Todos os posts com a tag: mythos editora

Os Quadrinhos de Arquivo X. Arquivo X: Clássicos – Vol.1, de Stefan Petrucha e Charlie Adlard

A série de TV Arquivo X foi um imenso sucesso nos anos 90. Criada por Chris Carter, ela abordava principalmente fenômenos alienígenas, mas todo o rol de mistérios do mundo estavam incluídos. Com uma abordagem investigativa, tinha na figura dos personagens Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson), o volúvel e a cética, num interessante embate. A editora New Order trouxe ao Brasil o compêndio em questão que traz as nove primeiras histórias da série.

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Guia de Leitura: Os Inumanos

Sim, amigos! Os Inumanos são a aposta da vez da Marvel! Se não nas telinhas e telonas, pelo menos nos quadrinhos. Apesar de eles estarem em destaque em Agentes da SHIELD, parece que o seu filme foi cancelado. Além disso vem aí os eventos A Morte do X e X-Men versus Inumanos, que vão colocar a equipe das névoas terrígenas em evidência. Fiz aqui uma listinha de leituras importantes dos nossos amigos evoluídos pelos krees!

Melhores e Piores Leituras de Setembro de 2016

Uhlala! Tivemos uma lista longa nesse mês de Setembro em que a flora floresce e a fauna acasala. Muitas coisas boas, mas muitas coisas ruins também. A Coleção Marvel de Graphic Novels da Salvat em sua versão Clássicos tem feito cadeira cativa aqui na nossa sessão mensal. Muita coisa foi resenhada com mais cuidado, mas aqui vão algumas minirresenhas da nossa seleção!

Como as Editoras de Quadrinhos Podem Evitar #fail ?

Com tantas campanhas de editoras de quadrinhos recebendo um hashtag fail de seu público, não seria a hora dessas empresas prestarem mais atenção no que estão fazendo e consultar mais seu público? Para isso apresento ferramentas de comunicação: o mercado e as sessões-teste, o cliente oculto e o ombudsman. Vamos falar mais sobre eles a seguir.

SplashPod – S01 E06 – A Variedade de HQs nas Bancas

Olá, mergulhadores ! Nesse novo episódio, conversamos sobre a variedade dos quadrinhos nacionais e, além de Guilherme Smee, Fábiomesmo, Santiago Castro e Dudu Bandeira, contamos com a companhia de Pedro Bouça, editor da Juiz Dredd Megazine (Mythos Editora), e Artur Tavares, editor e sócio da HQM Editora e Nana Walker. Discutindo os lançamentos fora do eixo Marvel/DC, comentando particularidades e futuros lançamentos das editoras (envolvendo aí os selos Image/Valiant/2000 AD/Dark Horse e outros) no Brasil, tentamos traçar um retrospecto desse material do Brasil e uma previsão para o futuro. TRACKLIST (0:00:26) Apresentação dos participantes (0:01:18) Aumento da variedade de títulos e editoras no mercado brasileiro (0:08:40) Mix mensal: algumas opiniões (0:11:08) Continuidade (0:14:14) Um pouco da história da HQM Editora e The Walking Dead (em quadrinhos) no Brasil (0:21:45) O que ajuda vendas de quadrinhos, afinal ? (0:23:50) Um pouco mais de discussão sobre scans (especialmente Walking Dead) (0:27:20) O nascimento da Juiz Dredd Megazine e 2000 AD pela Mythos (0:37:45) Valiant no Brasil (0:39:01) Perspectivas para o futuro (0:46:16) MUITOS lançamentos futuros da HQM …

As 5 Piores HQs que li em 2014 (ECA!)

As Piores Leituras de Quadrinhos de 2014

É, o ano também teve seus baixos, muitos aliás. Aqui vou colocar os quadrinhos que tiveram as piores avaliações, ou seja, uma estrelinha só. Tiveram alguns brasileiros que tiveram essa colocação, mas não vou colocar aqui porque todo mundo pode melhorar. Em vez disso, vou atacar os estabelecidos mesmo que esses não vão se importar se eu – o reles eu – falar qualquer coisa de mal sobre seus quadrinhos. Mas não se preocupem que não vou ser tão mau assim, são só cinco HQs mesmo. 45 Rotações de Rock, de Hervê Bouhris O cara que escreveu o Pequeno Livro do Rock e o Pequeno Livro dos Beatles ataca novamente, dessa vez com a sua seleção de 45 melhores discos da história dos Rock, o que inclui nossos caríssimos brasileiros, Os Mutantes. Fui no livro esperando muita coisa, mas é uma caca. Pra começar, não é quadrinhos como o livro é vendido, de arte sequencial ele não tem é nada. Além disso a tradução e a revisão carecem de muuuitas melhoras. A disposição das informações …

O Começo, o Fim e o Meio. Rising Stars: Estrelas Ascendentes, de J. Michael Straczynski e Vários Artistas

