Todos os posts com a tag: dave gibbons

Que Quadrinhos Inspiraram a Famigerada Fonte Comic Sans?

Talvez a Comic Sans seja a fonte mais usada e mais odiada do mundo. Ela se tornou exemplo de design mau feito, pois as pessoas achavam a fonte bonitinha e queriam usar em tudo que se aplicasse à sua vida. Mas é inegável que sua inspiração veio dos quadrinhos. Mas, afinal, quais quadrinhos inspiraram a famigerada fonte Comic Sans?

Anúncios

Saudades: Vertigo (Opera Graphica)

As histórias presentes nesta segunda encarnação de uma revista com o título Vertigo são, em grande parte, editadas pelo atual chefão da Marvel, o editor-chefe Axel Alonso. Aqui ele reuniu um time de alto escalão dos quadrinhos para trazer histórias curtas e contundentes que deixam o leitor abismado nos temas crime, horror, guerra e western.

Os 10 Maiores GOLPISTAS dos Comics

Opa, parece que a pauta da semana é Golpe. Nem imagino porquê. Mas dizem que o Conde Drácula que suga sangue novo e se esconde atrás da capa assumiu o governo numa certa republiqueta de bananas. Então vamos aproveitar o ensejo e mostrar pra vocês outros vilões dos quadrinhos que subiram ao poder através de um golpe de estado. Nada a Temer, caros mergulhadores!

Um Sonho De Rorschach

Como o universo de Watchmen interagia com o o Universo DC regular antes do Rebirth? Ficamos sabendo, através do Rebirth, que foi graças a um ato de criação do Dr. Manhattan que o mundo dos Novos 52 foi criado. Uma história publicada em The Question #17 e 18, de 1988, apresenta ao leitor um dos personagem de Watchmen: Rorschach. Venha comigo se quiser saber!

Frank Miller e Seus Colaboradores Frequentes

Muitos artistas renomados trabalharam com Frank Miller. Alguns exemplos são incrível detalhista Geoff Darrow (Hard Bolied: À Queima Roupa e Big Guy & Rusty), o co-autor de Watchmen, Dave Gibbons (Liberdade e Martha Washington Vai à Guerra), o multiplataforma dos quadrinhos Bill Siekiewicz (Elektra: Assassina). Vamos saber mais? Venha comigo se quiser viver!

SplashPod S01 E08 – Tudo Sobre Watchmen!

Olá, mergulhadores! Voltamos com mais um novo episódio de Splashpod, dessa vez comentando a obra-prima de Alan Moore: WATCHMEN! Entrando (ui!) nos aspectos mais profundos da série, como origens dos personagens, impacto nos quadrinhos, o filme, Antes de Watchmen e muitos outros aspectos nada convencionais que só o pessoal do Splash Pages conseguiria comentar em um podcast! Ah, e se você quer saber o que Watchmen tem a ver com Julio Iglesias, eis a sua chance! TRACKLIST: (00:00:00) Abertura (00:01:00) O Que é Watchmen? (00:02:49) Estrutura de Watchmen (00:06:12) As Edições de Watchmen (00:12:08) Se tu não leu Watchmen até agora… (00:14:25) Como Watchmen mudou nossas vidas (00:18:00) A História de Watchmen (00:22:50) O Contexto de Watchmen (00:25:40) O Comediante (00:27:51) O Coruja (00:31:40) Espectral (00:36:00) Ozymandias (00:38:30) Rorschach (00:39:45) Watchmen, De Leve Pela Contramão (00:42:30) Rorschach é gay? E o Ozymandias? (00:45:00) Dr. Manhattan (00:49:50) Contos do Cargueiro Negro (00:54:48) Raw Shark (00:56:30) Watchmen – O Filme (01:03:30) A primeira assistida ninguém esquece. “Nos anos 90 espalhavam cocaína no ar!” (01:05:15) Impacto Cultural de …

Te vejo no inferno! Hasta la vista, baby

As 10 HQs Mais Bem-Avaliadas do Guia dos Quadrinhos

O Guia dos Quadrinhos, o maior banco de dados sobre publicações nacionais do Brasil, além de permitir o usuário catalogar sua coleção de gibis, também permite-o avaliar as revistas que leu. Dessa forma, nas guias laterais do site, existe um ranking das revistas mais colecionadas e, logo abaixo, das melhores avaliadas por seu público. Esses rankings são inconstantes e mudam de tempos em tempos, porém resolvi pegar uma amostra de hoje 21/03/15, às 22h, para trazer uma amostra das 10 HQs que o público brasileiro colecionador de quadrinhos considera as melhores edições já publicadas.

