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Melhores e Piores Leituras de Novembro de 2019

Olá mergulhadores! Chegamos a mais um final de mês e trazemos nossa infalível lista de melhores e piores leituras do mês! Em novembro foram mais de trinta leituras, entre as quais vinte e quatro foram boas e sete foram ruins. E não se esqueça que em dezembro começaremos nossas várias listas de melhores e piores de 2019. Você não pode perder! Enquanto isso, fique com nossas leituras de novembro, comentadas! Abraços submersos! Melhores REVISTA BANDA, VOLUME 1, DE VÁRIOS AUTORES O maior defeito desta revista Banda é que podia ter mais. Ficou um baita gostinho de “eu quero mais” e “é disso que o Brasil precisa” (hahaha) no final da leitura. Uma revista redondinha bem pensada, bem feitinha, bonita, organizada e com artigos e temas que impressionam pela qualidade não apenas do texto mas da investigação feita com fontes de peso sendo utilizadas para dar suas declarações. Sim, a revista poderia ter um formato maior, ou com mais conteúdo como uma revista literária ou um tamanho maior, como é outra revista brasileira sobre quadrinhos, que …

Os 30 Novos Títulos da Expansão da Coleção de Graphic Novels DC Comics da Eaglemoss Comentados

A editora Eaglemoss anunciou recentemente através do site Universo HQ que sua Coleção de Graphic Novels da DC Comics terá uma expansão de mais 30 edições, começando pela primeira parte de Mulher-Maravilha: O Ataque das Amazonas. Nesta postagem iremos comentar o conteúdo de cada um desses títulos que vem por aí e, no final, em nossa humilde opinião, se pretendemos ou não adquiri-los e por que razão. Um dos motivos de reclamações dos leitores sobre essa coleção é o aumento constante de preços. Os encadernados começaram a serem vendidos por um preço regular de R$ 49,90 a partir da quarta edição e chegaram a R$ 79,90 na edição 101 que será lançada agora. Por isso, saber escolher que encadernados levar é importante. Vamos à lista.

Super-Heróis Que Já Visitaram o Brasil

Com a vinda de Conan para o Brasil em uma das últimas edições de Savage Avengers com o intuito de libertar escravas sexuais em Porto Alegre, resolvemos trazer para vocês uma listinha com alguns outros super-heróis que já visitaram as terras tupiniquins. Adiantadamente já pedimos desculpas se deixamos alguém de fora, afinal não lemos todas as revistas de super-heróis do mundo. Mas podemos lembrar de algumas vindas memoráveis de super-heróis para o Brasil que trazemos nesta lista para vocês, mergulhadores. Comprem suas passagens para visitar as maravilhas do Brasil junto com nossos amigos super-heróis!

CONAN EM PORTO ALEGRE
Isso aconteceu na segunda edição de Savage Avengers. Conan, que está perdido em nosso tempo, despertou na Terra Selvagem, um bolsão de terra pré-histórica no meio da Antártida. Assim, ele foi atravessando o continente sul-americano a pé,até chegar a Porto Alegre, onde em uma boate foi servido por belas mulheres. Então percebeu que as belas mulheres não o faziam por vontade própria mais eram escravas sexuais o que desperta a ira de Conan, que parte para o quebra-pau. Engraçado que nas histórias dos anos 1970, escravas sexuais nunca revoltaram o cimério. Mas, né, eram tempos em que isso “podchya”. Aff…

BATMAN NO RIO DE JANEIRO
Em 1993 foi lançado pela Editora Abril um encadernado chamado Batman no Brasil, um arco de quatro histórias escritas por Peter Milligan e desenhadas por vários desenhistas clássicos do morcego. O Batman vem ao Brasil para capturar a Dama de Copas, uma mulher que vem enlouquecendo várias pessoas ao longo de sua “carreira”. Ele também enfrenta, aqui no Brasil, um vilão chamado O Idiota, o que diz muito sobre o que os gringos pensam sobre nós. Como não poderia bastar isso, Batman também se alia a um traficante de drogas para atingir seus objetivos. Aqui também o Brasil, como em Conan, é retratado cheio de florestas para tudo que é lado, não importa se estejamos na cidade ou no campo.

