Todos os posts com a tag: kitty pryde

Os Signos dos X-Men

Mais do que predizer o futuro, os signos do zodíaco servem para traçar o perfil da pessoa que nasceu em determinado período do ano. Assim funciona um mapa astral. Você já sabe seu signo, mas nunca imaginou qual seria a representação do zodíaco para o seu mutante defensor do mundo favorito. Selecionamos aqui os principais X-Men de cada signo, de acordo com suas caraterísticas e as representações dos signos do zodíaco. Confere aí:

Anúncios

Civil War #8. A Nova “Morte” e os Possíveis Futuros da Marvel

Hoje saiu o penúltimo número da segunda minissérie de Guerra Civil. O mote é uma guerra entre a Capitã Marvel, Carol Danvers e o Homem de Ferro, Tony Stark pelo futuro do Universo Marvel. O inumano Ulisses é capaz de ver o futuro, mas o que é melhor? Deixar que ele aconteça ou evitá-lo. São duas corrente de pensamento e uma luta que se encerra neste número.

5 Histórias Natalinas dos X-Men (Merry X-Mas!)

O Natal vem vindo, vem vindo o Natal! Para entrar no ritmo e no espírito natalino, preparei uma lista com cinco histórias das festas de final de ano com os X-Men, minha equipe de super-heróis favorita. Dê uma olhada nessa lista e veja se você já leu alguma dessas histórias ou não, ou se pelo menos conhece elas! Ho ho ho!

As Melhores e Piores Leituras de Março de 2016

Olá mergulhadores! Como foi o coelhinho? Foi um Sansão ou uma coelhada na cabeça? Bem, como é tradição, separei aqui as minhas melhores leituras do mês de março, que também é o mês das mulheres e o mês do meu aniversário e do aniversário do blog! É isso aí, completamos 8 anos no dia 15 de março! E eu completei… bem, deixa pra lá. Vamos às minirresenhas!

X-Men Circa 1998

Origens Secretas dos X-Men (Parte 2)

Dando sequencia à matéria anterior, daremoss equencia aos depoimentos dos criadores dos X-Men falando como foi dar vida a estes amados personagens. Estrelando esta segunda e última parte: Kitty Pryde, Vampira, Gambit e Medula! KITTY PRIDE, A AMIGA DO JOHN BYRNE Criadores: Chris Claremont e John Byrne Kitty foi criada  porque o editor-chefe, Jim Shooter, precisava colocar uma pessoa mais jovem na equipe. “Nós adicionamos Kitty para incluir uma perspectiva adolescente onde os jovens leitores tentariam se enquadrar”, diz Claremont, “Isso nos deixou mostrar em alguém o outro lado, ver a equipe com olhos novos.” Shooter odiava personagens com poderes de disparo, que atacam de longe, então Byrne colocou nela um poder passivo, inspirado num artigo científico dizendo que átomos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Originalmente o codinome Sprite(Ninfa) foi obscurecido pelo nome Kitty Pride, e isso surgiu indiretamente para Claremont. Claremont queria que o nome dela fosse Thunderbird (Pássaro Trovejante, depois do finado X-Man), não importando quais os poderes que daríamos a ela”, conta Byrne, “Eu pensei que não era …

O logo que foi desenhado por uma tal Janet Jackson, que, aparentemente não é a cantora irmã do Michael.

Aquela vez em que os X-Men Combateram a Fome no Mundo Real

Era 1985. Eram tempos de “We Are The World”, a música que ficou famosa por reunir diversos artistas famosos dos anos 80 na ação USA for Africa, capitaneada por Michael e Janet Jackson. A intenção dessa ação musical era vender o single e reverter seus lucros para os famintos na África. A Marvel resolveu fazer o mesmo. Na verdade foi uma ideia que Jim Starlin e Berni Wrighston sugeriram para o então editor-chefe da Casa das Ideias, Jim Shooter. O editor logo recrutou Chris Claremont e Ann Nocenti para reunir diversos artistas dos quadrinhos para produzirem a HQ que ficou conhecida com Heroes for Hope – Starring The X-Men. A história era bem básica e segue aquela linha clichê da histórias de equipes de super-heróis em que um inimigo desconhecido está causando os piores pesadelos nos heróis do time. Começa com Rachel Summers dando um grito. Os X-Men acordam e vêem, na frente da Mansão X, uma Kitty cadavérica arrastando um carteiro no meio de um jardim morto. Logo que Kitty é colocada na enfermaria, …

SplashPod – S01 E05 – SEXO! SEXO! SEXO nos Quadrinhos!

