O Que Foi o M-Tech, o Selo Tecnológico da Marvel Comics?

Hoje em dia os robôs da Marvel estão em alta na Casa das Ideias. Na série do Homem de Ferro 2020 foi anunciado que eles terão uma participação importante nas histórias em quadrinhos que se seguirão. Homem-Máquina e Jocasta tomarão a frente nesses personagens. Anteriormente a Marvel também tentou lançar uma série apenas de heróis de inteligências artificiais comandada pelo Visão, os Vingadores I.A. . Essa série durou uma dúzia de edições e depois foi cancelada. Mas antes disso, os heróis tecnológicos da Marvel tiveram um selo de revistas só seu no final da década de 1990. Era o selo M-Tech.Vamos falar um pouco mais sobre os acontecimentos que antecederam sua criação e quais eram os três títulos que compunham o selo.

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A História Oficial do Trisal Ciclope, Wolverine e Jean Grey

Bem, a essa altura você já deve estar sabendo que, aparentemente, as intenções de Jonathan Hickman para o triângulo amoroso mais famoso das histórias em quadrinhos mutantes é torná-los um trisal. Isso mesmo, Ciclope e Wolverine vão dividir Jean Grey e talvez muito mais na nova fase dos X-Men escrita por Hickman e desenhada por Leinil Francis Yu. Mas de onde veio toda essa disputa? Porque Jean é tão desejada tanto por Wolverine como por Ciclope? Como se desenvolveram essas atrações? Vamos contar a história oficial de tudo que aconteceu, mas o que ficou por debaixo dos panos, vamos deixar para sua imaginação!

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Discutindo as Críticas de Martin Scorsese ao Marvel Studios

Quando a estreia de um filme do universo dos super-heróis se aproxima, ela sempre vem recheada de polêmica. A grande parte das declarações são que ou o filme vai dar errado ou ainda, que não pode nem ser considerado um filme. Foi o caso da declaração do renomado diretor Martin Scorsese durante o período de estréia do filme Coringa (2019), dizendo que os filmes da Marvel se assemelham mais a parques de diversões do que a filmes, e que não podem ser considerados assim. Já a atriz da série Friends, Jennifer Aniston, declarou que praticamente não existem outros filmes em Hollywood além dos filmes da Marvel. Se levarmos o sofisma dessas duas declarações, o cinema, a partir dos filmes de super-heróis deixou de existir. Sabemos que essas declarações têm um fundo de verdade, mas será que Scorsese precisa atacar os filmes de super-heróis? Venha discutir esse assunto conosco! 

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Conheça o Super-Herói Brasileiro Baseado em Roberto Carlos e na Turma de Riverdale

Eram os anos 1960, e o rock and roll estava fervilhando em todos os inferninhos ao redor do Brasil. Era uma brasa, mora? Todos os brotinhos e os galãs estavam requebrando o esqueleto nesse iê-iê-iê. Era a onda da Jovem Guarda, em que muitos dos artistas brasileiros queriam de verdade serem os ídolos do rock dos Estados Unidos. Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléa, Waldirene, Martinha, The Fevers, Renato e Seus Blue Caps foram alguns dos mais influentes músicos brasileiros que representaram essa onda. Nesse ínterim, era óbvio que essa influência reverberasse nos quadrinhos. Roberto Carlos chegou até a ter uma revista, mas o ápice dessa influência foi o super-herói Golden Guitar. Vamos falar mais dele a seguir. 

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10 Casos em que “Não era Amor, Era Cilada” dos Super-Heróis

Chegou o Molejão! É isso aí! Inocente, apaixonado. Eu ‘tava crente crente que ia viver uma história de amor. Quem nunca se sentiu assim que atire a primeira pedra! É uma cilada, Bino! Muitas vezes o cilador pode se confundir com o ciladado, porque se o amor é alguma coisa, é uma relação de trocas. Para o seu vilão o vilão é você mesmo. Afinal, se um não quer, dois não amam e se um não quer, dois não brigam. Se existe alguma culpa no cartório, certamente é dos dois. Mas longe de discutir a natureza dos relacionamentos estão as histórias de super-heróis que nos fazem pensar tudo tudinho no preto e branco e em heróis e vilões. Viemos trazer essas ciladas muito mais fáceis de sair e de se entender do que na vida real. Por isso, não confunda a realidade com a ficção. Na realidade, os vilões não são tão bem definidos quanto nos quadrinhos!

