Todos os posts com a tag: alan davis

Quem é Laura Kinney, a Novíssima Wolverine?

Caso você não saiba, na Marvel pós-Guerras Secretas, tem um novo Wolverine na cidade. E não, não é o Velho Logan. Na verdade é uma WolverinA. Ela é Laura Kinney, a X-23. E caso você não saiba também, ela será um dos personagens principais no filme Logan, que sairá em março de 2017 nos cinemas brasileiros. Então, por que você não aproveita e dá uma olhada na história e na carreira dessa personagem que surgiu primeiro nos desenhos animados?

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Batman: Ano Dois – A Noite do Ceifador, de W. Barr, Davis, Neary, Alcala e McFarlane

Muitos fãs de quadrinhos e do Batman sabem que a sua história de origem definitiva se chama Ano Um. Ela foi escrita por Frank Miiller e desenhada por David Mazzucchelli e serviu de base para a nova trilogia do Morcego no cinema, como o filme Batman Begins, de Christopher Nolan. O que pouca gente sabe é que existiu um arco de histórias chamado Ano Dois, mas que a sua história envolve muita polêmica a ponto de ser esquecido do cânone do Morcego.

Os TOP 10 Musos dos Comics e Seus Desenhistas Perfeitos

Nosso próximo SplashPod, que sai Domingo, vai falar sobre sexo nos quadrinhos. E um dos assuntos será os musos e as musas dos quadrinhos. Além disso vamos falar sobre muitas outras coisas que tangem ao sexo nos quadrinhos, como HQs eróticas. Aqui fizemos uma seleção de 10 personagens dos quadrinhos de super-heróis e os desenhistas que fazem seus corpos mais perfeitos. Vamos à lista: CAPITÃO BRETANHA, DE ALAN DAVIS Nas histórias do Excalibur, tanto nas de Chris Claremont quanto as de Alan Davis, ou até mesmo na fase do Alan Moore, que Davis também desenhou, o nobre Capitão vivia aparecendo sem camisa. Na fase do Excalibur só dava ele com a calça do pijama listrado (porque listras emagrecem). Uma pena este personagem estar tão esquecido hoje em dia. NAMOR DO ESQUADRÃO FÊNIX, DE OLIVIER COIPEL O uniforme novo do Namor é aquele que deixava a cintura beeeem baixa, aparecendo aquelas ranhuras musculares que vão dar na região íntima, deixando nossa imaginação voar. Longe da sunguinha verde e do uniforme com asas, este, do Esquadrão Fênix, …

Saudades: Especial do Mês

Mais um almanacão na lista do Saudades, pra não deixar nenhum Marvete com recalque. Hoje vamos falar de uma série de especiais todinha dedicada à Marvel. Ainda que, em sua concepção não tenha sido bem esse o propósito. Conheçam ou relembrem o Especial do Mês. Dados Gerais: Especial do Mês (Editora Abril) Duração: 4 números – Agosto de 1999 a Dezembro de 1999 O Contexto: A Marvel na Abril se expandia, mas em terras não-mutantes. Depois do boom das revistas mutantes no início da década de 90, a revista mensal Fator X foi cancelada e assim, muitos mutantes perderam sua casa. Era a época dos Heróis Renascem, em que Capitão América, Vingadores, Homem de Ferro e Quarteto Fantástico ganharam uma série de 12 edições na Abril. Além disso, havia a revista Marvel 99, que trazia boas histórias de Hulk, Demolidor, Elektra, mas principalmente de Deadpool e Kazar. As revistas de linha ganhavam o reforço de 100 páginas para suas anteriores 84 páginas. Para lançar mais aventuras, e aventuras separadas, a Abril resolveu lançar o Especial …

Todos querem a cabeça do Charles ou por que eu não gosto do Professor Xavier

Líder visionário dos X-Men, o Professor Xavier se tornou um entrave para as histórias dos mutantes. Já diria Kitty Pryde: “O Professor Xavier é um idiota!”. Desde então, muitos roteiristas tem evitado usar Charles Xavier nas histórias dos mutantes, a última vez que o vimos, ele havia sido assassinado por um Ciclope com os poderes de Fênix em Vingadores versus X-Men. O Professor Xavier foi criado por Stan Lee e Jack Kirby em setembro de 1963. Inspirado no visual de Yul Brynner em Sete Homens e um Destino, a grade ideia por trás de Xavier era um homem com grande poder mental reduzido a uma cadeira de rodas. Apesar de impossibilitado de andar, ele podia viajar o mundo através da mente dos outros. Xavier é o arquétipo do Líder Visionário, como já apontei aqui. Xavier também foi inspirado em Martin Luther King, o pastor que sonhava com a igualdade entre negros e brancos. E Xavier tinha um sonho parecido, a igualdade entre mutantes e humanos. PROFESSOR BITCH Porém, Xavier era o líder irretocável, inquestionável, inatingível …

