Todos os posts com a tag: greg rucka

Renascimento DC e os Destaques da DC Comics / Panini Comics Para Março de 2017

Vocês estavam loucos para ler Renascimento, não é? Bem, então, este mês (cof, cof!) teremos o especial DC Renascimento pela Panini Comics. Mas não é só isso. Vão sair muitos encadernados para deixar sua estante um luxo só, até ela cair no chão, esparramar suas HQs e estragar todas elas! Uhuuu!

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Os Piores Quadrinhos Que Li em 2016

É amigos, nem só de flores, perfumes, cor-de-rosa e veadinhos saltitantes vivem os quadrinhos. Existe o lado podre e esquisito. Não, não estou falando dos quadrinhos de terror e nem das HQs do Marcatti. Estou falando dos quadrinhos ruins que a gente lê por aí e tem vontade de dar um soco na própria cara por ter comprado aquele lixo tóxico. Então aqui vão minhas piores leituras do ano, sendo que uso como política de boa-vizinhança (seja a do Chaves ou a do Roosvelt) de não usar quadrinhos brasileiros aqui. Sigam-me os bons, pra ver as ruins!

A Mulher-Maravilha do Rebirth: Bissexual, Mas Principalmente Bem Estruturada

Quem é a Mulher-Maravilha? Muitos podem se perguntar. Existem inúmeras versões para ela. Na iniciativa dos Novos 52, surgiram muitas discrepâncias, se colocarmos lado a lado suas aventuras solo e ao lado da Liga da Justiça. O evento Rebirth veio para sanar de uma vez por todas a resposta para nossa pergunta inicial.

Melhores e Piores Leituras de Setembro de 2016

Uhlala! Tivemos uma lista longa nesse mês de Setembro em que a flora floresce e a fauna acasala. Muitas coisas boas, mas muitas coisas ruins também. A Coleção Marvel de Graphic Novels da Salvat em sua versão Clássicos tem feito cadeira cativa aqui na nossa sessão mensal. Muita coisa foi resenhada com mais cuidado, mas aqui vão algumas minirresenhas da nossa seleção!

10 Quadrinhos Noir de Super-Heróis dos Anos 2000

Os anos 2000 consolidaram um estilo de quadrinhos de super-heróis: os quadrinhos noir. eram roteiros mais densos, escritos de uma forma policial e investigativa. Também a estética deles era diferente das outras: uma atmosfera mais carregada, um chiaroscuro bem utilizado, pesado nas sombras. Muitas dessas séries de quadrinhos marcaram época e fizeram escola. Aqui, destacamos algumas HQs noir de super-heróis dos anos 2000.

A Trilha da Mulher-Gato, de Darwyn Cooke, Ed Brubaker e Brad Rader

A Mulher-Gato é a fantasia mais procurada entre 7 de 10 mulheres. Ela, talvez, seja a vilã reformada mais popular dos quadrinhos. Nesse encadernado, seus autores tentam aproximar a personagem de uma defensora dos fracos e rejeitados da sociedade, como as prostitutas. O resultado é um quadrinho altamente noir, com uma colorização que dá esse clima. Para saber mais, me acompanhe!

Gargalhadas Superiores. HUAHUAHUAHUA! (foi superior?!)

Gargalhadas Superiores: Os Inimigos Superiores do Homem-Aranha, de Nick Spencer e Steve Lieber

Uma das séries mais hilárias da Marvel dos últimos tempos, Os Inimigos Superiores do Homem-Aranha, deixa qualquer gibi do Deadpool no chinelo. A premissa da série é a reunião de um novo Sexteto Sinistro, só que com cinco integrantes. Isso é pra começar a risada. Liderados por Bumerangue, Fred Myers, que quer aplicar o golpe do século e ficar rico e poderoso, o “Sexteto” conta ainda com Shocker, o vilão mais zoado do Homem-Aranha; Corisco, que já participou dos Thunderbolts, assim como Bumerangue; e os novos personagens Turbo e Besouro. Além das gargalhadas, outro destaque da série são a linguagem e a narrativa. Spencer e Lieber trabalham gags visuais como nenhuma outra revista com viés humorístico. Desde bonecos super-deformed, ao estilo dos mangás, passando por balõezinhos estilo The Sims e acabando com uma planta vertical do QG do Coruja com os perigos que nosso heróis vilões têm de enfrentar. OS AUTORES Nick Spencer vem da cena independente. É dele a criação do sucesso Morning Glories, que teve dois volumes publicados no Brasil. Morning Glories chegou …

Num podchy!