WOLVERINE NO RIO DE JANEIRO
Nesta esquecível história do mutante carcaju que pode se curar automaticamente, Wolverine vem ao Brasil, mais especificamente, ao Rio de Janeiro, atrás de um vampiro. Por isso, esse especial, publicado pela Pandora Books se chama Wolverine: Rio de Sangue, aqui no Brasil. Durante a história, Wolverine se embrenha em uma festa de carnaval e dá de cara com diversos homens vestidos de mulher e com travestis. Então faz algum comentário engraçadinho e continua a caçada. Bem esquecível, como falei.

CABLE NO RIO DE JANEIRO
Cable vem para o Rio de Janeiro durante a fase escrita por Darko Macan e desenhada por Igor Kordey. A história foi publicada aqui no Brasil em uma revista Wizmania. Nela, Cable precisa impedir uma máfia que põe mutantes para brigar feito galos de rinha e que fazem apostas por suas vidas. Cable, então, consegue salvar um menino brasileiro com poderes elétricos e pedir sua ajuda ao se infiltrar no sistema de apostas.

OS X-MEN: PRIMEIRA CLASSE EM FOZ DO IGUAÇU
Os X-Men vieram para o Brasil pela “primeira vez” durante a fase First Class, que reconta as histórias e aventuras inéditas da primeira turma de mutantes do professor Xavier, escritas por Jeff Parker e desenhadas pelo, claro, brasileiro Roger Cruz. Os X-Men aportam no aeroporto Afonso Pena em São José dos Pinhais com destino a Foz do Iguaçu. Lá, no meio das cataratas, eles encontram uma civilização perdida de mutantes. Ao ver o Anjo, uma menina lasca-lhe um beijaço “É assim que cumprimentamos os turistas por aqui”, diz a brasileira. Oloko, bicho! Uma brasileira dessas!

OS NOVOS MUTANTES NO RIO DE JANEIRO E NA AMAZÔNIA
A primeira vez que os Novos Mutantes vem ao Brasil acontece logo na história de formação da equipe, quando, unidos, os jovens mutantes precisam impedir que o Clube do Inferno assassinem o pai e a namorada de Roberto da Costa, o Mancha Solar. Mas eles acabam falhando. Mais tarde, os Novos Mutantes retornam ao Brasil, com o intuito de ir à Nova Roma, um enclave amazônico de pessoas que acreditam serem os descendentes diretos dos romanos e, por isso, resolveram viver como tais. Lá, eles encontram Amara Aquilla, a Magma, dona de poderes vulcânicos. Amara acaba se tornando integrante da equipe dos Novos Mutantes. Depois dessas aventuras, eles retornam algumas vezes para cá, mas nenhuma com tanto destaque como essas duas.

Você pode conferir mais sobre a primeira vinda dos Novos Mutantes para o Brasil neste link.

WOLVERINE EM FORTALEZA
Na graphic novel feita por franceses Wolverine: Saudade, o mutante canadense vem mais uma vez para o Brasil, mas desta vez para a capital cearense de Fortaleza. Lá, ele participa de festejos a Iemanjá enquanto combate uma gangue de mutantes que usam crianças como escravas através de seus poderes. Com uma ajudinha de Iemanjá, ou seria Iara? Ou Nossa Senhora dos Navegantes? Wolverine consegue desbaratar o esquema e ainda enviar um dos meninos, Xexéu, para a Mansão Xavier.

ANJO E MÍSTICA EM RECIFE
Sim, os mutantes da Marvel costumam vir para o Brasil muito mais do que qualquer outros super-heróis, não é mesmo? Desta vez o Clube do Inferno e os X-Men estão disputando para saber quem vai tutorar uma nova mutantes das praias de Recife, praias, estas, famosas por suas águas cheias de tubarões. A mutante em questão, Iara dos Santos, possui exatamente o poder de se transformar em tubarão. No fim da disputa, o Anjo acaba levando a melhor e levando Iara para os X-Men, onde assume o codinome de Menina-Tubarão. Nas histórias brasileiras, Iara costuma exclamar “Oxe!”, como uma boa nordestina.