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Melhores e Piores Leituras de Setembro de 2019

Olá mergulhadores! Estamos de volta com nossa sessão mensal que expõe nossas melhores e piores leituras feitas durante o mês! Este mês tivemos poucas leituras, apenas 25 classificadas como boas e 5 classificadas como ruins. Mas você vai perceber que tivemos muitas leituras de livros sobre quadrinhos e que eles são importados, o que demanda uma leitura mais apurada e demorada. Mas está vindo um coisa muito legal nesse sentido, que só vou revelar quando estiver pronta. Enquanto você ficam especulando, aproveitem para dar uma olhada nas nossas leituras do mês de setembro. tem muita coisa legal (e outras, nem tanto!). 

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O Universo de Sandman: Lúcifer e O Sonhar

Sandman está de volta! Ou será que não está? Isso porque nessa nova levada dos títulos inspirados na obra de Neil Gaiman tudo começa com a partida de Daniel, o novo mestre do Sonhar. Essa ausência começa a provocar modificações por tudo, inclusivo nos demais títulos relacionados com esse universo como Lúcifer, Livros da Magia e A Casa dos Sussurros, todos publicados posteriormente a este título. É no especial Sandman Universe que reencontramos esses personagens. Alguns deixados para trás há muito tempo, outros largados mais recentemente e outros ainda, novas caras para uma nova geração de leitores. Neste post vamos falar um pouco mais sobre O Sonhar e sobre Lúcifer, os dois primeiros títulos de O Universo de Sandman a chegarem no Brasil e como a realidade onírica tem a ver com a mais pura realidade. 

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Comemorando o “Batman, Dei”: Batman e Outros Super-Heróis Pelados

Rá! Você achou que iriamos ficar com a morcega de fora das comemorações do “Batman Dei”? Nananina. Necas! Necas mesmo, gente! Vamos comemorar esse dia tão especial do Homem-Morcego com um ensaio erótico feito para a Revista G Magazine (Revista G Magazine é meio O The Flash, né?) que traz não só o Bátima, mas seus amigos heróis e concorrentes Homem-Aranha e Capitão América. Quem será que ganha essa diz puta? Essa luta de espadas? Bem, dessa vez os paus estão realmente na mesa e você pode comparar pra ver quem ganha! Essa é a nossa “homenagem” ao Batman e sei que você também vai querer homenagear! Então, chama o Bat ma pra mim!

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Algumas Analogias Sobre Adoção nas Histórias de Shazam!

Existem diversas alegorias e metáforas no universo das revistas do Capitão Marvel, agora chamado apenas de Shazam! Muitas delas, contudo, se referem à família. Essa instituição social tem uma importância mais profunda na série de Shazam! principalmente porque Billy Batson é órfão e é uma criança, diferente de outros heróis que são órfãos mas são adultos como Batman, Superman e Homem-Aranha. Por isso, as alegorias à família e à adoção são mais destacadas tanto em versões atuais de Billy Batson tanto nos quadrinhos quanto em seu filme recente. Mas o escritor dominicano Junot Diaz tem uma ideia interessante sobre essas metáforas que vamos apresentar neste post. 

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Audace: O Selo Adulto da Sergio Bonelli Editore

Se a DC Comics teve a Vertigo e a Marvel teve a Marvel MAX, a Sergio Bonelli Editore, casa dos fumetti mais queridos do mundo, tem a Audace. Esse é o selo de quadrinhos adultos da editora de Tex e companhia, que oferece histórias mas maduras, com um conteúdo com temáticas que são mais perversas e eróticas do que a editora costuma oferecer geralmente. A novidade para nós brasileiros é que este selo está aportando no Brasil, através da Panini Comics, nos títulos Deadwood Dick e Mister No: Revolução. Vamos falar mais sobre esse selo e sobre o que esperar de seus títulos neste post.

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Ramona Fradon: Importante Presença Feminina nos Quadrinhos da Era de Prata

A Era de Prata é lembrada como aquela época em que as histórias dos super-heróis assumiram suas formas mais bizarras. Isso porque existia o Código de Ética do Quadrinhos que censurava diversos aspectos das histórias de quadrinhos que hoje em dia estão liberadas. Pense bem: lobisomens, vampiros e mortos-vivos não poderia aparecer, personagens femininas eram desencorajadas para serem usadas pelos criadores, sexo e violência então, nem pensar. Imaginem então como devia ser uma mulher criadora de quadrinhos em tempos como estes. Uma das poucas que se destacava naquela época foi Ramona Fradon, que desenhou diversas histórias de heróis da Era de Prata. Você vai conhecer um pouco mais sobre ela neste post. 

