Os Novos (Pela Enésima Vez) Jovens Titãs, de Adam Glass e Bernard Chang

Os Titãs são uma equipe que sempre está sendo relançada em novas séries de quadrinhos. Desde sua invenção, nos anos 1950, com certeza tivemos mais de dez versões de seus títulos, isso sem falar de suas equipes criativas e componentes de time. O último desses relançamentos foi o segundo título da equipe dentro da iniciativa Renascimento DC, dentro da continuação do evento Sem Justiça, que rearticulou as equipes de super-heróis da DC Comics. Este novo título dos Jovens Titãs, que aporta no Brasil este mês pela Panini Comics traz um gosto da dinâmica estabelecida nos anos 1980 pela dupla Marv Wolfman e George Pérez. Vamos falar mais a respeito disso, a seguir.  Continuar lendo “Os Novos (Pela Enésima Vez) Jovens Titãs, de Adam Glass e Bernard Chang”

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Os Melhores Quadrinhos Brasileiros Que Li em 2018

Para fechar com chave de ouro nossas listas de melhores de 2018, nada mais apropriado do que os Melhores Quadrinhos Brasileiros! E num dia especial! Dia 30 de janeiro também é conhecido como DIA DO QUADRINHO NACIONAL. E que maneira melhor de homenagear a produção brasileira do que indicar 15 boas leituras para aqueles que não sabem por onde começar a ler esse tipo de produção? Pois é, meus amigos mergulhadores! Vamos então à nossa última e especialíssima lista. Só não se esqueçam que depois da lista, no final do post, temos uma surpresa interativa para vocês vindo aí. E relacionada com quadrinhos nacionais!   Continuar lendo “Os Melhores Quadrinhos Brasileiros Que Li em 2018”

Dentro da História: Representatividade, Cultura Pop e Infância

Sabe o pessoal que vive dizendo que diversidade não vende, que só tem histórias ruins com diversidade e que acham que diversidade não serve para nada? E ao mesmo tempo acreditam que diversidade é só um mote pra vender mais? Preparamos uma entrevista com Diego Moraes, o co-fundador e designer principal da Dentro da História. Essa empresa tem como missão trazer o leitor, principalmente o infantil, para dentro das histórias, através de ferramentas de customização do conteúdo e do design dos livros e das revistas, usando personagens extremamente conhecidos do público, como por exemplo a Turma da Mônica. O Diego contou histórias muito interessantes e explicou melhor a relevância da diversidade para o público e para as empresas. Dessa vez não sou eu quem está falando, mas quem convive com esse mercado todos os dias. Vamos ler a entrevista?  Continuar lendo “Dentro da História: Representatividade, Cultura Pop e Infância”

10 Sugestões Sobre Como Formar Novos Leitores de Quadrinhos

Vai e volta surgem teorias apocalípticas que o mercado de quadrinhos vai acabar. Agora estamos no olho do furacão, quando a teoria apocalíptica não é só que o mercado de quadrinhos vai acabar, mas que todo o mercado editorial vai sofrer um colapso e se adaptar para as novas gerações. No meio de tanta mudança, como amealhar novos leitores para publicações? E publicações de quadrinhos? Sabemos que novas gerações de leitores são a motivação que vai manter o mercado para os mais velhos. Mas os mais velhos também têm de ter consciência que para o mercado ser mantido, ele precisa mudar. É a velha “mão invisível” e a lei da oferta e da procura de Adam Smith se fazendo valer no capitalismo em que estamos encerrados. Neste texto vamos discutir possibilidades para que o mercado da leitura de quadrinhos se renove. Continuar lendo “10 Sugestões Sobre Como Formar Novos Leitores de Quadrinhos”

Como Foi o Seminário “O Negócio do Livro”, que Discutiu Inovação no Mercado Editorial

Aconteceu hoje o seminário “O Negócio do Livro”, no Goethe-Institut de Porto Alegre. O evento é organizado há mais de 10 anos pelo Clube dos Editores do Rio Grande do Sul e pela Papel Pólen. Neste ano, o tema foi inovação sob o título “Uma Nova Página Para o Futuro”. O elemento em comum entre todas as palestras foi a força das pessoas nesse negócio, tanto do público com um canal de divulgação quanto daquelas pessoas agentes das editoras como indivíduos multitarefas. Todos destacaram a necessidade de se ouvir o público e de produzir uma comunicação cada vez mais estreita com o consumidor final. Palestrantes de áreas de negócios, design, crowdfunding e customização trouxeram suas ideias durante um dia inteiro de palestras. Trouxemos um apanhado das principais ideias discutidas no evento. Continuar lendo “Como Foi o Seminário “O Negócio do Livro”, que Discutiu Inovação no Mercado Editorial”

