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Melhores e Piores Leituras de Fevereiro de 2019

Cinquenta! Cinquenta, caros mergulhadores! Temos cinquenta miniresenhas de quadrinhos e de livros sobre quadrinhos de diversos tipos neste mês de fevereiro. Com certeza um recorde! Nem um (ou nenhum) site que é mantido por diversas pessoas traz esse número de minirresenhas para vocês por mês! E esse aqui, na prática, é mantido apenas por um (com algumas colaborações bem esporádicas). Então, sente-se num lugar bem confortável que tem muito muito muito texto para ser lido a seguir e muitos quadrinhos (bons e ruins) para você chegar (ou não) a uma conclusão sobre eles!

Melhores e Piores Leituras de Agosto de 2018

Este mês de agosto foi bastante carregado. Eventos, trabalhos, estudos, de tudo um pouco. Até a umidade do ar aqui em Porto Alegre ficou carregada, chegando até a 100%. Desse jeito não tem ser humano que não se sinta cansado ao chegar o final do mês. Mas mesmo assim, atingimos o recorde de 40 resenhas neste mês. parece que quando a gente está mais atrolhado de coisas é que acaba fazendo muito mais. Ironias da vida, também atingimos número recorde de leituras ruins no mês, que são 10. E isso também são ossos do ofício. Bem, chega de trololó e vamos para a lista de melhores e piores leituras do mês.

Os Melhores Quadrinhos Americanos (Fora das Duas Grandes) Que Li em 2017

Hey mergulhadores! Vamos dar continuidade ao nosso projeto de melhores leituras de 2017. E agora, essa categoria que eu chamo de Quadrinhos Americanos, mas como eu acho que fica difícil para entenderem, coloque entre parênteses (Fora das Duas Grandes). Ou seja, quadrinhos publicados nos Estados Unidos e que não são nem DC Comics e nem Marvel. Combinado? Então vem comigo que tem coisa boa!

A Super-Nobreza. A Realeza: Mestres da Guerra, de Rob Williams, Simon Coleby, Gary Erskine e J. D. Mettler

A Realeza é um quadrinho da Vertigo que reconta a história da Segunda Guerra Mundial, mas reimaginando-a sobre o que aconteceria se a nobreza mundial possuísse poderes super humanos e a acabasse se envolvendo na Guerra. Claro, esse envolvimento poderia mudar todo o rumo de um dos mais destruidores combates que a humanidade já presenciou É sobre a Realeza que vamos falar agora, sigam-me os aliados!

Os Melhores Quadrinhos e Graphic Novels segundo o GoodReads

O GoodReads, para que não conhece, é uma rede social de leitura de livros, entre eles, claro, estão, quadrinhos e graphic novels. Todo ano no site acontece o GoodReads Choice Awards e ano passado não foi diferente. Então como um pretexto para que você conheça o GoodReads eu vou listar aqui os quadrinhos e graphic novel melhores avaliados pelos usuários do site em 2015. Mas atenção: apenas aqueles disponíveis no Brasil, valeu?

As 10 Maiores Duplas de Criação dos Comics

Acredito que os quadrinhos funcionam melhor quando são em colaboração do que quando feitos por uma pessoa só. Duas cabeças pensam melhor que uma e, assim cada um pode se dedicar ao seu ponto forte e trazer essas vantagens para os quadrinhos. Os comics americanos funcionam muito nesse sentido colaborativo. E as melhores colaborações dos super-heróis serão comentadas agora.

What are you looking at? Vogue, let body go with the flow...

Divas Divinas: The Wicked + The Divine, de Kieron Gillen e Jamie McKelvie

Imagine se cantores pops fossem a nova encarnação de um poderoso panteão que domina subliminarmente a humanidade por anos. Gente parecida com Beyoncé, Rihanna, Florence + the Machine, Usher e Pink resolvendo como o planeta deve girar. Agora, imagine que você é uma fã comum desse pessoal e se vê envolvida com eles. Essa é a trama de The Wicked + The Divine.

Amados e Adorados pelo povo!

10 Motivos Mostrando Que os “Novos” Novos Titãs Estão com Tudo

Caso você não saiba, agora os Novos Titãs estão sendo publicados na revista da Liga da Justiça. Sim, e estão com uma nova, hum, digamos assim, continuidade. Você pode começar a partir da edição 30 de Liga da Justiça. A nova fase é escrita por Will Pfeifer (da fase memorável da Mulher-Gato Um Ano Depois e do infame Ataque das Amazonas) e da estrela ascendente Kenneth Rocafort (Superman, Capuz Vermelho e os Foragidos). Explicado? Vamos aos motivos!