Muitos gostam de comparar Rising Stars: Estrelas Ascendentes com Watchmen. Mas não é bem por aí. Apesar da obra ter algumas semelhanças e começar com a premissa: quem está assassinando os Especiais de Pemberton, o rumo que a narrativa toma é muito maior e mais ambicioso que Watchmen. Basta tentar concluir se ela conseguiu atingir seus objetivos. A história de Rising Stars é contada pelo ponto de vista do Poeta, um dos Especiais de Pemberton, crianças superpoderosas que, no momento da sua concepção foram atingidas pela energia de uma bola de fogo que rasgou os céus da cidade de Pemberton, nos Estados Unidos. A partir daí, esses garotos foram doutrinados e controlados pelo governo americano. Straczynski é um escritor famoso. Criou a série Babylon 5, escreveu o roteiros para o filme A Troca (The Changeling), com Angelina Jolie. Nos quadrinhos, já teve em suas mãos as revistas do Homem-Aranha, Superman, Mulher-Maravilha, entre outros. Straczynsky é muito lembrado pelos seus começos. Sempre inicia uma trama com uma premissa instigante. Assim fez com Rising Stars, com Poder …

10 Motivos Para ler a Juiz Dredd Megazine

Há quase um ano a Mythos Editora lançou a primeira revista seriada do Juiz Dredd, trazendo material da icônica revista em quadrinhos inglesa, 2000 A.D.. O Juiz sempre foi popular aqui, aparecendo em crossovers e tendo estrelado dois filmes: o primeiro com Stallone como o autoritário do futuro e o segundo, mais recente, lançado no ano passado. Porém, o personagem nunca tinha ganhado um tratamento como este. Já são 11 edições mensais, um especial de Natal e um encadernado em capa dura. Confira abaixo, dez razões para você acompanhar esta revista: 1. ALAN MOORE: Quem no mundo dos quadrinhos nunca ouviu falar dele? O mago barbudo é um chamariz de leitores e, por isso, seu nome figura sempre no topo da edição da Megazine. Na 2000 A.D., entre muitas séries, ele escreveu os Choques Futuristas de Targh e Distorções Temporais, narrativas com um clima borgiano ou aasimoviano, mas com muito humor negro. Histórias em quadrinhos curtas sempre acabam ganhando a simpatia dos leitores e, quando realizadas por uma pessoa do calibre de Moore, os conquistam …

Ele não “polpa” ninguém: O Aranha – O Terror da Rainha Zumbi, de David Liss e Colton Worley

A ficção de polpa, ou pulp fiction, tem esse nome porque as revistas que distribuíam esse tipo de aventura eram impressas em papel barato, feitos com a polpa das árvores. Com grande popularidade no início do século XX, as revistas pulp foram o divertimento das massas antes das revistas em quadrinhos e da televisão. Essa geração, que cresceu lendo histórias de detetives e aventureiros, foi responsável pela criação dos super-heróis. Foi assim com Siegel e Shuster, que incorporaram muitos dos elementos aventureiros de Doc Savage no seu Superman. E foi assim com Batman, no qual Bob Kane e Bill Finger usaram o lado detetivesco e misterioso d’O Sombra, personagem que surgiu primeiro nas rádios. Nada mais natural que, em tempos mais modernos, esses personagens fossem concretizados em folhas de papel tão baratas quanto as dos pulps: as dos gibis. Doc Savage teve várias séries em quadrinhos. Enquanto O Sombra passou por mãos como as de Howard Chaykin e Denny O’Neil. A última encarnação desses heróis foi através da editora Dynamite Entertenment. Garth Ennis (Preacher, Justiceiro) se …

As Melhores HQs Estrangeiras que li em 2013

* Por Estrangeiras quero dizer não Brasileiras e não Americanas. Já que ambas têm categorias próprias. A ARTE DE VOAR, ANTONIO ALTARRIBA E KIM ESPANHA Como eu falei em algum lugar, eu havia ouvido falar dessa HQ lendo no site espanhol Zona Negativa. Tenho um fraco (ou um forte?) para essas histórias que abordam relações familiares. Achei muito atraente a proposta, principalmente porque começa com o pai do autor – cuja história, e que história, será contada ao longo da graphic novel – se suicidando. Antonio Pai torna-se anarquista (pô, já tava na moda naquela época? ¬¬’), luta contra o franquismo, é obrigado a lutar na Segunda Guerra Mundial e em meio a tudo isso conhece lugares e participa de situações que nunca um humilde camponês sonharia em realizar. Torna-se um homem de “negócios”, constitui família e acaba depressivo, num abrigo para idosos. Para mim, a melhor parte é essa mesma: o final. Nem todas as grandiloquentes aventuras de Antonio Altarriba nas guerras ou seus negócios mafiosos são tão orquestrados quanto o final da sua …