Excalibur: A Risada era a Lei – Alan Davis

Quando assumiu integralmente o Excalibur, Alan Davis tentou manter o mesmo tom que ele e Claremont haviam criado, porém o aspecto das histórias mudou um pouco. Alan Davis aprofundou-se na mitologia da equipe, explorando conspirações no Omniverso e trabalhando melhor cada personagem. Nesta época, a Technet também acabou aliando-se ao Excalibur, na ausência de sua líder, Pennettra. Na história “Tudo o que você queria saber sobre a Fênix, mas tinha medo de perguntar”, o autor elaborou toda a história da força-fênix, contando que desde tempos imemoriais, uma seita preparava seus adeptos, chamados Feron, para receber a força. Mas isso mudou com a chegada de Jean Grey e Rachel Summers. O adepto, que deveria seu o hospedeiro da força, Feron, acabou juntando-se ao grupo. Naquela época, outros personagens se juntavam à equipe, como o guerreiro com aspectos leoninos, Kylun, a alienígena shiar Cerise e o agente do governo capaz de alterar seu tamanho, Micromax. Foi uma época em que as histórias do Excalibur encontraram um outro patamar, não eram mais apenas histórias bem-humoradas que brincavam com …

Excalibur: A Risada era a Lei – Chris Claremont

Na  minha opinião, um dos melhores spin-off dos X-Men, Excalibur era uma equipe de heróis mutantes com base no Reino Unido, que utilizava muitos dos elementos criados por Alan Moore em sua passagem pelo Capitão Bretanha. Na verdade, o Capitão Bretanha não foi criado por Alan Moore, mas sim por Chris Claremont (um dos criadores do Excalibur) e Herb Trimpe, em 1976. Anos depois, é que Alan Moore, em parceria com Alan Davis (outro criador do Excalibur) iria redefinir o personagem com a sua velha estratégia “tudo o que o personagem sabia sobre mesmo era uma mentira”. Assim foram desenvolvidos personagens como Mad Jim Jaspers, Opal Saturnyne, a Fúria e a Tropa dos Capitães Bretanha, bem como o Omniverso (Otherworld), agora chamado de Extramundo e a definição da terra do Universo Marvel como Terra 616. Todos estes conceitos foram reutilizados quando Chris Clarimont e Alan Davis reuniram-se para criar o Excalibur em Excalibur Special: The Sword is Drawn, de 1987 (no Brasil, Graphic Globo #8). A origem da equipe vem das consequências da saga Massacre …

V de Vingança e Miracleman: Contrastes e Correspondências

Para quem não sabe, essas máscaras que o povo anda usando nas ruas durante as manifestações, são originadas da graphic novel e do filme V de Vingança. A HQ é de Alan Moore e David Lloyd  e o filme é dos Irmãos Wachowski. A máscar também representa Guy Fawkes, que tentou explodir o parlamento inglês, e é muito usada no dia de Guy Fawkes, na Inglaterra, quando as pessoas costumam enforcá-lo, como na malhação de Judas aqui no Brasil. Acontece que a obra de Moore é levada ao pé da letra. A intenção de Alan Moore, como o mesmo já disse, não foi de apoiar movimentos, mas “a questão é: este cara está certo? Estará ele louco? O que você, leitor, pensa disto? O que para mim é uma pequena e perfeita solução anarquista. Eu não digo às pessoas o que pensarem, eu só quero que dizer às pessoas para que pensem, e reconsiderem estes pequenos elementos e assumidamente extremos, que são bastante regulares na História humana”. Alan Moore, junto a Alan Davis, outro mestre …

Roteiristas contemporâneos e seus momentos grotescos

As sensações que a estética grotesca nos causa ainda é a mesma: o estranhamento, ou o nojo, a melancolia e até mesmo a culpa. Um bom exemplo disso são as campanhas da Benetton, do final da década de 90, realizadas por Oliviero Toscani. O fotógrafo, na contramão da publicidade, queria usar imagens que despertassem alguma mudança de comportamento no público que as via. Por isso buscou em imagens polêmicas como um homem agonizando, um padre beijando uma freira, corações humanos, camisinhas, um bebê recém-nascido. Foi um dos primeiros a se utilizar de uma publicidade não-comercial, porém que acabou lucrando em cima do sofrimento humano. Toscani defende que sua publicidade e suas fotografias revela um lado do humano que a maioria das pessoas não é capaz de suportar e que estaríamos ignorando que o mundo é feito de mais anomalias do que se pensa. O grotesco e o surreal agora fazem parte de uma nova estratégia de publicidade. A publicidade grotesca de Toscani criou escola e é uma das poucas publicidades capazes de identificar um estilo, …

