Todos os posts com a tag: psylocke

Os Signos dos X-Men

Mais do que predizer o futuro, os signos do zodíaco servem para traçar o perfil da pessoa que nasceu em determinado período do ano. Assim funciona um mapa astral. Você já sabe seu signo, mas nunca imaginou qual seria a representação do zodíaco para o seu mutante defensor do mundo favorito. Selecionamos aqui os principais X-Men de cada signo, de acordo com suas caraterísticas e as representações dos signos do zodíaco. Confere aí:

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Cullen Bunn: O Roteirista dos Supervilões

Cullen Bunn é um dos principais nomes dos roteiristas de quadrinhos da nova geração. Em pouco tempo já angariou inúmeros títulos sob seus cuidados, tendo participado da criação e da reintrodução de diversos personagens famosos tanto da Marvel quanto da DC. Não sabe de quem eu estou falando? Então me acompanhe e conheça mais do trabalho de Cullen Bunn.

[REVIEW] X-Men: Apocalipse, de Brian Synger

Já estamos no sexto filme da franquia X-Men. Quem diria que chegaríamos a isso lá em 2001, quando a gente se estapeava para saber que atores iriam protagonizar o filme dos mutantes mais incríveis e fabulosos da Marvel? Eu achei um ótimo filme, que entrega muita ação e caracterização bem ao estilo dos X-Men. Mas faltou pisar na tecla mais importante da equipe mutante de Xavier: o preconceito com quem é diferente.

10 Fases da X-Force Para Você Conhecer

A Fox anunciou intenções de fazer um filme da X-Force, depois do sucesso de Deadpool. Caso você não saiba, a equipe é deriva da revista do Novos Mutantes, a equipe de jovens mutantes dos X-Men. Foi criada nos anos 90, mais precisamente em 1992, por Rob Liefeld e Fabian Nicieza. Agora vamos conhecer um pouco sobre as fases que ela passou.

[VALENTINE’S DAY] X-Men: Romance e… Tragédia!

Claro que uma das coisas que os leitores – e principalmente as leitoras – de X-Men mais gostam são os dramas românticos vividos pelos mutantes. Então, aproveitamos o Dia dos Namorados para fazer uma listinha dos casais mais românticos, apaixonados e melosos que os X-Men e adjacências já tiveram. Aqueles que tiveram de superar enormes obstáculos para manter acesa a chama do amorrrr. De quebra, indicamos para vocês algumas histórias bem trágicas e românticas. Preparem seus lencinhos de papel e vamos lá!

A Colorização da Pele dos Super-Heróis

Muitos artigos por aí falam sobre representações étnicas nos quadrinhos, mas poucos deles falam de como estes personagens são e eram colorizados de acordo com suas etnias. A colorização errônea da pele dos personagens é um pecado que a indústria dos quadrinhos ainda comete quando se trata de representar a variedade racial dos quadrinhos. A seguir, uma breve análise das representações étnicas através das cores nos quadrinhos:

SplashFolia – Concurso de Fantasias de Super-Heróis (Parte 2)

CATEGORIA GLOBELEZA (AS MAIS PELADAS DOS QUADRINHOS)     Façamos o seguinte exercício criativo: imagine o momento singular em que as editoras perceberam que as personagens femininas dos quadrinhos poderiam lutar apenas de biquíni ou maiô; em seguida, tente imaginar a satisfação dos nerds adolescentes, enquanto descobrem o poderoso efeito dos hormônios em seus corpos, chegando nas bancas e vendo revistas onde personagens curvilíneas lutam semi-nuas,  sempre em poses provocativas e algumas até dando voadora de perna aberta. O que isso gera? Mais vendas e banhos demorados, claro! Sim, meus amigos, os quadrinhos também influenciam a crise no abastecimento de água! Trazendo essa realidade para o âmbito carnavalesco, a disputa seria fortíssima. Várias silhuetas femininas com menos roupa do que profissionais de entretenimento adulto fazem jus ao título de “mais peladas”.  Poderíamos falar de Psylocke, que tentou seduzir o ciclope e vivia de dando voadora com as pernas abertas nos anos 90, ou ainda da Supergirl que voava de minissaia, da Mulher-Aranha com roupa fechada a vácuo (deve ser, de tão colada que é), ou …