AQUAMAN NA AMAZÔNIA
Aquaman já teve uma equipe secreta. Uma equipe que ficou responsável por ser guardiã e usufrutuária de diversos amuletos da mitologia atlante. Uma destas pessoas é a indígena Ya’Wara, uma silvícola brasileira, que possui um colar atlante que é capaz de teleporte. Ela também possui duas panteras negras de estimação. Foi criada por Geoff Johns e o brasileiro Ivan Reis para o arco Aquaman e Os Outros. Os Outros é o nome da equipe que possui os artefatos atlantes. Quando precisou da ajuda de Ya’Wara, muitos anos depois de terem se encontrado, e enamorado, pela primeira vez, Aquaman retornou às florestas equatoriais da Amazônia para pedir ajuda à sua antiga aliada.

Eae, que tal? Se lembra de mais heróis que vieram para o Brasil? se lembra, não deixe de comentar! Vamos ampliar essa lista! Abraços submersos na bandeira alviverde!

Melhores e Piores Leituras de Setembro de 2019

mergulhadores! Estamos de volta com nossa sessão mensal que expõe nossas melhores e piores leituras feitas durante o mês! Este mês tivemos poucas leituras, apenas 25 classificadas como boas e 5 classificadas como ruins. Mas você vai perceber que tivemos muitas leituras de livros sobre quadrinhos e que eles são importados, o que demanda uma leitura mais apurada e demorada. Mas está vindo um coisa muito legal nesse sentido, que só vou revelar quando estiver pronta. Enquanto você ficam especulando, aproveitem para dar uma olhada nas nossas leituras do mês de setembro. tem muita coisa legal (e outras, nem tanto!).

Bem Mais “Sagas Definitivas” da DC Comics pela Eaglemoss no Brasil

Que a Editora Eaglemoss vêm publicando diversos materiais na sua coleção de graphic novels da DC Comics, você deve estar sabendo, correto? Mas talvez você não tenha dado uma atenção maior à coleção irmã a esta, que publica as “Sagas Definitivas” da DC Comics no Brasil.Claro, o preço é maior, mas o custo benefício, no final das contas fica mais aproveitável do que manter a coleção principal. E tem muita coisa legal e material inédito ou que fazia muito tempo que não era publicado no Brasil. Neste post vamos falar um pouco mais sobre essa expansão da coleção “Sagas Definitivas” da DC Comics pela Editora Eaglemoss. 

Guia de Leitura: Mulher-Hulk

“O nome dela é Jennifer, encontrei ela na Disney!” Isso mesmo, gente! Nossa querida Jennifer Walters, a Mulher-Hulk está migrando para o streaming da Disney, o Disney+. Eu adoro as histórias desta personagem e, se você está querendo saber mais sobre a mulher verde, advogada e prima do Hulk, a hora é agora. Criamos um Guia de Leitura para você acompanhar as principais histórias da Mulher-Hulk ao longo dos tempos, desde sua criação por Stan Lee em 1980. Assim quando o seriado da verdona chegar às telinhas na sua casa, você já pode saber o que esperar! Venha conosco e ordem no tribunal!

Os Novos (Pela Enésima Vez) Jovens Titãs, de Adam Glass e Bernard Chang

Os Titãs são uma equipe que sempre está sendo relançada em novas séries de quadrinhos. Desde sua invenção, nos anos 1950, com certeza tivemos mais de dez versões de seus títulos, isso sem falar de suas equipes criativas e componentes de time. O último desses relançamentos foi o segundo título da equipe dentro da iniciativa Renascimento DC, dentro da continuação do evento Sem Justiça, que rearticulou as equipes de super-heróis da DC Comics. Este novo título dos Jovens Titãs, que aporta no Brasil este mês pela Panini Comics traz um gosto da dinâmica estabelecida nos anos 1980 pela dupla Marv Wolfman e George Pérez. Vamos falar mais a respeito disso, a seguir. 