Chris Ware e Building Stories: uma mídia dentro da mesma mídia ad abismum

A Era dos Quadrinhos de Forma

Estamos vivendo uma era em que os quadrinhos precisam se fortalecer em seu suporte mais antigo: o papel. A concorrência está aí. São os webcomics, os motioncomics, os quadrinhos em app, os quadrinhos em PDF e digitais pirateados. Mas o papel continua forte. A razão é que, por mais arcaico que seja, a leitura em papel permite uma experiência única no caso dos quadrinhos. Através dele, o conhecimento está nas mãos do leitor, que controla o ritmo da história e da leitura. Hoje muitos quadrinhos brincam com a forma como são produzidos, seja no layout de página, seja no design gráfico, nas onomatopeias, enfim, os quadrinhos de hoje abusam dos recursos gráficos para tornar essa mídia plena. Mas como foi que chegamos a esse patamar? Vou explicar em alguns itens. INFLUÊNCIA DAS GRAPHIC NOVELS Na metade da primeira década do século XXI, as graphic novels começaram a se proliferar nos EUA e no Brasil da mesma forma que os álbuns fazem na Europa. Porém, a diferença é que as graphic novels vindas dos Estados Unidos …

A Zebra: Dark Horse Apresenta #1

A nova aposta da HQM Editora para as bancas é a última encarnação da revista Dark Horse Presents. Em 1988, quando a editora independente foi lançada, a DHP era o carro-chefe da casa publicadora, trazendo nomes como Paul Chadwick e seu Concreto. A editora ganhou corpo e logo tinha sob sua posse os direitos de publicação de diversas linhas de quadrinhos do cinema, entre elas, Star Wars, Aliens e Predador. Foi também por ela que saíram o coelho-samurai, Usagi Yojimbo, de Stan Sakai e a cultuadíssima Sin City, de Frank Miller. Na Dark Horse, Miller executou a maioria dos seus trabalhos dos últimos tempos, como Liberdade, com Dave Gibbons; Big Guy e Rusty, o Menino-Robô e Hard Boiled, com o ultradetalhista Geoff Darrow, e a aclamada 300. E pegando carona com o lançamento do novo filme do universo de 300, A Ascensão de um Império, que a revista apresenta um preview da nova graphic novel de Frank Miller, Xerxes. Mas quem rouba a cena são os quadrinhos que vão mais para o estilo independente do …

10 Motivos Para ler a Juiz Dredd Megazine

Há quase um ano a Mythos Editora lançou a primeira revista seriada do Juiz Dredd, trazendo material da icônica revista em quadrinhos inglesa, 2000 A.D.. O Juiz sempre foi popular aqui, aparecendo em crossovers e tendo estrelado dois filmes: o primeiro com Stallone como o autoritário do futuro e o segundo, mais recente, lançado no ano passado. Porém, o personagem nunca tinha ganhado um tratamento como este. Já são 11 edições mensais, um especial de Natal e um encadernado em capa dura. Confira abaixo, dez razões para você acompanhar esta revista: 1. ALAN MOORE: Quem no mundo dos quadrinhos nunca ouviu falar dele? O mago barbudo é um chamariz de leitores e, por isso, seu nome figura sempre no topo da edição da Megazine. Na 2000 A.D., entre muitas séries, ele escreveu os Choques Futuristas de Targh e Distorções Temporais, narrativas com um clima borgiano ou aasimoviano, mas com muito humor negro. Histórias em quadrinhos curtas sempre acabam ganhando a simpatia dos leitores e, quando realizadas por uma pessoa do calibre de Moore, os conquistam …

