Todos os posts com a tag: kurt busiek

Vingadores: Sob Ataque, de Roger Stern, John Buscema e Tom Palmer

Uma das melhores sagas dos Vingadores, que reforçou comportamentos dos integrantes da equipe e plantou sementes de histórias vindouras. Na história, uma nova e maior formação dos Mestres do Terror, liderada pelo Barão Zemo ataca a Mansão dos Vingadores e causa um forte abalo na equipe. É o que você vai ver/ler a seguir. Anúncios

Os Melhores Quadrinhos da Vertigo Que Li em 2016

De novo, essa lista contém praticamente relançamentos ou coisas de anos atrás lançadas pela primeira vez aqui. Será que as coisas que estão ficando chatas ou sou eu que estou ficando um velho, chato, exigente e resmungão com os quadrinhos? Que dilema! Bem, vamos lá aos melhores quadrinhos da Vertigo que li em 2016!

10 Quadrinhos Noir de Super-Heróis dos Anos 2000

Os anos 2000 consolidaram um estilo de quadrinhos de super-heróis: os quadrinhos noir. eram roteiros mais densos, escritos de uma forma policial e investigativa. Também a estética deles era diferente das outras: uma atmosfera mais carregada, um chiaroscuro bem utilizado, pesado nas sombras. Muitas dessas séries de quadrinhos marcaram época e fizeram escola. Aqui, destacamos algumas HQs noir de super-heróis dos anos 2000.

As Melhores e Piores Leituras de Março de 2016

Olá mergulhadores! Como foi o coelhinho? Foi um Sansão ou uma coelhada na cabeça? Bem, como é tradição, separei aqui as minhas melhores leituras do mês de março, que também é o mês das mulheres e o mês do meu aniversário e do aniversário do blog! É isso aí, completamos 8 anos no dia 15 de março! E eu completei… bem, deixa pra lá. Vamos às minirresenhas!

Os Thunderbolts Estão de Volta. Mas, Quem São Eles?

Este mês a Marvel anunciou o retorno dos Thunderbolts, dessa vez liderados pelo Soldado Invernal, como consequências do evento Avengers: Standoff. A saga acontecerá no primeiro semestre de 2016 e envolverá as principais revistas dos Vingadores. A história envolve um segredo perturbador em uma cidadezinha do interior dos EUA. Então vamos desvendar o mistério dos Thunderbolts!

Destaques do Checklist Vertigo/Panini Para Dezembro/2015

Mês de novos encontros e velhas despedidas na Vertigo, mas também de continuidade de séries muito legais. Vamos saber quais são? PATRULHA DO DESTINO: RASTEJANDO DOS ESCOMBROS Quando a realidade não é mais a mesma e tudo é muito estranho para que você conviva com naturalidade no mundo, a quem você deve chamar? À Patrulha do Destino, a equipe mais estranha de todas! Criada nos anos 60, a Patrulha era uma equipe que morria e retornava dos mortos. Quase 30 anos depois, nas mãos de Grant Morrison, a equipe voltava com uma pegada que não é fácil de definir: surrealista, dadaísta, niilista? Bem, o importante que era fora do real e se tornou um dos quadrinhos mais loucos de todos os tempos. É bom frisar que Flex Mentallo também surgiu nas páginas da Patrulha de Morrison!   ASTRO CITY: O ANJO MACULADO Depois de nos brindares com uma história irretocável como Confissão (que você pode ler uma resenha nesse link), Kurt Busiek, Alex Ross, Brent Anderson e companhia nos trazem a história do homem blindado …

Como os Filmes Ajudaram a ReConstruir a Personalidade dos Vingadores

Mesmo que alguns possam dizer que o filme dos Vingadores é muito inocente, muito bonachão e muito família, ele tem de ser destacado quanto à sua caracterização de personagens. É através dela, e não das que vinhas sendo trabalhadas desde os anos 90 nos quadrinhos, que todo mundo conhece esses personagens.

My France will never be the same, I'm glad Ronald McDonald came...