Olá mergulhadores ! Mais uma vez, mergulhamos profundamente (ui!) nos quadrinhos para discutir algo melhor que os próprios: sexo ! Nesse episódio, discutimos episódios de sexo nos quadrinhos, sejam eles eróticos, pornôs, de ação ou qualquer outro estilo ! Dudu Bandeira, Guilherme Smee, Fabiomesmo e Santiago Castro, acompanhados dos convidados especiais Annie O’Reilly, J.R. Weingartner Jr., e Mario Cesar Oliveira (http://www.masquemario.net/), comentam sexo nas hqs, em momentos marcantes ou não, bem construídos ou gratuitos, sempre com intervenções precisas do saudoso Alborghetti. (00:00:26) Abertura/Apresentação; (00:02:50) Monstro do Pântano de Moore e o pansexualismo na DC comics; (00:04:47) Outras obras sexuais de Alan Moore (e são muitas); (00:09:15) A sedução dos inocentes/Fredric Wertham; (00:15:42) Sexualidade e violência nos quadrinhos nos anos 80 e 90 – erros mais comuns; (00:19:00) Tina, Porra, Maurício e a Mulher-Hulk do Byrne; (00:25:26) Musas e cenas históricas de sexo (ou afins) nos quadrinhos: Hank Pym e Vespa/Angela e Spawn/ Superman e Big Barda/Kitty Pride e Colossus e outros; (00:40:14) Garth Ennis e suas HQs sexualmente polêmicas (sim, The Boys e Crossed); (00:51:18) …

Todos querem a cabeça do Charles ou por que eu não gosto do Professor Xavier

Líder visionário dos X-Men, o Professor Xavier se tornou um entrave para as histórias dos mutantes. Já diria Kitty Pryde: “O Professor Xavier é um idiota!”. Desde então, muitos roteiristas tem evitado usar Charles Xavier nas histórias dos mutantes, a última vez que o vimos, ele havia sido assassinado por um Ciclope com os poderes de Fênix em Vingadores versus X-Men. O Professor Xavier foi criado por Stan Lee e Jack Kirby em setembro de 1963. Inspirado no visual de Yul Brynner em Sete Homens e um Destino, a grade ideia por trás de Xavier era um homem com grande poder mental reduzido a uma cadeira de rodas. Apesar de impossibilitado de andar, ele podia viajar o mundo através da mente dos outros. Xavier é o arquétipo do Líder Visionário, como já apontei aqui. Xavier também foi inspirado em Martin Luther King, o pastor que sonhava com a igualdade entre negros e brancos. E Xavier tinha um sonho parecido, a igualdade entre mutantes e humanos. PROFESSOR BITCH Porém, Xavier era o líder irretocável, inquestionável, inatingível …

Excalibur: A Risada era a Lei – Alan Davis

Quando assumiu integralmente o Excalibur, Alan Davis tentou manter o mesmo tom que ele e Claremont haviam criado, porém o aspecto das histórias mudou um pouco. Alan Davis aprofundou-se na mitologia da equipe, explorando conspirações no Omniverso e trabalhando melhor cada personagem. Nesta época, a Technet também acabou aliando-se ao Excalibur, na ausência de sua líder, Pennettra. Na história “Tudo o que você queria saber sobre a Fênix, mas tinha medo de perguntar”, o autor elaborou toda a história da força-fênix, contando que desde tempos imemoriais, uma seita preparava seus adeptos, chamados Feron, para receber a força. Mas isso mudou com a chegada de Jean Grey e Rachel Summers. O adepto, que deveria seu o hospedeiro da força, Feron, acabou juntando-se ao grupo. Naquela época, outros personagens se juntavam à equipe, como o guerreiro com aspectos leoninos, Kylun, a alienígena shiar Cerise e o agente do governo capaz de alterar seu tamanho, Micromax. Foi uma época em que as histórias do Excalibur encontraram um outro patamar, não eram mais apenas histórias bem-humoradas que brincavam com …