5 Versões do Superman em 5 HQs Recentes

5 Versões do Superman em 5 HQs Recentes

É um pássaro…, por Steven T. Seagle e Teddy Kristiansen O Metalinguístico. Uma HQ cínica e reveladora. Nesta autobiografia marcada pela discussão dos aspectos que fazem do Superman o herói que ele é hoje, o autor se vê bloqueado em assumir o cargo como escritor regular das revistas do kriptoniano por causa do histórico da Doença de Huntington em sua família. Além de experimentar na forma, os autores nos trazem um conteúdo belíssimo, de uma obra ímpar e imperdível. Superman: Entre a Foice e o Martelo, por Mark Mllar, Killian Plunkett e Dave Johnson O Bizarro. Essa sim, é a versão contrária do Superman, que nesta história nasceu na União Soviética e, aos poucos vai se tornando o comandante da potência socialista, mudando de forma definitiva o cenário mundial. Além de lidar com aspectos geopolíticos, há destaque para as versões de Batman e Mulher-Maravilha e para o final, que é surpreendente. Superman: Identidade Secreta, por Kurt Busiek e Stuart Immonnen O Real. Se o Homem de Aço vivesse no mundo real como seria sua vida …

A Guerra vai ser pra decifrar todos esses personagens!

Um chá com a Marvel UK (11 de 12)

AS GUERRAS MYS-TECH Os grandes inimigos dos super-heróis britânicos eram os integrantes da corporação Mys-Tech, um grupo de sete magos oriundos do século X, que venderam sua alma a Mefisto em troca de imortalidade. Ao longo dos anos eles vem sacrificando almas para o demônio e acumulando riqueza e poder em seu império de negócios. Os atos derradeiros da organização resultaram nas Guerras Mys-Tech e envolveram grande parte dos heróis americanos da Marvel. Era uma época de crossovers e a lógica era quanto mais melhor. Participaram desta história Homem-Aranha, Hulk, X-Men, Nick Fury, Vingadores, X-Factor e Excalibur pelo lado americano e todos os super-heróis dos anos 90 da Marvel UK. O roteiro dos hoje celebrados Andy Lanning e Dan Abnett, responsáveis pelas minisséries de Aniquilação, era muito fraco. Para dar um exemplo, na minissérie muitos dos heróis morrem em combate com os Mys-Tech, mas, ahá, se encontra uma maneira de reverter todo o acontecido, voltar 24 horas no tempo e restaurar a vida dos heróis combalidos. Guerras Mys-Tech é um bom exemplo de tudo de …

Esta é A FÚRIA!!!

Um chá com a Marvel UK (7 de 12)

Quando Alan Moore assumiu o título do Capitão Bretanha passou a botar em prática a fórmula mooriana para personagens de séries contínuas: tudo que o protagonista sabia sobre si mesmo até então, era uma mentira. Nesse processo, o parceiro do capitão, o elfo Jackdaw morreu, e Braddock é apresentado à uma realidade alternativa governada pelo déspota Mad Jim Jaspers e passa a ser perseguido pela Fúria (que reapareceu recentemente durante a fase de Chris Claremont em Uncanny X-Men). Enquanto luta com o inimigo o Capitão acaba libertando Lady Saturnyne, guardiã do Ominiverso. Aqui Moore cria uma das pedras fundamentais do Universo Marvel: a relação dos heróis com realidades alternativas: não existe apenas uma versão da Terra, mas um universo recheado de ominirealidades, onde existem diversas versões de Capitães Bretanhas (o mesmo vale para outros super-heróis), que sob o comando de Saturnyne e Roma se chamariam de Tropa de Capitães Bretanhas (uma homenagem do barbudão à Tropa dos Lanternas Verdes).   A Terra que acompanhamos os heróis da Marvel não se chamaria Terra-1, demonstrando um certo …

Um chá com a Marvel UK (6 de 12)

Há boatos de que Dez Skinn se desligou da Marvel UK devido a conflitos sobre direitos autorais em 1981. Anos mais tarde, depois de trabalhar com cinema, Dez fundou a Quality Communications. Nessa empresa nova, de sua propriedade, o editor lançou a antológica revista Warrior que traria em suas páginas duas das maiores séries de quadrinhos inglesas: Miracleman e V de Vingança, ambas escritas e desenhadas por talentos que Dez conhecera na Marvel UK, Alan Moore, David Lloyd e Alan Davis. Um dos últimos atos de Dez na Marvel, entretanto, foi trazer o Capitão Bretanha para o mix da revitalizada Mighty World of Marvel, agora mensal, sob a batuta de Dave Thorpe e Alan Davis. Quando Thorpe deixou a série, foi sucedido por um certo barbudo de Northampton, que garantiu a Brian Braddock as aventuras mais estranhas e incríveis que já haviam sido concebidas. A popularidade das novas histórias do Capitão transferiu o personagem para outro título em 1982, The Daredevils, no qual compartilhava as páginas com outro sucesso da década de 80, o Demolidor …