Os Quatro Quadrinhos Mais Influentes da Infância #fourcomics #4hqs

Ontem, 22 de janeiro, a editora Archie Comics lançou no twitter um desafio de postagens, no estilo #musicmonday. A ideia era selecionar as capas dos quatro quadrinhos mais influentes na sua infância. Logo, ditando a hashtag #fourcomics a timeline estava cheia de quadrinistas, fãs e profissionais da área declarando suas paixões da infância. Algumas podem parecer óbvias, postando só revistas de super-heróis, mas outras não, como por exemplo as de Kurt Busiek, que colocou quase só quadrinhos europeus. Detalhe: Busiek passou a infância na França. Eu também coloquei os meus e, como uma boa criança brasileira dos anos 80, as influências não poderiam ir muito além dessas. Mas como esse blog é meu e eu faço nele o que eu quero, eu vou explicar melhor essas influências e como elas transformaram minha vida: AS HISTÓRIAS DE PARÓDIAS DA TURMA DA MÔNICA Sim, a primeira mesmo foi Cebolinha e Mônica em Romeu e Julieta, lá nos anos 70. Mas eu não tinha chegado ao mundo naquela época, então peguei as paródias de filmes da turminha como …

Capitã Marvel nos cinemas em 2018!

Quem é essa tal Capitã Marvel?

Quem é essa tal Capitã Marvel que vai ganhar filme pela Marvel Studios / Disney dentro do universo cinemático da Marvel? Quem é essa mulher que vem ganhando títulos da Marvel nos EUA e encadernados da Panini Comics no Brasil? O que é a Tropa Carol? Descubra aqui. Descubra agora! A ORIGEM DA MISS MARVEL O título Ms. Marvel, lançado em 1977, trazia uma história de superação feminina. O alter-ego de Miss Marvel é Carol Susan Jane Danvers, a filha mais velha e única garota de uma família muito grande, que passou a infância competindo com seus irmãos mais jovens. Desde muito cedo, Carol teve uma natureza independente e grandes aspirações para o futuro. Estes desejos, contudo, eram repreendidos pelo pai da moça, que preferia investir o seu dinheiro na educação de seus filhos homens e acalentava a crença que um marido seria a solução para os problemas da jovem, pois este a sustentaria pelo resto de sua vida. Desobedecendo a seu pai e seguindo sua admiração pela aviação e seu sonho de voar, Carol …

X-Men e Quarteto Fantástico a caminho do desaparecimento

Estariam as equipes da Marvel X-Men e Quarteto Fantástico fadadas a desaparecer dos gibis da Marvel Comics? Não quero ser pessimista, mas todos os indícios levam a crer isso. Wolverine morre, o gibi do Quarteto é cancelado. Vamos tentar entender isso? Tudo começa quando a Fox começa a ganhar os direitos de fazer filmes de super-heróis da Marvel com os X-Men. O filme de 2001 foi um estrondoso sucesso e, junto com Blade, iniciou uma nova onda de filmes de super-heróis. Logo, a Fox também lançou os filmes de Demolidor, Elektra e do Quarteto Fantástico. Mas enquanto a franquia dos X-Men ia acumulando filmes bem-sucedidos, os outros filmes de super-heróis da Fox viraram fracassos de bilheteria. Os direitos do Homem-Aranha já pertenciam à Sony. A Marvel resolveu criar seu próprio estúdio, o Marvel Studios, primeiramente em parceria com a Universal Pictures, e lançou seu primeiro filme, O Incrível Hulk, estrelado por Edward Norton. Depois do lançamento de Homem de Ferro, estrelado por Robert Downey Jr., a editora viu que seu universo cinemático devia crescer e, …

Saudades: Especial do Mês

Mais um almanacão na lista do Saudades, pra não deixar nenhum Marvete com recalque. Hoje vamos falar de uma série de especiais todinha dedicada à Marvel. Ainda que, em sua concepção não tenha sido bem esse o propósito. Conheçam ou relembrem o Especial do Mês. Dados Gerais: Especial do Mês (Editora Abril) Duração: 4 números – Agosto de 1999 a Dezembro de 1999 O Contexto: A Marvel na Abril se expandia, mas em terras não-mutantes. Depois do boom das revistas mutantes no início da década de 90, a revista mensal Fator X foi cancelada e assim, muitos mutantes perderam sua casa. Era a época dos Heróis Renascem, em que Capitão América, Vingadores, Homem de Ferro e Quarteto Fantástico ganharam uma série de 12 edições na Abril. Além disso, havia a revista Marvel 99, que trazia boas histórias de Hulk, Demolidor, Elektra, mas principalmente de Deadpool e Kazar. As revistas de linha ganhavam o reforço de 100 páginas para suas anteriores 84 páginas. Para lançar mais aventuras, e aventuras separadas, a Abril resolveu lançar o Especial …