Avaliação Geral: Antes de Watchmen

Antes de Watchmen foi um projeto polêmico. Como a maioria das coisas no mundo dos quadrinhos, já veio malhada antes de nascer, seja pelos fãs da série ou pelo criador ranzinza, Alan Moore. De qualquer forma foi um sucesso de vendas e a polêmica que gerou em torno de si serviu apenas para divulgar ainda mais as minisséries. Aqui no Brasil, foram publicadas oito encadernados, entre junho de 2013 e janeiro de 2014. Aqui vai uma breve avaliação de cada um deles: Coruja é uma minissérie que traz um caso do passado do vigilante. Um dos últimos trabalhos de Joe Kubert ao lado do filho Andy. O roteiro de Straczynski é de mediano para fraco, bem longe de seu potencial. Não se encontra muito das marcas de estilo de Moore, por outro lado é pouco arraigada à história da minissérie original e inova como se o personagem tivesse série própria. O encadernado da Espectral foram um dos melhores da iniciativa. Falei mais sobre ele aqui. Rorschach é uma das piores minisséries. Um dos personagens que …

Somente a verdade vos libertará: Antes de Watchmen – Minutemen, de Darwyn Cooke

Uma das coisas mais importantes em Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons foram as sugestões. Muitos personagens não tiveram seu destino revelado explicitamente, mas podíamos saber muito sobre isso se lêssemos com um pouco mais de atenção. É o caso dos personagens dos Minutemen, como o Justiça Encapuzada, Silhouette e o Traça. Em Antes de Watchmen: Minutemen, Darwyn Cooke revela estes destinos de uma maneira mais reveladora, mas sem deixar de lado a sugestão. Escolher um artista como Cooke foi um acerto, pois ele trabalha bem a parte artística e também o texto. E com três itens vou dizer por que Darwyn Cooke foi a escolha ideal para esta minissérie/especial: O “SPIRIT” DA COISA Assim como fez com o vigilante mascarado de Will Eisner, Cooke sabe como poucos prestar homenagens. Sejam elas da forma visual, sugerindo coisas através de um detalhe, um close, objetos ou até mesmo na tonalidade monocromática de um quadro. Seja por meio de textos, como a citação do livro Jardim de Versos, de Robert Louis Stevenson. Ou quando combina as …

Os melhores Quadrinhos de Super-Heróis que Li em 2013

ANTES DE WATCHMEN: DR. MANHATTAN, J. MICHAEL STRACZYNSKI E ADAM HUGHES A série Antes de Watchmen teve seus altos e baixos. Os altos, até agora – falta sair a minissérie dos Minutemen – , foram os volumes do Dr. Manhattan e da Espectral, ambos resenhados neste blog. Os piores, do Roscharch e do Ozymandias. O que faz das minisséries do Dr. Manhattan e da Espectral tão boas é a ousadia. Através da iniciativa de ir um pouco além da história apresentada por Alan Moore e Dave Gibbons, os autores destes contos do passado, mostram porque – além dos milhares de dólares envolvidos – era possível fazer novas histórias no universo de Watchmen. Por outro lado, histórias como as de Roscharch, que mostra um caso do anti-herói e de Ozymandias, um vergonhoso conto que só faz um apanhado preguiçoso da história do “salvador do mundo” em ordem cronológica, dizem para o leitor que em certos cânones não se deve mexer. Apesar das grandes polêmicas que estes retcons provocaram no mundo dos quadrinhos, como a óbvia e …

Mundo: um aparelho que funciona – Antes de Watchmen: Dr. Manhattan, de J. Michael Sctraczynski e Adam Hughes

