Todos os posts com a tag: alex ross

Atirando-se do Alto da Ponte. Suicidas, de Lee Bermejo e Matt Hollingsworth

Dizem que a nova Vertigo, sem a grande editora e fundadora Karen Berger, não é mais a mesma. Títulos fracos, sem apelo e que deveriam muito em conteúdo para a nascente preponderância da Image Comics em títulos de propriedade do autor. Suicidas faz parte dessa leva. Será que ele confirma essa teoria? Vamos ver a seguir. Anúncios

10 Roteiristas e Desenhistas Negros dos Quadrinhos

Quadrinhos podem ser paradoxais para criadores negros. Afinal, quando você lê um quadrinho, não sabe que cara tem a pessoa que fez ele. E isso pode ser bom ou ruim. Se por um lado atenua os preconceitos, por outro, invisibiliza o trabalho de uma etnia. Entretanto separei aqui uma lista com dez criadores negros de quadrinhos e mais duas autoras bônus. Sigam-me os bons!

Os Melhores Quadrinhos da Vertigo Que Li em 2016

De novo, essa lista contém praticamente relançamentos ou coisas de anos atrás lançadas pela primeira vez aqui. Será que as coisas que estão ficando chatas ou sou eu que estou ficando um velho, chato, exigente e resmungão com os quadrinhos? Que dilema! Bem, vamos lá aos melhores quadrinhos da Vertigo que li em 2016!

A Melhor HQ de Mark Millar: O Legado de Júpiter, de Mark Millar e Frank Quitely

Imagine que os super-heróis, no meio de um caos econômico e político mundial, decidem tomar as rédeas do planeta para si. E isso acontece no meio de um conflito de gerações super-heróico. Esse é o mote para O Legado de Júpiter, a última HQ de Mark Millar lançada no Brasil e a que eu considero a melhor de todas até agora. A seguir, conto mais sobre ela!

As Melhores e Piores Leituras de Março de 2016

Olá mergulhadores! Como foi o coelhinho? Foi um Sansão ou uma coelhada na cabeça? Bem, como é tradição, separei aqui as minhas melhores leituras do mês de março, que também é o mês das mulheres e o mês do meu aniversário e do aniversário do blog! É isso aí, completamos 8 anos no dia 15 de março! E eu completei… bem, deixa pra lá. Vamos às minirresenhas!

Destaques do Checklist Vertigo/Panini Para Dezembro/2015

Mês de novos encontros e velhas despedidas na Vertigo, mas também de continuidade de séries muito legais. Vamos saber quais são? PATRULHA DO DESTINO: RASTEJANDO DOS ESCOMBROS Quando a realidade não é mais a mesma e tudo é muito estranho para que você conviva com naturalidade no mundo, a quem você deve chamar? À Patrulha do Destino, a equipe mais estranha de todas! Criada nos anos 60, a Patrulha era uma equipe que morria e retornava dos mortos. Quase 30 anos depois, nas mãos de Grant Morrison, a equipe voltava com uma pegada que não é fácil de definir: surrealista, dadaísta, niilista? Bem, o importante que era fora do real e se tornou um dos quadrinhos mais loucos de todos os tempos. É bom frisar que Flex Mentallo também surgiu nas páginas da Patrulha de Morrison!   ASTRO CITY: O ANJO MACULADO Depois de nos brindares com uma história irretocável como Confissão (que você pode ler uma resenha nesse link), Kurt Busiek, Alex Ross, Brent Anderson e companhia nos trazem a história do homem blindado …

Te vejo no inferno! Hasta la vista, baby

As 10 HQs Mais Bem-Avaliadas do Guia dos Quadrinhos

O Guia dos Quadrinhos, o maior banco de dados sobre publicações nacionais do Brasil, além de permitir o usuário catalogar sua coleção de gibis, também permite-o avaliar as revistas que leu. Dessa forma, nas guias laterais do site, existe um ranking das revistas mais colecionadas e, logo abaixo, das melhores avaliadas por seu público. Esses rankings são inconstantes e mudam de tempos em tempos, porém resolvi pegar uma amostra de hoje 21/03/15, às 22h, para trazer uma amostra das 10 HQs que o público brasileiro colecionador de quadrinhos considera as melhores edições já publicadas.

Death by Design, de Chip Kidd e Dave Taylor

Morte Pelo Design. Batman: Death by Design, de Chip Kidd e Dave Taylor

O lançamento de uma graphic novel pelo notável designer Chip Kidd foi muito celebrado nos EUA, porém não atende a tanto burburinho sobre ela. Chip Kidd é um designer de livros e capas de livros muito experiente, prolífico e bem cotado nos EUA. Ele trabalha bastante com quadrinhos e capas de encadernados e livros relacionados, principalmente aqueles que tem a ver com a DC Comics. Kidd fez o logotipo da minissérie Trindade e da linha Grandes Astros DC, por exemplo Ganhou prêmios como livro Mitology: The DC Comics Art of Alex Ross. Também com Peanuts: The Art of Charles M. Schulz e com Batman: Animated. Death By Design é a sua primeira graphic novel. A história tenta fazer que dois acidentes do mundo real em edificações passem a fazer sentido no mundo de Gotham City, envolvendo as Empresas Wayne, o Batman, o Coringa e as tão comentadas empreiteiras corruptas de hoje em dia. Apesar de ele não cometer erros de roteirista principiante, afinal teve assessoria de Neil Gaiman, alguns (vários) problemas são notados. Por outro …