Os 10 Casais Gays Mais Famosos dos Quadrinhos

Muito mais importante que listar um monte de personagens gays dos quadrinhos é destacar os casais que existem na junção destes dois universos tão especiais. Casais gays podem ser como outros casais: normais e estranhos, bonitos e feios, destrutivos e construtivos, sacanas e santarrões, que provocam inveja e que não estão nem aí, caseiros e baladeiros, a diferença apenas existe na forma como fazem para ter prazer. E aí estou falando apenas do prazer sexual. Casais gays gostam de dormir e acordar juntos. De comer e beber juntos. De rir e chorar de rir juntos. E casais gays podem ser superheróicos ou até supervilanescos. Por que não? Como você vai perceber existem muitos casais gays estranhos no mundo dos super-heróis, tudo para pode passar pela censura e pelo gosto duvidoso da massa nerd que lê gibi. Mas eles existem. Não adianta fingir que não viu. E eles só querem ser tratados como qualquer outro casal: com respeito. Well, ladies, the time is coming for you to… gay-synch for you life! Chantay you stay (Reading this …

Uma cena de OMAC, de John Byrne.

O Exército de um Homem Só: O.M.A.C., de John Byrne

Antes de falar da obra de John Byrne, ou melhor, da versão feita em 1994 por John Byrne para o O.M.A.C. (One Man Army Corps ou Exército de Um Homem Só), temos que falar de seus antecedentes. OMAC foi criado por Jack Kirby em 1974, no final de sua fase na DC Comics, na qual criou os Novos Deuses, Kamandi e Etrigan, o Demônio. O.M.A.C. talvez seja o projeto mainstream mais autoral de Jack Kirby, já que, no final do seu contrato com a DC, com essa série ele preenchia sua cota mensal de 15 páginas. O.M.A.C. tem uma origem estilo Shazam!, mas ele está mais para uma espécie de Capitão América que luta contra as corporações. Ele é Buddy Blank, ou na tradução literal, Chapa Branca, que é selecionado pelo Irmão Olho, uma espécie de Big Brother que a tudo controla e tudo vê, e é transformado em O.M.A.C.. A série de Kirby durou apenas 8 edições. A minissérie em quatro partes escrita por Byrne serviu para unir as pontas soltas da história de …

O Som do Silêncio: o Justiceiro de Greg Rucka e Marco Chechetto

Através de momentos silenciosos é possível sentir mais de um personagem do que com diálogos. Esse é o mérito de uma boa direção. Mas no caso de uma HQ, a direção não depende apenas de um bom roteiro e de uma boa decupagem mas, sim de desenhos que transmitam todo o poder da cena que se desenvolve ao olhos do leitor. Esse é o caso do Justiceiro de Greg Rucka e Marco Chechetto. Um tempo atrás eu assisti Drive, dirigido e roteirizado por Nicolas Winding Refn. Antes, claro, tive o cuidado de ler o livro, visto os elogios rasgados que o filme teve, tanto pela crítica, quanto pelos meus amigos. O problema é que o livro, escrito por James Sallis, é confuso. Entremeia flashbacks com tempo presente, tornando os flashbacks mais interessantes que a história corrente. Já no filme, a história é linear. Não há recordatórios, narração em off, nada disso, apenas a história é colocada “em ordem”, com adição e subtração de alguns detalhes, com o a mudança no personagem de Brian Cranston. O …

As coisas que deixamos para trás

O que é? Run de Brad Meltzer no titulo do Arqueiro Verde, o arco chamado Arqueiro Verde: A Busca. Ao lado do ex-parceiro Arsenal, Oliver Queen, o Arqueiro Verde, percorre o país em busca de objetos importantes da sua vida. Por que eu gosto desse quadrinho? Um dos meus tipos favoritos de filmes são os road movies. E Arqueiro Verde tem uma certa tradição com histórias de estrada. Essa é uma daquelas histórias em que o herói deve atingir um objetivo. A diferença é que, num primeiro momento, não sabemos que objetivo é esse e quando nos damos conta da natureza do mesmo, percebemos que esta não é uma história de super-heróis tradicional. Há o carisma de Oliver Queen, um dos super-heróis mais únicos que já apareceram nos quadrinhos de super-heróis. Engajado, canalha, figura paternal. Dennis O’Neil transformou Queen de imitação do Batman num personagem esférico, e em A Busca, Meltzer aumenta o estofo do herói, criando e desenvolvendo algumas nuances que precisavam ser trazidas à tona depois de sua ressurreição pelas mãos de Kevin …