R de Repetição: os Roteiros de Rick Remender

Rick Remender é hoje um dos grandes nomes da Marvel Comics. Ele está encarregado de escrever o novo megacrossover da editora: AXIS, reunindo Vingadores e X-Men contra o Caveira-Vermelha-com-a-armadura-de-Massacre-com-pedaços-do-cérebro-do-Professor-Xavier-implantados. Rocambolesco, não? R de Rocambolesco. Uma das marcas registradas de Remender. O autor é exímio em trabalhar grandes momentos chocantes, grandes revelações, encurralar heróis, deixá-los à beira de um ataque de nervos. Rick Remender é hoje, um dos grandes revitalizadores dos anos 90 e do grim’n’gritty – as histórias cruéis e raivosas –, ainda que com outra pegada. O atual escritor de Fabulosos Vingadores, a equipe que junta X-Men com Vingadores, começou sua carreira se dedicando à animação. Trabalhou animando filmes como Anastascia e Titan A. I. Quem se lembra dessas películas viveu a infância nos anos 90. Um tempo depois, cansado de trabalhar para outras pessoas, Remender virou freelancer no mundo das HQs. É possível ver seu trabalho como arte-finalista em revistas como Vingadores, ao lado de Kieron Dwyer, naquela que ficou conhecida como A Saga de Kang, quando Kurt Busiek se despediu do título. …

Porque as Revistas dos Super-Heróis Premium eram legais.

Já se falou muito de porque as Premium da Abril não funcionaram. No momento econômico atual não se acharia absurdo uma revista em quadrinhos de 170 páginas a preço de 10 reais, mas nos idos de 2000, a coisa foi um fracasso, fazendo a Abril perder a licença da Marvel e retornar ao formatinho para as revistas da DC. A economia mudou, o público mudou e o comportamento do consumidor de quadrinhos acompanhou essas mudanças. Mas, muita gente não acompanhou as revistas Premium e, em seu conteúdo, elas traziam histórias bastante interesssantes. Como algumas que vou citar agora. TERRA DOIS, DE GRANT MORRISON E FRANK QUITELY (EM SUPERMAN PREMIUM) A revista do Super trazia essa minissérie muito elogiada lá fora e aqui dentro, repetindo essa pareceria de artistas que sempre deu certo. A história era o primeiro encontro pós-crise da Liga da Justiça com o Sindicato do Crime, as versões maléficas dos heróis, com direito ao único super-herói bonzinho da Terra, Lex Luthor. TITÃS, DE DEVIN K. GRAYSON E MARK BUCKINGHAM (EM SUPERMAN PREMIUM) Devin …

Os super-heróis na ficção popular, por Neil Gaiman

“Na minha opinião há duas maneiras principais de utilizar os super-heróis na ficção popular. Na primeira, o significado deles é pura e simplesmente o que se vê na superfície. Na segunda eles são o que significam na superfície: verdade. E não só isso. Por um lado, significam a cultura pop e por outro, esperanças e sonhos. Ou melhor, a interação das esperanças e sonhos, uma perda da inocência. A linhagem dos super-heróis é bem antiga. Começa, obviamente, na década de 1930. Então, volta aos primórdios das tiras de jornais e também à literatura, assimilando Sherlock Holmes, Beowulf e vários deuses e heróis pelo caminho. Superfolks, o livro de Robert Mayer, usa os super-heróis como uma metáfora para tudo aquilo que os Estados Unidos se tornaram nos anos 70: a perda do sonho americano significava a perda dos sonhos americanos, e vice-versa. Joseph Torchia pegou a iconografia do Superman e escreveu The Kryptonite Kid, um poderoso e belo romance epistolar sobre um garoto que acredita, literalmente no herói e que, num livro construído como uma série …

