Todos os posts com a tag: milo manara

As TOP 10 Musas dos Quadrinhos Europeus

Chegou a hora dessa gente que não é bronzeada mostrar seu valor! Estou falando dos quadrinhos europeus! E também estou falando das musas deles. Só que, diferente dos quadrinhos americanos, onde a sensualidade é velada e não é discutida, nos europeus, as suas musas são, sim, é dos quadrinhos eróticos. A seguir, citamos dez delas.

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Quem é André LeRoy Davis e Por Que a Marvel Está Fazendo Capas Variantes Com Ele?

Tá vendo a arte que ilustra este post? Bem, ela é de Andre LeRoy Davis. Ela não tem proporção, ela não tem equilíbrio, ela é pintada com lápis de cor. Ou seja, eu e você poderíamos fazer, ou até seu filho ou sobrinho de cinco anos faria melhor. Então eu fui pesquisar e tentar entender porque LeRoy está fazendo meia dúzia de capas variantes da Marvel.

Frank Cho x Garth Ennis: Duas Maneiras de Ver As Mulheres nos Quadrinhos

Lendo a minissérie Onde Vivem Os Monstros, escrita por Garth Ennis e desenhada por Russ Braun, que faz parte da saga Guerras Secretas da Marvel, percebi uma paródia bem engendrada para a série Shanna: A Mulher-Demônio de Frank Cho. Com certeza as duas minisséries apresentam maneiras diferentes de encarar o papel da mulher neste mundo. Aqui discuto um pouco essas duas aproximações.

Personagens de Quadrinhos Podem Ser Sexualizados SIM!

A polêmica da semana foi a comission da Mulher-Aranha que o quadrinista erótico italiano Milo Manara fez para o polêmico desenhista americano Frank Cho. Uma ilustração que, conforme você pode ver, destacava elemento da super-heroína que geralmente não são mostrados. Isso levantou uma discussão de que personagem de quadrinhos não devem ser sexualizados. Eu acho que podem sim. E aqui digo a razão.

Esqueça a Bundona – Mulher-Aranha: Novos Insucessos, de Dennis Hopeless e Javier Rodriguez

Depois da enorme polêmica com a capa da bunda para a Lua, feita pelo italiano Milo Manara, e cinco edições depois, Jessica Drew, a Mulher-Aranha, voltou repaginada. Os responsáveis pela nova fase são Dennis Hopeless (Arena dos Vingadores) e Javier Rodriguez. A capa foi tão criticada que não só o uniforme mudou, mas como a pegada das histórias, que ficou bem mais girl power. Já já falo mais sobre!

Como as Editoras de Quadrinhos Podem Evitar #fail ?

Com tantas campanhas de editoras de quadrinhos recebendo um hashtag fail de seu público, não seria a hora dessas empresas prestarem mais atenção no que estão fazendo e consultar mais seu público? Para isso apresento ferramentas de comunicação: o mercado e as sessões-teste, o cliente oculto e o ombudsman. Vamos falar mais sobre eles a seguir.

10 Autores de Quadrinhos Eróticos Que Você Vai Adorar Conhecer

Para comemorar o ano novo que vem aí, que tal dar uma olhada em desenhos voluptuosos e com histórias sensuais? No final, você pode até soltar fogos de artifício! Bem, resolvemos elencar aqui não obras de quadrinhos eróticos, mas autores importantes com estilo e fama consagrados no meio dos quadrinhos. A maioria deles, claro, vem da Europa. Mas temos também brasileiros. Vamos a eles!

A Batgirl não usa o programa de milhagem da Smiles!

Relativizando a Polêmica da Capa da Batgirl

Essa semana saíram as solicitações da DC Comics pós-Convergence e o que deu o que falar não foi a variedade imensa de títulos comprovando que a DC que mudar sua imagem junto aos fãs de quadrinhos. Não, foi a capa variante do mês do Coringa que Rafael Albuquerque fez para a revista da Batgirl. A capa, como você pode conferir aqui, mostra o Coringa segurando a Batgirl com um sorriso sangrento no rosto. Uma imagem controversa, errada, sim, mas a questão é: deveria ser banida? Minha opinião: eu sou uma pessoa que defende os direitos humanos, sejam eles quais forem, quando uma vida é ameaçada, seja de forma direta ou indireta, ela deve ser defendida. Mas vem a pergunta: porque crucificar o artista quando a coisa é estampada na capa e quando a coisa fica nas entrelinhas, ninguém dá tanta bola? No caso, Alan Moore e Brian Bolland fizeram o Coringa estuprar Barbara Gordon, na revista A Piada Mortal, mas na época passou em bracas nuvens. Assim como o polêmico final, que sugere que o …

O negócio tá MAUS pra eles...