Onde Estão “Os Contos do Cargueiro Negro” em O Relógio do Juízo Final

Com a chegada da terceira edição de O Relógio do Juízo Final nas bancas pela Panini Comics, acabamos nos perguntando onde um elemento importante de Watchmen acabou ficando. São Os Contos do Cargueiro Negro, uma parte metalinguística da saga de Alan Moore e Dave Gibbons em Watchmen que até ganhou uma nova versão em Antes de Watchmen. Mas, onde eles foram parar nessa nova homenagem à Watchmen por Geoff John e Dave Gibbons? Será que existe ligar para eles na narrativa? Será que eles foram substituídos por algo semelhante com o mesmo recurso narrativo? É o que vamos discutir neste post.

Melhores e Piores Leituras de Julho de 2019

Caros mergulhonautas e splashonados, já é agosto e julho chegou ao final! Então é hora do quê? Do quê? Da nossa listinha esperta de leituras melhores e piores feitas no mês, com diversos tipos de leitura, do europeu ao mangá, do gringo ao nacional, do mainstream ao experimental. Também temos algumas mini resenhas sobre livros teóricos sobre quadrinhos. São mais de quarenta mini resenhas este mês, então pegue sua pipoquinha para se preparar para ler essa enorme lista de leituras!

Discutindo a Segunda Edição de Relógio do Juízo Final

Julho foi o mês em que recebemos a segunda edição de O Relógio do Juízo Final, a minissérie que homenageia a seminal obra de Alan Moore e Dave Gibbons, Watchmen. A proposta é fazer uma intersecção do mundo de Watchmen com o mundo atual da DC Comics, onde vivem Batman, Superman, Mulher-Maravilha e seus aliados e inimigos. Nesta edição Rorschach, Ozymandias e seus aliados viajam na nave do Coruja até a realidade do Universo DC e se encontram com os homens mais inteligentes deste mundo: Lex Luthor e Bruce Wayne. Mas algumas coisas vão complicar no processo. Vamos falar um pouquinho sobre esta segunda edição neste post.

O Camp no Seriado do Batman: Afetação e Homossexualidade

Sabemos que a série do Batman de 1966 ajudou a ampliar o mito de que o personagem tinha relações homossexuais com Robin, mas de que forma esse tipo de interpretação era adquirida pelos telespectadores? Isso pode ser explicado com um estética que esteve em voga naquela época e que foi batizada de camp. O camp, o exagero nos adereços, adornos, vozes e gestuais, foi imediatamente associada à comunidade ao estilo e modo de vida homossexual. A maneira como Adam West e Burt Ward interpretavam seus alter-egos super-heróicos, com muita afetação e pavoneamento, fez com que a mítica ao redor da (homo)sexualidade de Batman e Robin fosse ampliada. Neste post vamos falar mais sobre o camp e como ele “afetou” o seriado e a percepção do homem-morcego pelo público que não consome quadrinhos.

A Continuação de Watchmen. O Relógio do Juízo Final, de Geoff Johns e Gary Frank

Depois da famigerada iniciativa da DC Comics que trouxe às prateleiras Antes de Watchmen em diversas minisséries por várias equipes criativas, a Editora das Lendas resolveu lançar a continuação de Watchmen. Mas não foi apenas nesse quesito que a DC Comics resolveu mexer no cânone de Alan Moore e Dave Gibbons. Eles também resolveram incluir o Superman e demais heróis da editora nesta trama, que promete (como todas megassagas) sacudir as estruturas da continuidade daquele universo. Neste mês de junho chegou às bancas brasileiras a primeira edição da minissérie pela Panini Comics. Depois de lida essa edição, vou traçar algumas opiniões sobre ela e como podemos estabelecer paralelos com a seminal obra que é Watchmen.

30 Personagens dos Comics Baseados em Palhaços (e Que Não São o Coringa e a Arlequina)

Os palhaços sempre estiveram presentes na cultura popular, misto de humor com terror, também são estrelas de inúmeros filmes perturbadores e de horror. Alguma pessoas desenvolvem uma fobia por palhaços que se chama coulrofobia. Eles se popularizaram com as apresentações da Comédia Dell’Arte na Itália, onde personagens como o Polichinelo e o Arlequim eram os mais populares. No carnaval de Veneza, as máscaras de Pierrot e da Colombina são algumas das mais populares. E, claro, nossos queridos quadrinhos também absorveram essas criaturas na forma dos populares e vilanescos Coringa e Arlequina. Mas existem mais personagens nos quadrinhos de super-heróis baseados em palhaços e você vai ficar sabendo dessa palhaçada agora mesmo, lendo este post.