Sua arma mortal é a simplicidade: Invencível, de Robert Kirkman

Robert Kirkman foi responsável por uma revitalização da indústria de quadrinhos assim que sua série The Waking Dead começou a sair nos EUA. Quando os quadrinhos se transformaram  em série para a televisão, as vendas foram estratosféricas, atingindo patamares não vistos desde a década de 90. Mas não vou falar de Walking Dead aqui, embora ela “peque” pelo mesmos “deslizes” que a série em questão, que veio um pouco antes dos mortos-vivos. Estou falando de Invencível. Assim como Kurt Busiek fala na introdução do primeiro volume, eu custei a ler a série do super-herói de Kirkman, mas, quando engatei, não quis parar. Kirkman tem esse dom de envolver o leitor nas suas tramas, e ele não faz isso usando subterfúgios como o sensacionalismo ou a violência gratuita. Sua arma mortal é a simplicidade. Isso pode ser explicado se formos buscar as referências de Kirkman. Muitas vezes se fala que o autor é ardoroso fã de quadrinhos, assim como Busiek, porém representante nato de outra geração.  Uma geração que nos trouxe Brian Michael Bendis e seu …

Superman e a Santíssima Trindade – O Filho, por Frank Miller

O Filho Pródigo não Torna à Casa. O Filho, por Frank Miller. Publicada em Action Comics #400 (1984) e publicada por último no Brasil em Coleção Superman 70 Anos – As Grandes Aventuras do Superman (setembro de 2008). Como já falei, Superman é um personagem difícil de ser trabalhado. Imaginem um homem que tem tudo, que pode tudo, que, virtualmente, pode saber de tudo. Talvez,  por essa razão, os roteiristas “pagãos” tenham uma facilidade maior em lidar com esse tipo de poder universal. Como Grant Morrison fez no seu memorável Grandes Astros: Superman. O fato é que Frank Miller é um católico fervoroso, e talvez essa seja sua kriptonita – ou se preferir, sua última tentação – no caso de ser incumbido de escrever uma história do Homem de Aço. A proximidade estraga qualquer análise, dizem os psicólogos. Muitos e muitos elementos católicos podem ser encontrados nas histórias de Frank Miller, principalmente nas do Demolidor. E o que dizer do nome da sua maior criação: SIN City? Até mesmo Ronin tem um tom messiânico. Mas …

A História em Quadrinhos de Super Heróis Definitiva

E se eu perguntasse qual seria para você a obra que define o gênero dos quadrinhos de super-heróis? O que você me responderia prontamente? Watchmen? O Cavaleiro das Trevas? Grandes Astros: Superman? Eu discordaria. Não acho que seja nenhuma daquelas. E talvez a resposta surpreenda você. Primeiro vou justificar porque as obras acima não cabem no pressuposto: todas elas sim, homenageam a indústria e a mitologia dos super-heróis, mas todas de certa medida se utilizam da reconstrução do gênero. Elas não reverenciam o gênero em si, mas o refazem, o repensam, refletem. Sim, são muitos RE’s. “A sociedade Ocidental legitimou o invencível Superman, que os serviu quando o sistema era ameaçado por um inimigo invencível. O Batman apareceu quando Dick Tracy não estava mais disponível para lidar com os grandes crimes. O Homem-Aranha se juntou ao elenco de heróis quando nós não éramos mais inocentes o suficiente no que tangia à perfeição dos nossos super-heróis; e o Spirit veio quando deveria haver um caso perfeito de heroísmo que não eraa terá natal de homens e …