Por que ler os (quadrinhos) clássicos?

Muitos se perguntam por que quadrinhos um leitor iniciante da mídia deveria começar. É verdade que existem inúmeros “cânones” dos quadrinhos como Little Nemo in Slumberland, Terry e os Piratas, Os Sobrinhos do Capitão, Popeye, Mandrake e até certas obras dos quadrinhos de super-heróis. Mas o que são os clássicos dos quadrinhos? Na literatura podemos contar com a Odisséia, as Metamorfoses de Ovídio, a Divina Comédia, e até a Bíblia como livros clássicos. Mas e os “clássicos dos nossos tempos”, onde se encaixam? Para isso invoco o livro Por que ler os clássicos, de Ítalo Calvino, para tentar nos fazer compreender essa clássica bagunça. No livro de Calvino, antes de definir clássicos, ele busca definir o que é um clássico e faz isso através de 14 itens, os quais vou tentar transportar para o âmbito da nona arte, as nossas tão queridas histórias em quadrinhos. Vamos lá, então. Apertem seus cintos e a qualquer caso de despressurização, máscaras de personagens de quadrinhos cairão automaticamente na sua cabeça. As setas laterais você pode utilizar para fugir …

Federico Fellini fala sobre os Quadrinhos

“Histórias em Quadrinhos são a fantasmagórica fascinação daquelas pessoas de papel, paralisados no tempo, marionetes sem cordões, imóveis, incapazes de serem transpostas para os filmes, cujo encanto está no ritmo e dinamismo. É um meio radicalmente diferente de agradar os olhos, um modo único de expressão. O mundo dos quadrinhos pode, em sua generosidade, emprestar roteiros, personagens e histórias para o cinema, mas não seu inexprimível poder secreto de sugestão que reside na permanência e inabilidade de uma borboleta num alfinete”. “(…) Descobri, assim, com um sentimento de admiração, que, por trás de uma história em quadrinhos, sempre aparecendo regularmente nas bancas, há uma formidável organização eficientíssima e tecnicamente preparada. Como sabemos, nós do cinema pertencemos a uma casta; e os desenhistas, os roteiristas, os coloristas, e os letristas, capazes de preencher o balão com diálogos escritos em uma límpida letra de forma, fazem parte de uma casta de artistas e de artesãos que fascina e faz felizes milhões de leitores de todas as idades. Exatamente como nós do cinema estamos convencidos de fazermos o …

Precisamos falar sobre Manara

Quadrinhos são hipersexualizados, isso é uma verdade. E os dos super-heróis, então, nem se fala. Pessoas que usam colantes grudados ao corpo e que revelam toda sua forma corporal para os leitores, costumam ter um teor masturbatório, com o perdão da palavra. Essa foi uma tendência muito grande nos anos 90, quando as chamadas bad girls se destacavam: Vampirella e sua roupa Borat, Lady Death e seus peitões, Witchblade e suas… suas coisas que tapavam suas coisinhas. Só para citar algumas. Mas aquele era um período em que o mercado de quadrinhos estava na sua adolescência, é só analisarmos o que saía por aqueles tempos. Grant Morrison em seu lindo Flex Mentallo, faz essa analogia. Se na Era de Ouro os quadrinhos de super-heróis engatinhavam, na Era de Prata eles eram voltados para crianças com suas aventuras mirabolantes, na Era Moderna, o alvo eram os adolescentes. O problema é chegar nos dias de hoje e insistir nessa tecla. Manara, como sabemos, é um ícone do mercado de quadrinhos eróticos. Não vejo sua Mulher-Aranha como um …

5 HQs Conceituadas Que Vão Chocar Você

Lost Girls, de Alan Moore e Melinda Gebbie É a história erótica de três garotas dos contos de fadas: Dorothy, Wendy e Alice. Nos três álbuns da série há toda a forma de experimentação sexual: desde zoofilia a pedofilia. Choca pela utilização de personagens de histórias infantis em um contexto adulto e perverso. Brat Pack, de Rick Veitch Acompanhamos a vida dos sidekicks de versões deturpadas de super-heróis como Batman, Mulher-Maravilha, Arqueiro Verde e Juiz Dredd, e de como esses ajudantes mirins vão sendo influenciados por eles até serem substituídos por outros. Segundo o autor, essa história mostra que Frederic Wertham não sabia nem da metade do potencial dos super-heróis para o consumo e assimilação das massas. Choca porque tudo é levado às últimas consequências, com muita violência, insinuação sexual e abuso de drogas. John Constantine: Hellblazer – Highwater, Pecados do Passado, de Brian Azzarello e Marcelo Frusin Toda fase de Azzarello no título Hellblazer é polêmica, mas o arco que é narrado através do ponto de vista de um supremacista branco que usa de …