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Os Quadrinhos Mais Vendidos em Livrarias de 2016

O ano (quase) acabou! Então é o hora de conferirmos no site de informações editoriais Publish News quais foram os quadrinhos mais vendidos do ano de 2016. Vale lembrar que a lista aqui vale apenas para vendas em livrarias físicas, excetuando-se as vendas por meio digital, e aqui são computadas apenas as grandes redes de livrarias como Cultura, Saraiva, Travessa e FNAC. De qualquer forma dá para traçar algumas análises. A lista das 30 mais vendidas e a análise estão a seguir. Anúncios

Os Melhores Quadrinhos da DC Comics Que Li em 2016

Neste ano, a editora das lendas publicou no Brasil a fase que ficou conhecida com DC&VOCÊ. Eu gostei muito dos títulos e da proposta da editora tentar trazer histórias que agradassem à todo tipo de público. Claro que durante essa iniciativa tivemos alguns percalços como o título do Constantine. Mas a variedade foi muito boa e uma pena que vários títulos não saíram por aqui. Temos que ser felizes com o que temos não é mesmo? Ou não. Vamos aos melhores do ano da DC Comics:

Os Piores Quadrinhos Que Li em 2016

É amigos, nem só de flores, perfumes, cor-de-rosa e veadinhos saltitantes vivem os quadrinhos. Existe o lado podre e esquisito. Não, não estou falando dos quadrinhos de terror e nem das HQs do Marcatti. Estou falando dos quadrinhos ruins que a gente lê por aí e tem vontade de dar um soco na própria cara por ter comprado aquele lixo tóxico. Então aqui vão minhas piores leituras do ano, sendo que uso como política de boa-vizinhança (seja a do Chaves ou a do Roosvelt) de não usar quadrinhos brasileiros aqui. Sigam-me os bons, pra ver as ruins!

Constantine: O Personagem Melhor Construído dos Quadrinhos de Super-Heróis

Criado por ninguém menos que Alan Moore, o outro mago inglês surgiu pela primeira vez nas páginas de Saga do Monstro do Pântano. Baseado no cantor do The Police, Sting, o personagem John Constantine, o Hellblazer, conquistou gerações e gerações de leitores na marca adulta da DC Comics, o selo Vertigo. Lá ele ficou por trezentas edições – um recorde para qualquer personagem – quando migrou para o universo tradicional da DC Comics. Mas vamos entender porquê esse personagem é tão rico.

Destaques do Checklist DC Comics/Panini Para Abril/2016

Com a insurgência do evento DC & Você, a Panini traz três novas revistas da DC Comics à baila e mais vários encadernados de séries desse momento editorial. Como não somos do seleto grupo que recebe os checklists da Panini todo o mês, não reparem que as imagens tem a marca d’água do blog Planeta Gibi, uma ótima fonte quando se trata de lançamentos e novidades. #fikadika

As 10 Maiores Duplas de Criação dos Comics

Acredito que os quadrinhos funcionam melhor quando são em colaboração do que quando feitos por uma pessoa só. Duas cabeças pensam melhor que uma e, assim cada um pode se dedicar ao seu ponto forte e trazer essas vantagens para os quadrinhos. Os comics americanos funcionam muito nesse sentido colaborativo. E as melhores colaborações dos super-heróis serão comentadas agora.

Destaques nas Solicitações da DC Comics Para Abril de 2016

Como eu falei no post anterior, a DC Comics vem perdendo feio para a Marvel e outras editoras, como a Image e a IDW no quesito de revistas mais vendidas nos EUA. Eu seu plano de solicitações para abril mesmo foi difícil extrair alguns destaques. São apenas três. Vamos a eles.   ARLEQUINA PARA TODOS OS LADOS Com a aproximação do filme do Esquadrão Suicida – que, aliás, ganhou um trailer bem legal ao som de Bohemian Rhapsody, do Queen – nada mais acertado do que mirar na palhacinha mais arretada do universo DC. E, pelo que pudemos ver no trailer, a personagem de Margot Robbie vai conquistar os espectadores. Mas pelo lado das revistas da DC Comics, temos a estréia de uma nova minissérie da Arlequina: Arelquina e sua Gangue de Arles (Harley Quinn and Her Gang of Harleys), mostrando as variações de Arlequinas que se juntaram à palhaça do crime para hã… perturbar nossas cabeças. Além disso, teremos um especial da Harley com o Esquadrão Suicida, especial do Dia dos Bobos, a revista …

Hey, Zodíaco não eram uns vilões?

Os Signos dos Super-Heróis

Você abre o jornal e lá está o horóscopo dizendo como vai ser o seu dia. Mas mais do que predizer o futuro, os signos do zodíaco servem para traçar o perfil da pessoa que nasceu em determinado período do ano. Assim funciona nosso mapa astral. Você já sabe seu signo, mas nunca imaginou qual seria a representação do zodíaco para o seu super-herói favorito. Selecionamos aqui os principais super-heróis de cada signo, de acordo com suas caraterísticas e as representações dos signos do zodíaco. Confere aí: ÁRIES (21/3 – 20/4) Flash e Mercúrio: Eles são os homens mais rápidos das editoras Marvel e DC Comics e, portanto, os mais apressadinhos e impacientes, como todo bom ariano. Para eles tudo tem que ser na hora que desejam, eles não gostam de ficar parados num mesmo lugar e odeiam rotina. TOURO (21/4 – 21/5) Homem-Aranha e Vampira: Eles estão sempre acreditando que com grandes poderes vêm grandes reponsabilidades e insistem na sua opinião, por outro lado, são muito humildes, muito pé-no-chão e possuem baixa auto-estima. Costumam …

É a flecha no alvo, mas o alvo na certa não te espera...

