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Os 30 Novos Títulos da Expansão da Coleção de Graphic Novels DC Comics da Eaglemoss Comentados

A editora Eaglemoss anunciou recentemente através do site Universo HQ que sua Coleção de Graphic Novels da DC Comics terá uma expansão de mais 30 edições, começando pela primeira parte de Mulher-Maravilha: O Ataque das Amazonas. Nesta postagem iremos comentar o conteúdo de cada um desses títulos que vem por aí e, no final, em nossa humilde opinião, se pretendemos ou não adquiri-los e por que razão. Um dos motivos de reclamações dos leitores sobre essa coleção é o aumento constante de preços. Os encadernados começaram a serem vendidos por um preço regular de R$ 49,90 a partir da quarta edição e chegaram a R$ 79,90 na edição 101 que será lançada agora. Por isso, saber escolher que encadernados levar é importante. Vamos à lista.

Melhores e Piores Leituras de Julho de 2018

O mês de julho foi bem propício para ficar em casa, debaixo das cobertas e lendo um bom dum gibizinho, não é mesmo mergulhadores? Até por que, se pudéssemos, não faríamos mais nada nesse tempo modorrento. Ah, e também teve a Copa, que não deixou as pessoas quietas e fez com que todo mundo se agitasse, gostando ou não de futebol. Infelizmente ninguém passa incólume pelo campeonato mundial do esporte bretão. Então, esse mês trazemos mais de 25 mini resenhas para vocês se divertir com bons quadrinhos e se afastar das más leituras. Em julho, em especial tivemos muitas más leituras, como você vai ver. Mas você vai ver muito mais coisas aqui, eu prometo!

Destaques dos Checklists Inexistentes da Marvel, DC Comics e Vertigo da Panini Comics Para Maio de 2018

É algo assustador como a Panini Comics Brasil consegue ter uma comunicação com seu leitor e com os blogs, videoblogs, podcasts de quadrinhos tão incrivelmente ruim. Para quem olha de fora, deve imaginar que trabalhar no marketing da Panini deve ser um mar de rosas, porque não vemos a editora mexer um dedo para divulgar as suas coisas do jeito correto. Para se ter uma ideia, estamos a pouco dias do fim do mês de maio e seus hotsites não foram atualizados. E todo bendito mês é o mesmo drama. A maldita editora não manda um newsletter para seu público e nem release para os blogs e cada vez dificulta mais o acesso às informações de suas publicações. Caçando lá e cá aqui e ali só no final do mês, com as publicações já nas bancas podemos comentar seu “checklist inexistente”.

Destaques do Checklist DC Comics / Panini Comics Para Abril de 2018

Depois de uma dificuldade técnica e comunicacional da Panini no mês passado, esse Mês os hotsites voltaram a funcionar e, com eles, vieram os checklists. Pelo menos o da DC Comics. Este mês tem novidades para todos os gostos e formatos, dando destaque para a publicação do Superman de Curt Swan e Dennis O’Neil, comemorando os 80 anos do personagem. Sem mais delongas, vamos aos destaques.

Olha! À sua direita! É o Luciano Huck? É o Rei do Camarote? Não! É o SUPERCOXINHA!

Seria o Superman uma alegoria ao Fascismo? (ou ele só é um coxinha?)

Em sua HQ Superman: Entre a Foice e o Martelo, Mark Millar imaginava o que aconteceria se o foguete que trouxe Superman de Krypton tivesse caído na URSS e não nos EUA. Durante a Guerra Fria, a “posse” de um super-homem não só beneficiaria a guerra para o lado dos soviéticos, como também garantiria o controle de todo o poder do mundo nas mãos do Superman. Kal-El havia se tornado um fascista tão horrível quanto Hitler, Mussolini ou Stalin. Por outro lado, crescendo nos EUA, o Superman se tornou o símbolo da liberdade. Mas será isso mesmo? Em Gargantua, Rabelais criticava àqueles que colocavam um sentido cristão nas obras de Homero, uma vez que as obras haviam sido compostas séculos antes do cristianismo. O mesmo é feito com o Superman, de Siegel e Shuster que, dizem ter uma interpretação messiânica. O herói kriptoniano seria uma alegoria de Moisés, uma vez que seus criadores eram judeus. Mas como saber se esta foi realmente a intenção dos autores? Continuando com o homem de aço, sabe-se que sua primeira versão foi criada poucos anos depois da quebra …

O Começo, o Fim e o Meio. Rising Stars: Estrelas Ascendentes, de J. Michael Straczynski e Vários Artistas

Muitos gostam de comparar Rising Stars: Estrelas Ascendentes com Watchmen. Mas não é bem por aí. Apesar da obra ter algumas semelhanças e começar com a premissa: quem está assassinando os Especiais de Pemberton, o rumo que a narrativa toma é muito maior e mais ambicioso que Watchmen. Basta tentar concluir se ela conseguiu atingir seus objetivos. A história de Rising Stars é contada pelo ponto de vista do Poeta, um dos Especiais de Pemberton, crianças superpoderosas que, no momento da sua concepção foram atingidas pela energia de uma bola de fogo que rasgou os céus da cidade de Pemberton, nos Estados Unidos. A partir daí, esses garotos foram doutrinados e controlados pelo governo americano. Straczynski é um escritor famoso. Criou a série Babylon 5, escreveu o roteiros para o filme A Troca (The Changeling), com Angelina Jolie. Nos quadrinhos, já teve em suas mãos as revistas do Homem-Aranha, Superman, Mulher-Maravilha, entre outros. Straczynsky é muito lembrado pelos seus começos. Sempre inicia uma trama com uma premissa instigante. Assim fez com Rising Stars, com Poder …

Superman e a Santíssima Trindade – O Pai, por Alan Moore

Vamos aproveitar a passagem do Papa Francisco pelo Brasil e do Superman, o Homem de Aço, pelos cinemas, e falar da Cristandade com os Quadrinhos? Bem longe de catequizar ou profanar, este artigo serve para estabelecer comparações. Tentei usar cada aspecto da Santíssima Trindade Cristã por um dos autores considerados a própria “Santíssima Trindade” dos quadrinhos de super-heróis: Alan Moore, Frank Miller e Neil Gaiman. O Superman é um personagem muito visado pelos roteiristas de quadrinhos, mas, diferente do que se pensa, também é muito difícil de ser trabalhado, devido, vamos dizer, ao seu aspecto messiânico. É por esse Temor à Deus – e quem fez catequese deve saber a que temor eu estou me referindo – que muitos deles declinam dos convites para produzirem uma história com o Homem de Aço. Quando esses figurões tentam realizar uma história com o Superman, dado seu valor como ícone, como o santo supremo dos super-heróis, preferem contar uma história através do artifício do “personagem ausente”.  São os outros que espalham sua palavra por aí contando seus feitos, sem …