Excalibur: A Risada era a Lei – Chris Claremont

Na  minha opinião, um dos melhores spin-off dos X-Men, Excalibur era uma equipe de heróis mutantes com base no Reino Unido, que utilizava muitos dos elementos criados por Alan Moore em sua passagem pelo Capitão Bretanha. Na verdade, o Capitão Bretanha não foi criado por Alan Moore, mas sim por Chris Claremont (um dos criadores do Excalibur) e Herb Trimpe, em 1976. Anos depois, é que Alan Moore, em parceria com Alan Davis (outro criador do Excalibur) iria redefinir o personagem com a sua velha estratégia “tudo o que o personagem sabia sobre mesmo era uma mentira”. Assim foram desenvolvidos personagens como Mad Jim Jaspers, Opal Saturnyne, a Fúria e a Tropa dos Capitães Bretanha, bem como o Omniverso (Otherworld), agora chamado de Extramundo e a definição da terra do Universo Marvel como Terra 616. Todos estes conceitos foram reutilizados quando Chris Clarimont e Alan Davis reuniram-se para criar o Excalibur em Excalibur Special: The Sword is Drawn, de 1987 (no Brasil, Graphic Globo #8). A origem da equipe vem das consequências da saga Massacre …

X-Men para Novatos

Se você curtiu os filmes dos X-Men e não sabe por onde começar nos quadrinhos porque tudo é muito confuso, são muitos personagens, as histórias começam de um ponto em que você não consegue se situar e você precisa ter uma bagagem de informações para ficar atualizado… (ufa!). Aqui vai uma lista de recomendações de leituras que o ajudarão a começar sua aventura nos quadrinhos dos heróis mutantes. Se você gostou de: X-Men – O Filme Provavelmente vai gostar de: Marvel Millennium: X-Men Por quê? A linha Ultimate (Marvel Millennium no Brasil) foi criada exatamente para capturar o público vindo dos filmes. Você vai reparar que os uniformes também são de couro com alguns detalhes em amarelo. Outra correlação com o filme é que Magneto é o vilão principal e sua irmandade é muito parecida com a do filme (com exceção de Mística). Em uma das cenas de Marvel Millennium, inicialmente produzida por Mark Millar e Adam Kubert, Magneto ataca a Casa Branca e deixa o presidente George W. Bush nu na frente das câmeras …

As Eras dos Quadrinhos – Parte 9

Período de Transição D – Nostalgia: Ah, como seu fantasma ainda paira… Enquanto o mercado direto contraía e se concentrava nas mãos da distribuidora Diamond Comic Distribuitors, o mercado de comics propriamente dito fazia o mesmo. Houve uma queda de 14% no volume de vendas em 1998 e 5% em 1999, segundo o Comic Buyer Guide, chegando a menos da metade dos patamares de 1993, o melhor ano. No conteúdo das revistas, pairava o fantasma da nostalgia. Era um sentimento que editores e leitores dividiam depois de perceberem que as mudanças drásticas que foram feitas na maioria dos super-heróis não eram garantia de boas histórias. Olhavam para trás, para as eras passadas, principalmente a Era de Prata, na ânsia de resgatar o sentimento que vinha daquelas aventuras, cheias de incongruências, mas ainda assim divertidas e descompromissadas. Alan Moore foi um dos primeiros a assumir esse sentimento e desenvolveu para o Supremo, criação de Rob Liefeld, quadrinhos propositalmente calcados nas aventuras e no universo do Superman da Era de Prata. Foi realizada uma espécie de resgate …

As Eras dos Quadrinhos – Parte 6

A Era de Bronze – Morte, o grande momento da vida O exemplo utilizado por Blumberg como a crise que estabelece novos paradigmas é a morte de Gwen Stacy, namorada do Homem-Aranha, publicada originalmente em Amazing Spder-Man #141 (Junho de 1973). A história, aqui, serve como o divisor de águas, a crise mencionada por Kuhn. A história inovava ao condenar uma personagem querida dos leitores a uma fatalidade, coisa até então impensada para o gênero. Os editores discutiram se o melhor para Peter Parker e Gwen Stacy era o casamento ou a morte. Decidiram pela morte. Este acontecimento redefiniu estatutos, os mesmos de que Eco falava anteriormente, de que o herói não deve se consumir. O fim de Gwen abriu espaço para mortes mais grandiosas como da Fênix e de Elektra. Era isso que o zeitgeist pedia. No início da década de 70, muitos jovens americanos tinham de encarar a morte de frente, sendo levados a combater no Vietnã por uma derrota anunciada. O escândalo Watergate desfez a imagem icônica que os ianques tinham de …