Todos os posts com a tag: turma da mônica

Dois Quadrinhos Que Resgataram Minha Infância

Essa semana li dois quadrinhos que me fizeram voltar para uma época de Sessão da Tarde, salgadinho e refrigerante. Um deles é um relançamento em capa dura da Panini Comics em capa dura no universo da Turma da Mônica. O outro é uma minissérie da Disney que resgatei nos sebos, pois ela acabou se perdendo na inúmeras mudanças que fiz durante a vida. A seguir falo mais sobre elas. Anúncios

Al Capp, Ferdinando e As Soluções Para os Problemas do Mundo (?)

Vai e volta, os quadrinhos são uma tela em que a crítica social ocorre. Seja nos quadrinhos da Turma da Mônica ou no universo dos super-heróis, seus autores estão sempre contestando a realidade. Mas teve um quadrinho que, para quem conhece mais a fundo a história dessa mídia, sempre foi sinônimo de arte sequencial e crítica social. Se trata de Ferdinando (Lil’ Abner) de Al Capp, e é sobre ele que vamos falar agora.

A “Teoria do Degrau” e a Mudança de Gostos na Leitura de Quadrinhos

Quem lê quadrinhos há muitos tempo, como eu, que leio há mais de vinte anos, sabe que nossos gostos e preferências de leitura vão mudando ao longo do tempo. Por isso resolvi trazer da literatura a “teoria do degrau” para discutirmos um pouco o avanço – ou regressão – desses gostos e hábitos.

Será Mesmo Que Diversidade Não Vende?

No último mês, os executivos de vendas da Marvel Comics acusaram a diversidade dos seus personagens como fator das baixas vendas das suas revistas.Enquanto isso, a DC Comics, com títulos quinzenais dos seus medalhões está dando de lavada na concorrente no quesito vendas. Mas será mesmo que diversidade não vende?

O Design da Página de Quadrinhos

Os estudos da História da Arte e do Design podem ajudar um quadrinista a compor o layout das páginas dos seus quadrinhos. Porém, também é preciso entender como se dá a leitura e a compreensão das palavras e imagens, sejam em separado ou em adição, para que a página de um quadrinho seja processada na nossa mente. Este artigo fala um pouco sobre estes estudos e processos.

Os Musos do Quadrinho Nacional

Bem, a ideia para este post é que certa vez um blog de literatura fez uma lista dos musos da literatura contemporânea nacional. Então eu absorvi essa ideia e foi transmutada em quadrinhos. Simples assim. Os caras que foram escolhidos aqui passaram por uma junta que selecionou, crivou e avaliou centenas de quadrinistas. Os escolhidos, passaram pelo meu corte (hehehe) e estão aqui não apenas pela beleza, mas pela simpatia, postura profissional e principalmente por não ficarem se achando os tais. Dito isso, vamos à lista em ordem alfabética.

A Reserva de Mercado Para o Quadrinho Nacional

  Falar de reserva de mercado nos dias atuais poderia soar como um golpe de estado totalitário na mente de quem lê. Para outros, poderia ser uma ameaça ao neoliberalismo. Alguns diriam que é bolchevismo, comunismo ou ainda bolivarianismo. Para quem produz quadrinhos, entretanto, soaria como uma garantia de sobrevivência e ainda uma valorização de um trabalho que rende pouquíssimo para quem o cria. Mas vamos entender a reserva de mercado e seus antecedentes.

Olavo de Carvalho e Esses Tais Gibis Corruptores da Juventude

Essa semana uma postagem do colunista de direita Olavo de Carvalho chamou a atenção dos fãs de quadrinhos brasileiros. O escritor, que já comparou gays com cabras e espinafres, dessa vez despejou o seu veneno contra a revista em quadrinhos da Turma da Mônica Jovem, o maior sucesso comercial dos quadrinhos brasileiros.

Oi tenta ser como o Mauricio. Oi tenta!