Eram os Deuses Astronautas?, Terra X, de Alex Ross, Jim Krueger e John Paul Leon

“Morra antes de morrer. Não resta chance depois”. – C. S. Lewis Terra X, minissérie criada por Alex Ross e Jim Krueger, com desenhos de John Paul Leon, mostrava o Universo Marvel daqui a 20 anos, uma Terra onde todos os humanos possuem poderes. Publicada em 1999, depois do grande sucesso de O Reino do Amanhã (Kingdom Come, da DC Comics, de Mark Waid e Alex Ross, que também mostrava o futuro distópico do universo de Superman e Batman), a Marvel resolveu chamar Ross para fazer a sua versão do que aconteceria no Universo 616. A proposta era a de mostrar o que REALMENTE iria acontecer com o Universo Marvel, mas algumas discrepâncias editorias acabaram transformando aquelas histórias em uma dimensão alternativa. O QUE É O MAL? Na minha primeira aula de Cultura Religiosa na faculdade – a qual éramos obrigados a cursar, pois a PUCRS é uma universidade católica -, eu pensei que teria um repeteco das coisas que vi na catequese e nas inúmeras aulas de religião que tive ao longo de uma …

A História em Quadrinhos de Super Heróis Definitiva

E se eu perguntasse qual seria para você a obra que define o gênero dos quadrinhos de super-heróis? O que você me responderia prontamente? Watchmen? O Cavaleiro das Trevas? Grandes Astros: Superman? Eu discordaria. Não acho que seja nenhuma daquelas. E talvez a resposta surpreenda você. Primeiro vou justificar porque as obras acima não cabem no pressuposto: todas elas sim, homenageam a indústria e a mitologia dos super-heróis, mas todas de certa medida se utilizam da reconstrução do gênero. Elas não reverenciam o gênero em si, mas o refazem, o repensam, refletem. Sim, são muitos RE’s. “A sociedade Ocidental legitimou o invencível Superman, que os serviu quando o sistema era ameaçado por um inimigo invencível. O Batman apareceu quando Dick Tracy não estava mais disponível para lidar com os grandes crimes. O Homem-Aranha se juntou ao elenco de heróis quando nós não éramos mais inocentes o suficiente no que tangia à perfeição dos nossos super-heróis; e o Spirit veio quando deveria haver um caso perfeito de heroísmo que não eraa terá natal de homens e …

Desmitificando os Super-Heróis, por Manuel Jofré

“A ideologia burguesa tem como função objetiva inverter a realidade. Nega a existência de classes sociais, definindo os homens como um todo coerente e unido, por exemplo. Ou, em outro momento histórico, não se preocupa em negar as classes sociais, as quais aceita, senão que nega a luta de classes e propõe, em toca, a possibilidade de ascensão social para alguns (arrivismo). Também pode propor soluções universais pra os conflitos: o amor (assexuado, evidentemente). O papel da ideologia é eliminar as contradições que os homens e o sistema social capitalista possuem. Nega ou deforma o fato histórico de que existem países desenvolvidos e subdesenvolvidos (fixando o espaço das histórias em quadrinhos numa terra de ninguém, como, por exemplos, nos casos do oeste, da selva ou da Gotham City de Batman), nega a existência da burguesia e do proletariado (colocando o rico como paternalista e o pobre como delinquente, vivendo em harmonia), nega a transformação social (propondo um mundo circular onde sempre triunfam os super-heróis, seja Batman, Tarzan ou Zorro), nega a propriedade privada dos meios …

Meu primeiro sebo de quadrinhos

Após termos sido completamente fisgados pelo mundo dos gibis com continuidade – o que acontecia numa história repercutia na história segunte – e com todo um novo universo de personagens, começamos a comprar X-Men com regularidade. Bem a tempo da avalanche de revistas mutantes que a Abril havia programado para o ano de 1996, a fim de adiantar as revistas dos X-Men. Por isso, em todas as revistas mutantes da Abril vinha o famoso “Checklist Mutante” com todos os especiais e minisséries. Com tanta coisa acontecendo, nossa mesada não daria para comprar todas aquelas revistas programadas, mas meu pai tinha um amigo que trabalhava na distribuidora de revistas da cidade e conseguia as revistas para nós depois que iam para o encalhe. Então conseguimos acompanhar tudo – menos a minissérie Cable: Sangue e Metal, porque não gostávamos do Cable. Em janeiro desse mesmo ano saía a minissérie Guerra Infinita, em que o lado negro de Adam Warlock, Magus, vinha para a Terra e criava versões distorcidas de todos o heróis da Marvel, as contrapartes malignas. …

Zan, Jayna e Gleek. Novas versões de sidekicks para os SuperAmigos, diretamente de Space Ghost.

Super Gemas: gratinar!

Os Super Gêmeos são dois heróis criados para o desenho dos SuperAmigos, em 1977. Com a junção de suas mãos e o grito: “Super Gêmeos, ativar!” eles usavam seus poderes. Jayna podia se transformar em qualquer animal (terrestre, aquático, aéreo, extraterrestre e mitológico) e Zan se transformava em água em qualquer uma de suas formas. na forma sólida ele podia ser objetos feitos de gelo também. Os dois irmãos tinham como animal de estimação o macaco alienígena Gleek, que ora estragava, ora salvava o dia. Todos eram oriundos do planeta Exxor. Os heróis fugiram de um Circo Espacial ( ! ) e foram para em um planeta onde um inimigo do Superman planejava bombardear a Terra. Os gêmeos e o macaco vão, então, ao nosso planeta avisar a Liga da Justiça sobre os planos do vilão. Os heróis decidem ficar na Terra substituindo Marvin, Wendy e seu cão, Marvel (os sidekicks originais dos SuperAmigos) na equipe. Para viver uma vida normal, sua identidade civil era Johan e Johanna Fleming, vindos de Esko, na Suécia. Os …