Excalibur: A Risada era a Lei – Alan Davis

Quando assumiu integralmente o Excalibur, Alan Davis tentou manter o mesmo tom que ele e Claremont haviam criado, porém o aspecto das histórias mudou um pouco. Alan Davis aprofundou-se na mitologia da equipe, explorando conspirações no Omniverso e trabalhando melhor cada personagem. Nesta época, a Technet também acabou aliando-se ao Excalibur, na ausência de sua líder, Pennettra. Na história “Tudo o que você queria saber sobre a Fênix, mas tinha medo de perguntar”, o autor elaborou toda a história da força-fênix, contando que desde tempos imemoriais, uma seita preparava seus adeptos, chamados Feron, para receber a força. Mas isso mudou com a chegada de Jean Grey e Rachel Summers. O adepto, que deveria seu o hospedeiro da força, Feron, acabou juntando-se ao grupo. Naquela época, outros personagens se juntavam à equipe, como o guerreiro com aspectos leoninos, Kylun, a alienígena shiar Cerise e o agente do governo capaz de alterar seu tamanho, Micromax. Foi uma época em que as histórias do Excalibur encontraram um outro patamar, não eram mais apenas histórias bem-humoradas que brincavam com …

As Eras dos Quadrinhos – Parte 8

A Era da Incerteza – Eu sou o melhor no que faço, mas o que faço não é nada bonito! Com a influência dos quadrinhos independentes, do mercado direto e restrito e o código menos rígido, o caminho estava aberto para obras como Batman, o Cavaleiro das Trevas e Watchmen, que, para o bem ou o mal, redefiniram os modelos de quadrinhos de super-heróis. Foi o tempo em que os heróis não precisavam de motivos para ser violentos, e a grande maioria era cruel e raivosa, numa tradução literal do termo grim’n’gritty, uma expressão cunhada para representar o resultado da má interpretação do tom que empregaram Moore e Miller por autores menos célebres. Os protagonistas eram sombrios, portavam grandes armas e faziam cara de mau, rangendo os dentes nas capas. Fazia-se um contraponto à nobreza da Era de Prata e ao cinismo da Era de Bronze. Nesse período, a arte passou a ser mais valorizada. Grandes desenhistas passaram a receber grandes quantias por seus trabalhos e os fãs compravam revistas em grandes quantidades. As bad …

Patsy Walker: revistas de romance faziam sucesso nos anos 50 pela Marvel.

Marvel Divas ou Sex and The City encontra as Heroínas

Semana passada Joe Quesada anunciou uma nova minissérie da casa das idéias: Marvel Divas. O editor-chefe anunciou a série como uma espécie de Sex and The City com super-heroínas. Foi divulgada a capa de J. Scott Campbell. Como roteirista foi escolhido o competente Roberto Aguirre-Sacasa e o croata Tonci Jonzic. Mas o que eu pergunto é: a Marvel vai publicar um história falando de sexo? Talvez esteja seguindo uma corrente, já que foi lançado ano passado um anual do Homem-Aranha Ultimate em que Peter Parker e Mary Jane discutiam sua primeira vez. E com certeza é uma evolução, já que não é a primeira vez que a Marvel tenta dar um enfoque maior para suas personagens femininas. UM POUCO DE HISTÓRIA A primeira tentativa foi no final da década de 40 com revistas como Namora e Vênus, lançada no crepúsculo dos super-heróis. Claro que a editora já tinha um nicho formado para as leitoras com revistas de romance e de humor adolescente, entre as quais Patsy Walker, da qual falarei mais daqui a pouco. A …