Desmitificando os Super-Heróis, por Manuel Jofré

“A ideologia burguesa tem como função objetiva inverter a realidade. Nega a existência de classes sociais, definindo os homens como um todo coerente e unido, por exemplo. Ou, em outro momento histórico, não se preocupa em negar as classes sociais, as quais aceita, senão que nega a luta de classes e propõe, em toca, a possibilidade de ascensão social para alguns (arrivismo). Também pode propor soluções universais pra os conflitos: o amor (assexuado, evidentemente). O papel da ideologia é eliminar as contradições que os homens e o sistema social capitalista possuem. Nega ou deforma o fato histórico de que existem países desenvolvidos e subdesenvolvidos (fixando o espaço das histórias em quadrinhos numa terra de ninguém, como, por exemplos, nos casos do oeste, da selva ou da Gotham City de Batman), nega a existência da burguesia e do proletariado (colocando o rico como paternalista e o pobre como delinquente, vivendo em harmonia), nega a transformação social (propondo um mundo circular onde sempre triunfam os super-heróis, seja Batman, Tarzan ou Zorro), nega a propriedade privada dos meios …

As Eras dos Quadrinhos – Parte 10

A Nova Onda – Agentes de H.o.l.l.y.w.o.o.d. Kurt Busiek falou: “Você só pode identificar as Eras que realmente acabaram (…) Então, a época que você está vivendo no momento será sempre chamada de ‘Era Moderna’ até que você dê a ela um nome real – porque então você pode colocar uma lápide sobre ela, já que está na seguinte”. A comoção ao redor de revistas número um, de hologramas ou capas multifacetadas, a glorificação de heróis ultra-anabolizados, argumentos cruéis e raivosos com o intuito apenas de chocar não estão mais tão presentes entre os atrativos das revistas de super-heróis. Certamente, estamos vivendo um novo período. Foi o 11 de Setembro a crise que mudou a forma de como os super-heróis eram vistos pelo mundo. Por um lado, a queda das Torres Gêmeas exigiu dos quadrinhos uma camada maior de realidade. “Em um mundo pós-11 de Setembro, até mesmo a frase ‘Olhe, lá no céu! É um pássaro! É um avião!’ soa diferente”, diz Robert Wilonsky para a SF Weekly “O sentido do escapismo nos quadrinhos …

5 Versões do Superman em 5 HQs Recentes

5 Versões do Superman em 5 HQs Recentes

É um pássaro…, por Steven T. Seagle e Teddy Kristiansen O Metalinguístico. Uma HQ cínica e reveladora. Nesta autobiografia marcada pela discussão dos aspectos que fazem do Superman o herói que ele é hoje, o autor se vê bloqueado em assumir o cargo como escritor regular das revistas do kriptoniano por causa do histórico da Doença de Huntington em sua família. Além de experimentar na forma, os autores nos trazem um conteúdo belíssimo, de uma obra ímpar e imperdível. Superman: Entre a Foice e o Martelo, por Mark Mllar, Killian Plunkett e Dave Johnson O Bizarro. Essa sim, é a versão contrária do Superman, que nesta história nasceu na União Soviética e, aos poucos vai se tornando o comandante da potência socialista, mudando de forma definitiva o cenário mundial. Além de lidar com aspectos geopolíticos, há destaque para as versões de Batman e Mulher-Maravilha e para o final, que é surpreendente. Superman: Identidade Secreta, por Kurt Busiek e Stuart Immonnen O Real. Se o Homem de Aço vivesse no mundo real como seria sua vida …

O que aconteceu com o Cavaleiro das Trevas?

Batmen morrem, Robins vivem para sempre

É, o Batman morreu. Mas todo mundo sabe que ele vai voltar. Pra quem não sabe, ele morreu disparando uma arma contra Darkseid, que também morre no processo. Tudo isso em Final Crisis #6. Grant Morrison tentou justificar a morte dele remontando à origem do cruzado embuçado, que começou quando uma arma derrubou os pais de Bruce Wayne, e que nada seria mais justo que, ao fim, Batman empunhasse uma arma (do tipo que jurou nunca usar) e erradicasse a face do mal no Universo DC. Só que Batman nunca foi um herói cósmico, longe disso, era o herói mais humano da DC. Era como uma espécie de deus grego no meio de divindades monoteístas. Como já nos mostrou Kurt Busiek em LJA/Vingadores, os heróis da DC são vistos como deuses no seu universo. Todos menos o Batman. Ele tem essa diferença. Ele não é o herói puro. Ele usa meios escusos para atingir fins incontestáveis. Ele é psicótico, tão psicótico quanto seus vilões, como foi contado pelo mesmo Morrison no ótimo Asilo Arkham. Não …