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Será Mesmo Que Diversidade Não Vende?

No último mês, os executivos de vendas da Marvel Comics acusaram a diversidade dos seus personagens como fator das baixas vendas das suas revistas.Enquanto isso, a DC Comics, com títulos quinzenais dos seus medalhões está dando de lavada na concorrente no quesito vendas. Mas será mesmo que diversidade não vende?

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As Mulheres Criadoras Mais Poderosas dos Comics

A indústria de quadrinhos é machista? Você pode dizer que sim, você pode dizer que não. Mas os números, maninho, ah, esses não mentem. Vamos comentar aqui uma lista de quadrinistas mais prolíficas e poderosa da indústria dos comics norte-americanos e vamos tentar ver aonde chegamos com esses nomes e números. 1, 2, 3, lá vou eu! Quem não seu escondeu é meu!

A Sua Zona de Conforto e o Legado da Diversidade

Já falamos muitas vezes aqui de como as revistas em quadrinhos de super-heróis por um lado exigem personagem imutáveis e, por outro, faz com que eles acompanhem as transformações da sociedade. Também falamos da característica infinita das narrativas de super-heróis – elas nunca acabam, estão sempre contando mais e mais histórias desses personagens. Já falamos ainda da importância da diversidade nos quadrinhos. Hoje vamos falar sobre essa dicotomia entre imutabilidade x transitoriedade.

O Poder dos Quadrinhos e as Mudanças da Sociedade

Os quadrinhos de super-heróis mudam incessantemente. Essa é a maneira que eles se utilizam para manter personagens datados sempre fresquinhos. Dessa forma eles também renovam e atraem novos públicos de acordo com sua necessidade de histórias. Venha saber um pouco mais sobre isso.

Frank Cho x Garth Ennis: Duas Maneiras de Ver As Mulheres nos Quadrinhos

Lendo a minissérie Onde Vivem Os Monstros, escrita por Garth Ennis e desenhada por Russ Braun, que faz parte da saga Guerras Secretas da Marvel, percebi uma paródia bem engendrada para a série Shanna: A Mulher-Demônio de Frank Cho. Com certeza as duas minisséries apresentam maneiras diferentes de encarar o papel da mulher neste mundo. Aqui discuto um pouco essas duas aproximações.

Saudades: Os Caçadores

A Editora Abril precisava de uma casa para o Arqueiro Verde na década de 90. Então a solução foi unir o herói a outros que tinham uma pegada como a dele. Eram, frios, eram cruéis e raivosos, mas que, afinal, eram bem escritos. Eles eram Os Caçadores, apresentando numa revista em formato americano e com um logo à la Comandos em Ação. Vamos lembrar disso?

Quadrinhos com Minorias: Representatividade ou Modinha?

A ficção sempre foi o caminho mais fácil pelo qual a sociedade discutiu ideias e conceitos complicados demais para serem simplesmente expostos em uma conversa qualquer. Ainda que arriscando receberem rótulos de hereges, loucos, depravados, artistas de renome (ou não) sempre exploraram mundos fictícios para tentar colocar em pauta tabus que necessitam serem explorados com olhares mais atentos.

Eisner Awards Bate o Recorde de Indicações Femininas

Boas notícias para o mundo dos quadrinhos, principalmente para as produtoras e fãs mulheres! O prêmio Eisner, cujo nome é dedicado ao pioneiro Will Eisner, fez o seu recorde de indicações a produtoras de quadrinhos femininas. São 49 mulheres, que receberam 61 indicações em 27 categorias (de 30 no total). Este número representa um aumento em relação ao ano passado, quando 44 profissionais mulheres foram reconhecidas.

A Ilha Paraíso em Que As Mulheres Não Entram

Os fãs de quadrinhos sabem da existência de Themyscira, a Ilha Paraíso, lar da Mulher-Maravilha, uma ilha sagrada dos gregos em que os homens são proibidos de entrar. Mas eis que eu me deparo com essa notícia que diz que existe no Japão uma ilha sagrada, ao sul do arquipélago em que MULHERES não podem entrar. Qual o significado dessa ilha para o nosso mundo e o que ela tem a ver com Themyscira?

O homem os faz feliz porque o homem faz brinquedos para eles

Não é brincadeira, não! Isso é pra ser uma espécie de crônica. Não é pra ser aquela coisa feminista raivosa, mas apenas uma constatação. Também não vou falar da importância das personagens mulheres nos quadrinhos ao longo da história, nem vou falar de autoras femininas, mas vou me focar numa pessoa em especial. Num personagem que acredito ser a síntese do que deve ser feminino e que tem, sim, uma legião de fãs. Ela é mulher, ela é negra, ela é separada, ela já foi punk, já foi batedora de carteiras, já foi deusa, passou fome, ela é mutante e corre à boca pequena que ela também é bissexual. Ela é Ororo Monroe, a Tempestade. Tempestade foi criada em 1975, por Dave Cockrum, sete anos, portanto, depois do primeiro beijo interracial da TV, entre Kirk e Uhura, do seriado Star Trek – Jornada nas Estrelas. Ela era uma fusão de dois personagens que o artista havia criado para a Legião dos Super-Heróis, a Back Cat e Typhoon. Mas foi com Chris Claremont que ela ganhou …

Super-herói tem é que ser é bem macha!

Os gays ainda são vistos com grande preconceito pelos leitores de quadrinhos de super-heróis e, ainda por cima, pela mídia especializada, principalmente no Brasil. Apesar dos esforços da indústria de entretenimento, que vê no segmento gay uma mina de ouro, por causa do Pink Money, essa estigmatização parece estar longe de acabar. Este é mais um texto influenciado pela leitura de Flex Mentallo, que apesar de eu ter dito aqui que tem subtexto erótico, nessa última leitura percebi que não é bem sub esse texto. Ele está lá pra quem quiser ver. Mas não vou me fixar no Flex, não. Mas nas reações dos fãs e, principalmente dos brasileiros e da mídia especializada quando se trata da homoerotização dos super-heróis. Todos nós sabemos que essa indústria de entretenimento é famosa por suas heroínas voluptuosas, de seios e coxas grandes, de decotes e collants apertados. Apesar das críticas “feministas”, muitos fãs adoram isso. Não há nada de errado em glorificar um corpo saudável. Ora, então, porque não adorar que super-heróis homens usem collants agarrados na pele …