Novos Velhos Lançamentos de Mauricio de Sousa

Muito antes da baixinha, golducha e dentuça nascer, Mauricio de Sousa já fazia sucesso com outros personagens. É o que vamos falar aqui nesse post, sobre essa fase antiga do pai da turminha e também vamos aproveitar para comemorar os 80 anos de vida de um dos maiores e, sem dúvida, o mais representativo e importante quadrinista brasileiros, Mauricio de Sousa.

As TOP 10 Musas dos Comics e Seus Desenhistas Perfeitos

Chegou o momento mais aguardado desde… hã… ontem! Chegou a hora de revelar nossa seleção de 10 musas dos quadrinhos de super-heróis e os desenhistas que melhor as representam! Ficou com água na boca? Pois então deixa o queixo cair com tanta voluptuosidade. Porque se tem uma coisa que as personagens dos comics sabem ser é ser voluptuosas. Vamos lá! CANÁRIO NEGRO, DE ED BENES Ed Benes é o cara que a DC Comics proibiu de dar muito destaque na parte posterior das heroínas, se é que você me entende! Esse brasileiro desenhou duas vezes a Canário Negro: uma vez nas Aves de Rapina e em outra oportunidade quando ela foi a líder da Liga da Justiça de Brad Meltzer. Dinah Lance, a Canário, faz parte das meninas da meia-arrastão, assim como a Zatanna. Se aquela meia já realça as coxas e a parte que o Benes foi proibido de acentuar, imagina só ela tirando essa peça beeeem devagarinho? É ou não é um arrastão, minha gente? GATA NEGRA, DE TERRY DODSON Com a ajuda …

Dia do Quadrinho Nacional – 30 de Janeiro – Depoimentos (Parte I)

Viva! Hoje é o Dia do Quadrinho Nacional! E temos muito a comemorar, visto o salto de qualidade e de público que essa produção deu na última década. Chamei alguns amigos envolvidos com a produção nacional de quadrinhos para ratificar a importância dessa produção cultural no Brasil. Confere aí! “Há 146 anos Angelo Agostini lançava, no Brasil, uma nova forma de comunicação: os Quadrinhos de Nhô Quim (que veio bem antes do Yellow Kid, Flash Gordon ou Dick Tracy). Anos antes, ele já havia surpreendido a população com seu novo estilo de jornalismo: a imprensa ilustrada. Essa revolução na comunicação de massa criou raízes e hoje é impossível pensar em comunicação -impressa, televizada ou internetizada- sem que a imagem tenha seu importante espaço delimitado. Infelizmente, a imprensa escrita onde a ilustração ganhou força e se popularizou (a dita “imprensa marrom”) tem reduzido o espaço da ilustração em suas páginas. E os Quadrinhos, apesar de perderem seu espaço nas bancas, ganharam o mundo das livrarias e da virtualidade, e hoje vemos uma produção imensa de veteranos …

My France will never be the same, I'm glad Ronald McDonald came...

Os Quatro Quadrinhos Mais Influentes da Infância #fourcomics #4hqs

Ontem, 22 de janeiro, a editora Archie Comics lançou no twitter um desafio de postagens, no estilo #musicmonday. A ideia era selecionar as capas dos quatro quadrinhos mais influentes na sua infância. Logo, ditando a hashtag #fourcomics a timeline estava cheia de quadrinistas, fãs e profissionais da área declarando suas paixões da infância. Algumas podem parecer óbvias, postando só revistas de super-heróis, mas outras não, como por exemplo as de Kurt Busiek, que colocou quase só quadrinhos europeus. Detalhe: Busiek passou a infância na França. Eu também coloquei os meus e, como uma boa criança brasileira dos anos 80, as influências não poderiam ir muito além dessas. Mas como esse blog é meu e eu faço nele o que eu quero, eu vou explicar melhor essas influências e como elas transformaram minha vida: AS HISTÓRIAS DE PARÓDIAS DA TURMA DA MÔNICA Sim, a primeira mesmo foi Cebolinha e Mônica em Romeu e Julieta, lá nos anos 70. Mas eu não tinha chegado ao mundo naquela época, então peguei as paródias de filmes da turminha como …

A Popozuda passa uma mensagem, sim!