Saudades: DC Millenium

O formatinho ficou famoso com O Pato Donald, da Abril e consistia em dobrar mias uma vez a revista em quadrinhos americana, uma vez que essa já era duas dobras do formato tablóide dos jornais. Muito hoje consideram essa medida de gibis famigerada, por deturpar desenhos, carecer de adaptação de diálogos, entre outras tesouradas editoriais. Mas quando a situação apertou na crise de 1998 (é, tivemos crise naquela época, lembram-se? Foi logo depois do Plano Real quando os prósperos Tigres Asiáticos eram a bola da vez. Isso não é coisa inventada pela Dilma ou pelo Obama), bom quando a crise apertou e a Abril resolveu tornar suas revistas de super-heróis produto de luxo, com a linha Premium, editoras menores correram para abocanhar a oportunidade de vender revistas mais baratas, no velho e bom formatinho. Dados Gerais: DC Millennium (Editora Brainstore) Duração: 09 números  – Fevereiro de 2002 a Agosto de 2003 O Contexto: Já falei aqui sobre o contexto do mercado editorial brasileiro de quadrinhos daquela época e falei um pouco também na abertura do …

Peripécias de Publicações dos Periódicos dos Paladinos Premium e Platinum Passando Posteriormente Para a Poderosa Panini

A Editora Abril foi a editora que teve os direitos de publicação dos super-heróis por mais tempo, mas apresentava alguns problemas que desagradavam os leitores. Os cortes de páginas, o salto nas cronologias, edições não publicadas, quadrinhos redesenhados. “Tudo isso levou alguns leitores a consumir as edições originais americanas, criando um mercado que até então não existia” (Diogo, 1997, p.31). Com a chegada do primeiro filme dos X-Men aos cinemas, em 2000, a Abril resolveu mudar sua tática e o formato de suas revistas de super-heróis. Com o mercado de quadrinhos em retração, e a não-renovação do seu público, os editores resolveram se voltar aos colecionadores com o que foi chamado de Super-Heróis Premium, conforme descrito no site do Correio Brasiliense: “(…) a editora vai cancelar doze revistas e substituí-las a partir de agosto, por cinco publicações em formato americano (o formatão de 17 cm x 25,8 cm), com capa em cartão plastificado e 160 páginas em papel tipo de luxo (tipo couché). A nova concepção da editora modificará uma tradição dentro do mercado de …

A Guerra vai ser pra decifrar todos esses personagens!

Um chá com a Marvel UK (11 de 12)

AS GUERRAS MYS-TECH Os grandes inimigos dos super-heróis britânicos eram os integrantes da corporação Mys-Tech, um grupo de sete magos oriundos do século X, que venderam sua alma a Mefisto em troca de imortalidade. Ao longo dos anos eles vem sacrificando almas para o demônio e acumulando riqueza e poder em seu império de negócios. Os atos derradeiros da organização resultaram nas Guerras Mys-Tech e envolveram grande parte dos heróis americanos da Marvel. Era uma época de crossovers e a lógica era quanto mais melhor. Participaram desta história Homem-Aranha, Hulk, X-Men, Nick Fury, Vingadores, X-Factor e Excalibur pelo lado americano e todos os super-heróis dos anos 90 da Marvel UK. O roteiro dos hoje celebrados Andy Lanning e Dan Abnett, responsáveis pelas minisséries de Aniquilação, era muito fraco. Para dar um exemplo, na minissérie muitos dos heróis morrem em combate com os Mys-Tech, mas, ahá, se encontra uma maneira de reverter todo o acontecido, voltar 24 horas no tempo e restaurar a vida dos heróis combalidos. Guerras Mys-Tech é um bom exemplo de tudo de …

2001

Com muita satisfação minha coleção (e do meu irmão) de quadrinhos atingiu hoje os 2001 exemplares. Isso, claro, sem contar nossos gibis importados, da Turma da Mônica e da Disney. Alguns dados da minha coleção. Editora – A editora que temos mais revistas é a Abril, com 972, seguida de perto pela Panini com 833. A próxima vem longe, que é a Mythos, com 45 edições. Licenciadora – É a Marvel que vem bem na frente com 1443 revistas, depois vem a DC com 346 e em terceiro, mais longe, a DC (Vertigo) com 52 edições. Categoria – 1458 revistas periódicas, 308 minisséries, 151 edições especiais, 45 edições encadernadas, 29 álbuns de luxo e 10 graphic novels. Gênero – Que dúvida! 1848 são super-heróis e em segundo lugar, alternativo com 50. Como bom Zumbis X, temos completas as coleções de X-Men, Fabulosos X-Men, Wolverine e Fator X (da Abril) e de X-Men, X-Men Extra, Arma X e Wolverine (pela Panini). Também temos completas Força PSI, Shazam!, Melhores do Mundo, Gen13 e WildC.A.T.S., Marvel 1999, Marvel …