Melhores e Piores Leituras de Julho de 2018

O mês de julho foi bem propício para ficar em casa, debaixo das cobertas e lendo um bom dum gibizinho, não é mesmo mergulhadores? Até por que, se pudéssemos, não faríamos mais nada nesse tempo modorrento. Ah, e também teve a Copa, que não deixou as pessoas quietas e fez com que todo mundo se agitasse, gostando ou não de futebol. Infelizmente ninguém passa incólume pelo campeonato mundial do esporte bretão. Então, esse mês trazemos mais de 25 mini resenhas para vocês se divertir com bons quadrinhos e se afastar das más leituras. Em julho, em especial tivemos muitas más leituras, como você vai ver. Mas você vai ver muito mais coisas aqui, eu prometo! Continuar lendo “Melhores e Piores Leituras de Julho de 2018”

O Poder e a Alienação do YouTube. Quem Matou o Caixeta?, de Rainer Petter

É indiscutível que o youtube tomou proporções na vida das novas gerações da mesma forma que a TV fez com as gerações anteriores. Mas enquanto a TV se utilizava de filtro e ferramentas de alienação popular mais discretas e subliminares, a doutrinação através dos vídeos de streaming não tem nada de disfarces e muito menos nada de filtros. A forma massiva como essa comunicação chega á pessoas cria um comportamento de rebanho e anula o senso crítico, fazendo as pessoas cada vez mais radicais, ou apenas concordando ou discordando extremamente do que os youtubers apregoam. Quem Matou o Caixeta?, de Rainer Petter, é uma crua retratação dessa geração que quer mais postar sem realmente refletir o que está fazendo e quais as responsabilidades desses comentários e é sobre isso que vamos discutir agora. Continuar lendo “O Poder e a Alienação do YouTube. Quem Matou o Caixeta?, de Rainer Petter”

Os Quadrinhos Nacionais Nos Rankings do Guia dos Quadrinhos

Essa semana escrevi um post falando sobre os quadrinhos mais bem avaliados do site de catalogação e colecionismo Guia dos Quadrinhos. O post gerou algumas boas discussões. Até que alguém trouxe à baila a situação dos quadrinhos brasileiro. Realmente, apesar de nosso cenário se mostrar mais diverso, com publicações para todos os gostos, parece que isso não se reflete na preferência nacional e também não gira tanto capital quanto os quadrinhos estrangeiros. Ao menos através da óptica dos frequentadores do site Guia dos Quadrinhos. Mas vamos um pouco mais à fundo nisso e vamos discutir esses rankings com mais detalhes. Se ficou interessado, continue lendo. Continuar lendo “Os Quadrinhos Nacionais Nos Rankings do Guia dos Quadrinhos”

Panini Comics Brasil: Uma Relação de Amor e Ódio

O aumento de quase 50% do preço de capa de algumas publicações da Panini Comics Brasil que vem se deflagrando desde o final do ano passado, está causando revolta e brigas nas redes sociais. Entretanto, eu não vim aqui insistir nessa tecla que venho falando de tempos em tempos sobre os problemas de transparência, comunicação e marketing da empresa Panini Comics Brasil. Dessa vez eu vou estudar o caso da empresa através do livro Lovemarks, de Kevin Roberts, e como uma relação transparente e baseada no respeito ao consumidor pode ser válida para as editoras de quadrinhos, principalmente nossa querida multinacional monopolizadora Panini Comics. Continuar lendo “Panini Comics Brasil: Uma Relação de Amor e Ódio”

Os Filmes de Super-Heróis Vieram Pra Ficar ou São Só “Uma Modinha”?

Nos tempos atuais é impossível pensar em cinema sem pensar nos super-heróis. Eles certamente se tornaram um filão muito lucrativo para muitos estúdios de cinema. Não por acaso a Marvel criou o Marvel Studios, que foi o pontapé inicial para que a Disney adquirisse a empresa. Mas será que os filmes de super-heróis vieram para ficar e já constituem um gênero cinematográfico. Vou tentar responder essa pergunta através do estudo de tendência e você, se quiser, pode me seguir lendo este texto. Continuar lendo “Os Filmes de Super-Heróis Vieram Pra Ficar ou São Só “Uma Modinha”?”