Quadrinho nacional: um mercado de nicho ou um mercado popular?

Estava discutindo isso com um amigo no facebook. Os quadrinhos brasileiros devem seguir seu próprio caminho ou devem seguir as fórmulas de outros mercados como o americano e japonês para se tornarem populares? Vemos que desde 2010 os quadrinhos brasileiros têm amadurecido. Têm se tornado diversos e oferecem várias alternativas para quem quer conhecê-lo. Até existem super-heróis brasileiros, embora ninguém seja capaz de citar um de destaque. Nossa discussão começou com isso: super-heróis brasileiros. Não acho que esse estilo de história se popularize ou se dê bem no Brasil, pelo motivo de que super-heróis são um produto da cultura americana. Ninguém vê super-heróis franceses, polinésios ou argentinos. Ano passado um coletivo de quadrinistas brasileiros colocou no ar uma campanha no catarse para empenhar um álbum de crossover de super-heróis brasileiros chamado: A Ordem. Super-heróis se originam de tempos de dificuldades, como a grande depressão no anos 30 nos Estados Unidos ou a Segunda Guerra Mundial. Como falei nesse link sobre a intrínseca relação entre super-heróis e guerras. Ao mesmo tempo, no Brasil não existem guerras …

Seleção de Quadrinhos!!!

Quadrinhos Para Quem Não Curte Quadrinhos

Vem chegando o Natal! Vamos presentear com quadrinhos? Aqui vão algumas sugestões. Você é fã de quadrinhos e não entende como as pessoas podem não gostar do que você gosta. Você não é fã de quadrinhos, mas gostaria de ser, só que é tudo tão complicado e difícil. Você até gosta das séries e dos filmes, mas sei lá… Talvez aqui tenha a solução para os seus problemas, como aprendemos na faculdade é uma questão de adequação, ou é o segredo dos gays: “introduzir devagarzinho”. Aos poucos, as pessoas vão entendendo que quadrinhos é um meio riquíssimo e que existem histórias para todo o tipo de pessoas, assim como os romances literários, basta entender o seu tipo e quando vir, já vai entender tudo sobre quadrinhos. Separei 10 quadrinhos para 10 tipos diferentes de pessoas. Vamos lá? SCOTT PILGRIM CONTRA O MUNDO Para quem: fãs de videogame O que é: Scott Pilgrim Contra o Mundo é um quadrinho que usa a linguagem do videogame para contar a história de… Scott Pilgrim, que se apaixona pela …

Saudades: Coleção Pocket Panini

Almanacões! Quem não gosta de ter uma HQ de muitas págians para ler? Elas lembram a nossa infância, quando ficávamos doentes e tínhamos que ficar na cama lendo gibis. Elas lembram as férias, que passávamos lendo o Almanação de Férias da Turma da Mônica e fazendo passatempos e colorindo ficguras. São os Superalmanques Marvel e Dc, Hanna Barbera. As recompilações de minisséries, nos famosos encalhernados. Os Especiais do Mês. E aqui um digno representante dos Almanacões da última geração: a Coleção Pocket Panini!   Dados Gerais: Coleção Pocket Panini (Panini Comics) Duração: 6 números – Dezembro de 2005 a Maio de 2006 O Contexto: A Marvel na Panini se expandia e se expandia, mas muitas séries ficavam de fora dos mixes. A solução encontrada foi reativar o formato econômico, mas, dessa vez, em superencadernados que lembravam os Superalmanaques da Editora Abril. Muitas das séries que saíram na Coleção Pocket Panini já haviam sido canceladas há um bom tempo na Marvel, mas nem por isso deixavam de ser um ótimo material que deveria ser conhecido pelo …

Asa Branca, a Pomba de Noé da Caatinga. A arte é legal, o roteiro, Noé.

