chamamos ele de x-man, assim mesmo, no minúsculo e no singular de men, que é man. X-Men, como uma equipe, uma reuniões de homens, é composta no plural e grafada em letras maiúsculas. Bem, explicado isso quero dizer que este post vai tratar sobre a minissérie X-Men: The Worst X-Man Ever, escrita por Max Bemis e desenhada por Michael Walsh. Você vai descobrir quem é ou foi o pior x-man de todos os tempos e porque ele mereceu essa alcunha. Sigam-nos os bons e os piores também!

Os Injustiçados Criadores de Justiceiros: As Biografias de Bill Finger e Joe Shuster

Estão nas livrarias físicas e virtuais duas publicações falando sobre a vida de dois grandes criadores de prestigiados super-heróis. Talvez os dois maiores super-heróis de todos os tempos. Temos a biografia de Bill Finger, criador e roteirista do Batman e de Joe Shuster, criador e desenhista do Superman. O que ambas têm em comum? É que estes criadores viveram, durante muitos e muitos anos, no ostracismo, sem serem creditados como autores destes grandes personagens. Os dois criadores sempre relegados à marginalidade para que a empresa que detinha os direitos à sua publicação, a DC Comics, retirasse toda a glória gerada por estes fabulosos super-heróis. Agora vamos falar mais um pouco sobre biografias, ausência de créditos e as carreiras dessas figuras, sem as quais a cultura pop não seria a mesma. 

Alienígena Demais. Lanterna Verde, de Grant Morrison e Liam Sharp

No mês de julho, a Panini Comics publicou a primeira edição de Lanterna Verde, um novo título que ficou aos cuidados do superstar Grant Morrison e do virtuoso dos desenhos Liam Sharp. Teria tudo para der certo, certamente. Mas, para mim, não funcionou. Isso porque Grant Morrison quis experimentar com a linguagem alienígena, que acaba de difícil acesso para o leitor, hermética demais. Por outro lado, a arte de Liam Sharp também está diferente, não é a mesma de seus trabalhos anteriores na DC Comics. Neste post vamos falar um pouco mais sobre a nova série de Lanterna Verde e a razão pela qual Grant Morrison e Liam Sharp falharam no seu intento. 

Melhores e Piores Leituras de Julho de 2019

Caros mergulhonautas e splashonados, já é agosto e julho chegou ao final! Então é hora do quê? Do quê? Da nossa listinha esperta de leituras melhores e piores feitas no mês, com diversos tipos de leitura, do europeu ao mangá, do gringo ao nacional, do mainstream ao experimental. Também temos algumas mini resenhas sobre livros teóricos sobre quadrinhos. São mais de quarenta mini resenhas este mês, então pegue sua pipoquinha para se preparar para ler essa enorme lista de leituras!

Discutindo a Segunda Edição de Relógio do Juízo Final

Julho foi o mês em que recebemos a segunda edição de O Relógio do Juízo Final, a minissérie que homenageia a seminal obra de Alan Moore e Dave Gibbons, Watchmen. A proposta é fazer uma intersecção do mundo de Watchmen com o mundo atual da DC Comics, onde vivem Batman, Superman, Mulher-Maravilha e seus aliados e inimigos. Nesta edição Rorschach, Ozymandias e seus aliados viajam na nave do Coruja até a realidade do Universo DC e se encontram com os homens mais inteligentes deste mundo: Lex Luthor e Bruce Wayne. Mas algumas coisas vão complicar no processo. Vamos falar um pouquinho sobre esta segunda edição neste post.

Melhores e Piores Leituras de Junho de 2019

Olá mergulhadores! Junho, para variar também foi um mês intenso, estive em duas convenções de quadrinhos, a FloripaComicCon e a POC CON, dois eventos sensacionais, que vou deixar o link sobre eles no final desta postagem. Mas, claro, não deixei também de fazer minha extensa lista de leituras para vocês. Só que dessa vez ela veio no primeiro dia de julho. Este mês são quarenta e cinco quadrinhos e livros sobre quadrinhos que fizemos resenhas, e de todo o tipo de leitura: acadêmicos, biográficos, europeus, independentes, de super-heróis, mangás, alternativos e muitos outros. Então afivelem seus cintos de segurança que o nosso submarino vai submergir em leituras!