10 Razões Por Que ARROW Merece Ser Assistida

Ontem decidi: vou começar a acompanhar ARROW. E o que aconteceu? Fiquei a madrugada inteira assistido. Oliver Queen, o Arqueiro Verde é um dos meus heróis preferidos da DC e, talvez essa seja a razão da minha resistência em assistir à série. Muitos amigos já haviam falado muito bem da série, principalmente o fã hardcore Pablo Sarmento, mas eu estava resistente. Havia pegado um pedaço da série na programação da Warner, mas não tinha me conquistado. Talvez por ser uma série que precisa ser vista desde o começo. Enfim, se passei todo esse tempo acompanhado Stephen Amell e cia, deve haver uma razão. Então aqui vão 10: AGRADA AO PÚBLICO NOVO: Um trama bem desenvolvida, com intrigas, traições revelações. Não sei qual veio antes, mas entendi que Arrow é um Revenge para o público masculino e vice-versa. Não que ela não possa agradar às damas, pois tem motivos de sobra para tanto. Mas a série de Emily Thorne é um sucesso por uma razão e eu vejo que a estrutura da série e dos episódios, …

O Crime e o Castigo de Garth Ennis

Uma coisa que sempre me irritou na carreira de Garth Ennis, para além das escatologias que ele insiste em colocar nas suas histórias, é aquela história de todo quadrinho que ele publica ter a tal da “parceria masculina”. Homens unidos fazendo escrotices e adorando. Isso está nas histórias do Constantine, que estão saindo aqui pela Panini Vertigo  e também no seu adorado idolatrado salve salve Preacher, que também sai esse mês em novos encadernados pela editora italiana. Mas desde seu início Ennis já dava sinais dessa temática já nas revistas da 2000 A.D. lá na Inglaterra, onde começou. Outro ponto do Garth Ennis que não gosto é sua ojeriza aos super-heróis, tentando transformá-los sempre em fatores de comédia, como na série The Boys, que iniciou na Wildstorm e terminou na Dynamite Comics. Apesar de um aficionado pela Segunda Guerra Mundial, Ennis afirma que escrever uma história do Capitão América seria “extremamente ofensivo, porque para mim a realidade da Segunda Guerra era muito humana, caras comuns de carne e sangue chafurdando em miseráveis trincheiras inundadas. Então adicionar …

Os sonhos e pesadelos de Sandman

Sonhos estão sempre presentes nos quadrinhos, podemos vivenciar os maiores medos e os maiores desejos dos personagens. Entretanto, nas histórias em quadrinhos de super-heróis esses parecem ser os únicos aspectos dos sonhos que existem. Existem milhares de histórias aí para provar. Mas fica mais estranho quando somos apresentados a sonhos e pesadelos de grupos, pois todos parecem sonhar da mesma maneira ao mesmo tempo. O que não acontece muito parecido na vida real. Dividir os personagens vem de uma tradição desde que o primeiro grupo de super-heróis, a Sociedade da Justiça, foi criada. Nessas histórias não havia muta interação entre os heróis e cada um devia responder por uma parte do combate. O mesmo acontecia na Era de Prata, com a Liga da Justiça: cada personagem resolvia uma parte do problema e ainda garantia uma aula de ciências para seus alunos-leitores, bem no estilo Era Atômica. Assim foi ao longo do tempo, com os personagens acordando sobressaltados ou porque tiveram uma visão do futuro, remoeram algo do passado, viram seu maior desejo e não gostaram …

10 Motivos que tornam A Saga do Monstro do Pântano um quadrinho fundamental

No post anterior havia dito que o grotesco mudava sua cara com as histórias do Monstro do Pântano. Aqui vão algumas razões: A série foi um perfeito veículo para Moore. Apesar de ter a participação esporádica de super-heróis da DC, geralmente mantinha-se independente deles, dando a base para a origem da linha Vertigo.  Ajudou a tornar os quadrinhos mais sofisticados, focando num público adulto.  Foi a primeira história em quadrinhos de horror a aproximar-se de uma perspectiva literária desde os quadrinhos da EC Comics.  A história trazia uma mensagem subjetiva hippie de paz, amor e harmonia, enquanto a criatura percorria uma área incomum do universo de horror.  Iniciou uma tendência, depois continuada por Neil Gaiman, de unir o vasto rol de personagens sobrenaturais da DC Comics e interligá-los.  Fez as vendas saltarem de 17.000 para 100.000 exemplares, levando a DC a colocá-lo para roteirizar histórias de personagens mais conhecidos. Foi um dos primeiros quadrinhos da “invasão inglesa”, cujo objetivo era trazer quadrinistas ingleses, conhecidos por seus trabalho em revistas como 2000 A. D., para retrabalharem …