Arrasado pelo Dilúvio: Noé – Por Causa da Crueldade dos Homens, de Darren Aronofsky, Ari Handel e Nico Henrichon

Sinceramente? Comprei essa HQ por causa da arte. Havia visto o trailer de Noé, com Russel Crowe e me pareceu muito espalhafatoso, pretensioso e grandiloquente. Mas aquela capa de Nico Hernichon (Leões de Bagdá) me fisgou na hora. A arte interna do álbum também não decepciona, mostrando detalhes de pessoas e objetos, grandes cenas de batalha, lindos desertos e animais antediluvianos com a vantagem de serem animais estranhos como a própria acepção da palavra evoca. A HQ de Noé lembra outro quadrinho feito por Aronofsky e Hendel em vias de se aproximar de um filme: A Fonte da Vida. Nessa outra HQ, a arte era de Kent Williams (Sandman), mas os tons de cores e o clima continua o mesmo. A fotografia pesada, carregada, saturada sem usar a saturação, em cores áridas que lembram desolação, crueza, solidão. Enquanto Fonte da Vida lidava com temas mais próximos a ficções científicas, Noé trata de uma grande epopeia. Mas são os filmes de Aronofsky que mais tem ligação entre si. Enquanto vejo que Cisne Negro, O Lutador e …

Os Melhores Quadrinhos Brasileiros Que Li em 2013

ESTÓRIAS GERAIS, WELLINGTON SRBEK E FLÁVIO COLIN Esperava que essa fosse mais uma daquelas histórias em quadrinhos brasileiras que glorificam o país, mas acabei me deparando com uma história rica. A riqueza de Estórias Gerais fica por conta de seu traço cultural sem cair no exagero ou no ufanismo.  São “estórias” – assim grafada da maneira antiga que diferenciava a narrativa dos acontecimentos humanos – , porque elas têm aquele gostinho de cousas antigas, de causos que nossos avós contavam. Ela permite um paralelo com as novelas fantástico-maravilhosas da Globo, como Saramandaia e Roque Santeiro e tantas outras que seguem nessa tradição de Dias Gomes, mas cuja fonte mesmo é a inovadora literatura moderna de Guimarães Rosa. Estórias Gerais traz vários causos de um interior do Brasil situado numa fronteira entre o nordeste e o sudeste rural,ou  talvez no centro-oeste do país, que se entrelaçam formando um painel único dessa tradição. ENTREQUADROS – CIRANDA DA SOLIDÃO, MÁRIO CÉSAR Esta foi uma das HQs que eu incentivei a produção através do site Catarse, e acabei fazendo …

Peripécias de Publicações dos Periódicos dos Paladinos Premium e Platinum Passando Posteriormente Para a Poderosa Panini

A Editora Abril foi a editora que teve os direitos de publicação dos super-heróis por mais tempo, mas apresentava alguns problemas que desagradavam os leitores. Os cortes de páginas, o salto nas cronologias, edições não publicadas, quadrinhos redesenhados. “Tudo isso levou alguns leitores a consumir as edições originais americanas, criando um mercado que até então não existia” (Diogo, 1997, p.31). Com a chegada do primeiro filme dos X-Men aos cinemas, em 2000, a Abril resolveu mudar sua tática e o formato de suas revistas de super-heróis. Com o mercado de quadrinhos em retração, e a não-renovação do seu público, os editores resolveram se voltar aos colecionadores com o que foi chamado de Super-Heróis Premium, conforme descrito no site do Correio Brasiliense: “(…) a editora vai cancelar doze revistas e substituí-las a partir de agosto, por cinco publicações em formato americano (o formatão de 17 cm x 25,8 cm), com capa em cartão plastificado e 160 páginas em papel tipo de luxo (tipo couché). A nova concepção da editora modificará uma tradição dentro do mercado de …