Chris Ware e Building Stories: uma mídia dentro da mesma mídia ad abismum

A Era dos Quadrinhos de Forma

Estamos vivendo uma era em que os quadrinhos precisam se fortalecer em seu suporte mais antigo: o papel. A concorrência está aí. São os webcomics, os motioncomics, os quadrinhos em app, os quadrinhos em PDF e digitais pirateados. Mas o papel continua forte. A razão é que, por mais arcaico que seja, a leitura em papel permite uma experiência única no caso dos quadrinhos. Através dele, o conhecimento está nas mãos do leitor, que controla o ritmo da história e da leitura. Hoje muitos quadrinhos brincam com a forma como são produzidos, seja no layout de página, seja no design gráfico, nas onomatopeias, enfim, os quadrinhos de hoje abusam dos recursos gráficos para tornar essa mídia plena. Mas como foi que chegamos a esse patamar? Vou explicar em alguns itens. INFLUÊNCIA DAS GRAPHIC NOVELS Na metade da primeira década do século XXI, as graphic novels começaram a se proliferar nos EUA e no Brasil da mesma forma que os álbuns fazem na Europa. Porém, a diferença é que as graphic novels vindas dos Estados Unidos …

Young Avengers #007

10 Razões Por Que eu AMO os Jovens Vingadores (pegando só uma edição de exemplo)

A edição de exemplo aqui, é a Young Avengers #7, publicada aqui no Brasil nessa última edição de Homem de Ferro & Thor #009. ANOS 60: Noh-Varr, o Marvel Boy, é um megafã interdimensional dos Anos 60, mas principalmente das músicas daquela época. Toda hora ele está soltando uma referência a esse tempo. REDES SOCIAIS: Como recapitulação da história, os autores, Jamie McKelvie e Kieron Gillen usam o Yamblr, uma versão do Tumblr do Universo Marvel. Lá eles colocam imagens do que aconteceu nas edições anteriores. Nessa edição, porém eles se superaram e foi usando o Instagram, ou, uma espécie disso. Para contar o que os Jovens Vingadores fizeram durante três meses, estão lá 9 fotos com comentários dos próprios heróis. BITOCAAA: Não sei qual foi a palavra original usada aqui, mas nos comentários dos heróis no Instagram, ele acabam fazendo uma piada interna que somente Loki não entende. E ela tem a ver com Bitocaaa! CABEÇÕES DE NARRATIVA: Durante a Era de Prata, era muito comum vermos nas aberturas das histórias de equipe as …

A coreografia dos Jovens Vingadores, de Kieron Gillen e Jamie McKelvie

Um Loki criança. Um casal gay filhos de notórios vingadores. Um alienígena vindo de outra dimensão. Uma latina vinda de uma realidade alternativa. A garota normal que gosta de atirar flechas. Um grupo bastante improvável, mas que estrela a nova encarnação dos Jovens Vingadores, publicada no Brasil na revista Homem de Ferro & Thor. Criados pelos superstars Allan Heinberg (de Grey’s Anatomy e Looking) e Jim Cheung (Infinity), o anúncio dos Jovens Vingadores sugeria que seus integrantes seriam versões jovens do Capitão América, Homem de Ferro, Hulk e Thor. Os fãs estavam redondamente enganados, revelando personagens multifacetados e com histórias próprias e originais. As histórias destes personagens tiveram mais twists and turns em poucas edições do que qualquer outra revista de super-heróis. Ao lado dos Fugitivos, de Brian K. Vaughan e Aldrian Alphona, estes heróis representam o melhor que a Marvel tinha a oferecer, como um sopro de novidade em sua linha de heróis nos anos 2000. Pórem, após um grande tempo com o direito exclusivo de ditar os rumos destes personagens, Heinberg e Cheung …

Matt Fraction: Less is More, Moore is Lessie, and why try to be a Grant Morrison wannabe?

Ah, Matt Fraction, eu não sei o que faço com você. Se te amo ou te odeio, ou se continuo a ficar no meio. Termo. O fato é que o trabalho de Matt Fraction é inconstante. Lendo as páginas do especial que a Panini lançou de Os Defensores, percebi o quão bom narrador ele é. Não que eu já não tenha percebido isso em outras publicações, mas porque todo esse esforço exagerado para parecer cool e criar um estilo “próprio” em Casanova? Ou eu sou muito muito burro, ou não entendi a que veio a série. Era pra ser divertida? Talvez. Mas ela usa as referências de uma maneira que afasta e não envolve o leitor. Fraction começou como escritor independente, nas publicações The Five Fists of Science e Casanova, esta última em parceria com os ótimos artistas brasileiros Gabriel Bá e Fábio Moon. Logo depois, apadrinhado por Ed Brubaker, iniciou uma parceria com o mesmo no elogiadíssimo O Imortal Punho de Ferro, da Marvel, que reimaginava a mitologia de Danny Rand, o lutador de …