Melhores e Piores Leituras de Março de 2019

Batemos mais um recorde! Um recorde próprio, claro! Mas se no mês passado tivemos cinquenta quadrinhos e/ou livros sobre quadrinhos resenhados, este mês nós temos 52 quadrinhos! Isso mesmo OS NOVOS 52!!! A DC Comics e o Dan DiDio curtiram muito isso, mas principalmente esse número cabalístico que apresentamos para vocês! Que coisa… Mas nem tudo são Novos Deuses neste mundo… Também temos Apokolips… Então temos uma boa dose de leituras ruins e radioativas para você evitar a todo custo. Ligue suas caixas maternas e vamos nos transportar para esse mundo das mini resenhas!

Diferenças e Semelhanças Entre o Filme do Aquaman e Seus Quadrinhos

Já faz algum tempo que o filme do Aquaman está nos cinemas no mundo todo. Não por acaso esta semana ele atingiu incríveis 1 bilhão de dólares na arrecadação da sua bilheteria mundo afora. Ou seja, já não é mais spoiler falar sobre o filme. O que se sabe sobre os elementos usados no filme é que ele foi baseado na fase de Geoff Johns, e dos brasileiros Ivan Reis e Joe Prado nos personagens. Geoff também foi o roteirista do filme e serviu como produtor executivo. O filme é muito bom e acerta mais que erra. Então decidimos trazer um apanhado de coisas que o filme possui em comum com os quadrinhos e coisas que ele não possui. Vamos lá?

Melhores e Piores Leituras de Outubro de 2018

Olá mergulhadores! Vocês se lembram daquele videogame e daquele quadrinho em que o Superman usa seus poderes para estabelecer uma ditadura tirânica sobre o planeta Terra e o Batman e aliados tentam derrubar o déspota? Pois é, se lembrem dessa história. Querem saber o motivo? Hum… É que tem o review do volume final de Injustiça: Deuses Entre Nós esse mês (e o começo de outra leva de Injustiça… cof… cof…). Este mês temos 32 mini reviews para todos os gostos. De tirinhas a livros teóricos, de super-heróis a autobiografias em quadrinhos. Trinta e dois ao todo, quatro mais ou menos e cinco ruins, o resto tudo bão. Aproveite enquanto ainda podem ler minhas resenhas. Tomorrow never knows.

Melhores e Piores Leituras de Setembro de 2018

Neste mês que passou, mais conhecido como setembro de 2018, foi o mês em que estive na Bienal de Quadrinhos de Curitiba, participando de alguns painéis e do artist alley. Também aproveitei para ler bastante por lá, muita coisa que comprei e troquei lá mesmo. Mas eu ando reparando que estou me tornando um velho chato e que ninguém escapa disso. Nos outros anos, havia no máximo três quadrinhos ruins na seção de ruins, agora são no mínimo quatro. Ou sou eu ou os quadrinhos tão ficando piores. Sei lá. Bem, neste post temos quase quarenta minirresenhas do mês de setembro, dentre as quais sete são ruins. Leia por sua conta e risco e tire suas próprias conclusões.

O Incrível Caso dos Desenhistas Clones

Existem desenhistas que, de enxergar de longe, você já sabe de quem é a autoria do desenho. Outros, nem enxergando bem de pertinho. Porém, existe um caso ainda mais incrível que essa discrepância. O caso dos desenhistas clones. Aquelas obras de desenhistas que são tão parecidas que, às vezes fica difícil dizer de quem é qual. Fizemos uma lista com trinta desenhistas e quinze pares de clones. Não colocamos desenhistas brasileiros para não rolar aquele processinho esperto. Mas basta dizer que nos anos 90, o mercado queria era muito mais Jim Lees e muitos mais Rob Liefelds, Marc Silvestris e coisas assim. Isso acabou criando uma escola, não só no Brasil. Mas deixa o Brasil, que aqui só se pode falar bem dos nossos autores, não é mesmo? Vamos é mexer com os gringos. Preparados? Apontar… Fogo!