Minha Primeira Revista em Quadrinhos

Eu tinha oito anos e precisava ser vacinado contra o sarampo. Era uma campanha massiva de divulgação nacional, havia comerciais na televisão com a Xuxa dizendo “Xô, Xarampo!”e havia também a participação de Didi e Mônica. No dia da vacinação, que aconteceu em 1992, me lembro de uma sala cheia de azulejos brancos e de uma pistola automática que fazia a injeção doer menos. Bem próximo da minha marca de BCG, que na época me ajudava a saber qual era o lado esquerdo e o direito das coisas. Mas eu estava mais ansioso para tomar aquela injeção porque sabia que depois de aplicada eu iria ganhar um gibizinho. Sim, gibizinho. Os gibizinhos estavam na moda naquela época. “Gibizinho, gibizinho, gibizão, cabe no bolsinho e na palma da mão”. Eram metade do tamanho dos gibis formatinho e traziam no máximo dois quadros por página. Tinha gibizinho de vários personagens. Enfim, voltando à vacinação, eu, meus primos e todas as crianças que tinham idade para se vacinar contra o sarampo naquela época e no país, ganharam o …

Meus primeiros super-heróis

Mas eis que um dia, depois de assistir aos Power Rangers, que eram mania na época, além das Tartarugas Ninja e dos Cavaleiros do Zodíaco (que eu não gostava e, pra piorar, a Manchete não pegava direito na cidade onde morava). Enfim, eis que um dia eu estava esperando para ver os Power Rangers na TV Colosso e no lugar deles aparece um desenho animado com uns super-heróis diferentes dos que eu estava acostumado a ver. E o melhor, o inimigo deles era um ser meio-homem, meio-pterodáctilo, (Jurassic Park havia feito todos pré-adolescentes fãs de dinossauros). Assim que meu irmão chegou em casa falei para ele: “Tu tem que ver esse desenho é uma mistura de Comandos em Ação com deuses da mitologia, porque cada um tem um poder diferente” (outra da minha fascinação na época eram as histórias da mitologia). Meu irmão asssitiu e pronto, tínhamos virado fãs dos X-Men. Passou um bom tempo para que descobríssemos o que era a Marvel e que os X-Men eram publicados em quadrinhos. Foi numas férias em …

Meus Primeiros Quadrinhos

Quadrinhos são grande parte da minha vida. Quadrinhos nem sempre fazem parte do meu trabalho, fazem parte do meu lazer, mas isso não quer dizer que eu não os leve a sério. Isso não quer dizer que eles não têm influência em tudo o que eu faço. Quero abrir um espaço aqui para descrever esta relação, já que esse é um blog pessoal e eu não sou pago para escrevê-lo. Nestes posts vou escrever como foram meus primeiros contatos com os quadrinhos e como eles se tornaram minha paixão. Eu praticamente aprendi a ler com os quadrinhos, principalmente com os da Turma da Mônica, apesar do Cebolinha trocar os erres pelos eles e do Chico Bento e sua turma falarem “caipirês”. Minha festa de primeiro ano teve a temática da Turma da Mônica, e eu estava vestido igual ao Cebolinha: camisa verde e calção preto. Aliás esse foi o meu personagem preferido por um longo tempo, e também minha brincadeira favorita, em que eu nomeava todo mundo da família como um personagem da Turma da …

2001

Com muita satisfação minha coleção (e do meu irmão) de quadrinhos atingiu hoje os 2001 exemplares. Isso, claro, sem contar nossos gibis importados, da Turma da Mônica e da Disney. Alguns dados da minha coleção. Editora – A editora que temos mais revistas é a Abril, com 972, seguida de perto pela Panini com 833. A próxima vem longe, que é a Mythos, com 45 edições. Licenciadora – É a Marvel que vem bem na frente com 1443 revistas, depois vem a DC com 346 e em terceiro, mais longe, a DC (Vertigo) com 52 edições. Categoria – 1458 revistas periódicas, 308 minisséries, 151 edições especiais, 45 edições encadernadas, 29 álbuns de luxo e 10 graphic novels. Gênero – Que dúvida! 1848 são super-heróis e em segundo lugar, alternativo com 50. Como bom Zumbis X, temos completas as coleções de X-Men, Fabulosos X-Men, Wolverine e Fator X (da Abril) e de X-Men, X-Men Extra, Arma X e Wolverine (pela Panini). Também temos completas Força PSI, Shazam!, Melhores do Mundo, Gen13 e WildC.A.T.S., Marvel 1999, Marvel …