O especial de retcon do Dr. Manhattan é um dos mais interessantes lançados até agora. Como toda aventura espaço-temporal, ele nos faz repensar Watchmen – só que não. A história toda é um grande “What If?”, começa com uma discussão a respeito do que tem dentro de uma caixa e as possibilidades do espectador de vê-la aberta e o conteúdo dela. Muito mais do que a caixa do gato de Schrödinger – história que qualquer um que assistiu The Big Bang Theory conhece – Jonathan Osterman, o Dr. Manhattan, está lidando com uma caixa um pouco mais conhecida: a de Pandora, que não deixa de ser, claro, a caixa do gato de Schrödinger. Assumir que existem múltiplas possibilidades e que cada escolha nossa gera um novo mundo é confinar a caixa de Pandora e a caixa de Schrödinger a um único invólucro: o corpo humano. Essa é a grande caixa da história: o corpo do Dr. Manhattan, capaz de dobrar tempo e espaço. A história começa quando Jon visita uma realidade em que acabou não …

Imagine a Marvel (opa, Stan Lee) criando a DC Comics

Uma análise das revistas Imagine DC Comics de Stan Lee que saíram aqui no Brasil no início da década passada. No início dos anos 2000, com o desligamento total de Stan Lee da Marvel Entertainment Group, logo depois da empresa pedir falência e quase deixar de existir, “O CARA” criou seu próprio universo de super-heróis para a web, a Stan Lee Media e, depois, a POW! Entertainment. Então, em 2001, a DC o convidou para reimaginar seu universo através da visão da Marvel (opa, de Stan Lee) na série Just Imagine Stan Lee Creating…, No Brasil, as revistas saíram no ano seguinte, apenas chamadas Imagine… de Stan Lee.  O resultado foi bem, hã, interessante na maioria dos casos. Mas há certos ícones que, por mais que se mexa, não se pode mudar sua essência. A não ser que se invente uma história totalmente nova.  Antes de analisar brevemente caso a caso, com alguns gráficos, gostaria de explicar os critérios. Roteiro e arte, todo mundo sabe o que é. Marvelismo é como os personagens ficaram semelhantes a …

Antes de Watchmen: Espectral, de Darwyn Cooke e Amanda Conner

Antes de Watchmen: Espectral nem parece uma história de Watchmen e isso é o que faz dela uma boa história. Não, eu não estpu criando polêmica dizendo que a HQ cultuada de Alan Moore e Dave Gibbons é uma história ruim. Pelo contrário, é um cânone mais do que legitimado (por mais redundante que isso pareça). Mas Espectral é uma HQ simples, não confundir com simplória, que funciona independente da pessoa ter lido a narrativa em que se inspirou. Por outro lado, se utiliza de elementos estilísticos que fizeram de Watchmen o que é. Por que essa HQ funciona? Bem, vou listar os itens pra você não se cansar e não se perder: 1. SIMPLICIDADE Certa vez eu li uma entrevista com Scott Lobdell – ok, talvez não seja o melhor exemplo, mas é um roteirista de sucesso – ele disse que quando você quer começar nas histórias em quadrinhos, não deve tentar fazer coisas muito rocambolescas: epopeia espacial, épicos históricos, com monstros gigantescos e heróis consagrados. Não. Deve buscar as coisas mais simples, histórias …

Os MInutemen!

20 motivos para ler Watchmen

Hoje saiu o trailer de Watchmen. Muito bom, por sinal. Visualmente fiel. O que me surpreende é que fora do mundinho nerd a maioria das pessoas não conhece Watchmen. Eu faço meu trabalho de catequista e empresto minha série de 12 revistas, em caixa especialmente feita pela Júlia, para a maioria dos meus amigos mais próximos e que topam ler a série. Quem topou, com certeza gostou. Mas aí você que não lê quadrinhos vem e me pergunta: “Mas por que eu vou ler essa coisa?”. Agora eu lhe dou os motivos: 1.Em termos comparativos com outras mídias, Watchmen é para os quadrinhos o que Cidadão Kane é para o cinema, ou o que Sgt. Peppers Lonely Heart Club Band é para a música. 2.A capa de cada edição/capítulo é um close de uma imagem que tem cicontinuidade na primeira página de história, funcionando sempre como o primeiro quadro desta. 3.Richard Kelly (Donnie Darko) e Darren Aronofsky (Réquiem para um Sonho, The Fountain) apontam o trabalho de Moore como uma das principais influências em seus …