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Desejo: O/A Perpétuo/a da Série Sandman e Sua Androginia

Seja em Sandman: Prelúdio ou no arco A Casa de Bonecas, Desejo está por trás da trama e dos desafios, muitas vezes imensamente sofridos, enfrentados por Lorde Morpheus, o Sonho, o Sandman do título da série. Mas não é o desejo que está por trás de todos os nossos sofrimentos, não é por desejarmos e nos frustramos por não conseguirmos o que desejamos que muitas vezes nos deparamos com a versão gêmea de Desejo, Desespero? Hoje vamos falar um pouco mais sobre essa misteriosa entidade, sem gênero, mas com imenso poder que move toda a humanidade e na maioria das vezes é imensamente cruel em suas manipulações e jogos com que enreda a todos nós, reles humanos.

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O Machismo e as Histórias da Batwoman dos anos 1950

Nos dias de hoje muito se fala sobre Kate Kane, a Batwoman como um epítome da lebianidade nos quadrinhos. Mas antes dela, havia nas histórias em quadrinhos Kathy Kane, a Batwoman dos anos 1950, que foi criada como uma compensação para o sentimento de homossexualidade latente entre Batman e Robin, destacado pelo psiquiatra Fredric Wertham em seu livro Sedução dos Inocentes. A personagem foi abordada nas histórias de Grant Morrison num retcon, mas havia sucumbido muitos anos antes no final da década de 1970. Batwoman foi um fruto de seus tempos, usando uma cartilha de atuações para lá de machista em todos os caminhos que suas histórias tomavam. Neste post vamos falar sobre as consequências do Código dos Quadrinhos nas histórias de Batman e Robin a partir da inserção da Batwoman, Kathy Kane.

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Verde Como um Monstro (do Pântano?): O Imortal Hulk, de Al Ewing e Joe Bennett

A revista O Imortal Hulk tem angariado inúmeros elogios e boas críticas, inclusive dos organizadores do Oscar dos quadrinhos, o prêmio Eisner, para o qual foi indicado como melhor série. Ela é escrita por Al Ewing, um inglês que tem um extensa passagem pela revista 2000 a.D, e outros títulos da Rebellion, e é desenhada em grande parte pelo veterano brasileiro Joe Bennett. Desde o começo, a série O Imortal Hulk foi celebrada pela mídia como uma nova forma de aproximar as histórias de super-heróis com o gênero terror. Antes disso, outro personagem foi alçado à popularidade graças a um approach próximo das histórias de terror: O Monstro do Pântano, de Alan Moore. Vamos falar um pouco das semelhanças entre essas histórias neste post. 

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A Cruzada de Marcelo Crivella Contra os Quadrinhos

A gente nunca cansa de parar de se assombrar com a ignorância do conservadorismo brasileiro. Por muitos anos já tivemos programas da televisão que fizeram campanhas dos pais contra os jogos de Role Playing Game, contra as cartas de Yugioh, contra Harry Potter, com a retrógrada justificativa que tudo aquilo era “coisa do demônio”. O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, da bancada evangélica e aliado do presidente, incendiou as redes sociais exigindo a censura da revista Vingadores: A Cruzada das Crianças no evento da Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Vamos falar um pouco sobre esse ato e a ignorância das autoridades, principalmente das conservadoras sobre os quadrinhos, e quais as consequências desses atos.

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Superamiguinhos: O Retorno da Liga Cômica

Em 1986, após a, dispensável de apresentações, Crise nas Infinitas Terras, a DC Comics publicou a primeira saga de seu universo recém-reformulado, Lendas, no formato de minissérie através de crossovers entre seus títulos regulares que foi responsável pela reascensão e reformulação da Liga da Justiça. Essa nova equipe foi o ponto de partida para o que viria a ser a memorável bem-humorada Liga da Justiça Internacional de J.M. DeMatteis e Keith Giffen cujos frutos de 16 anos depois será o objeto de análise deste texto.  

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Guia de Leitura: Mulher-Hulk

“O nome dela é Jennifer, encontrei ela na Disney!” Isso mesmo, gente! Nossa querida Jennifer Walters, a Mulher-Hulk está migrando para o streaming da Disney, o Disney+. Eu adoro as histórias desta personagem e, se você está querendo saber mais sobre a mulher verde, advogada e prima do Hulk, a hora é agora. Criamos um Guia de Leitura para você acompanhar as principais histórias da Mulher-Hulk ao longo dos tempos, desde sua criação por Stan Lee em 1980. Assim quando o seriado da verdona chegar às telinhas na sua casa, você já pode saber o que esperar! Venha conosco e ordem no tribunal! Continuar lendo “Guia de Leitura: Mulher-Hulk”

Os Novos (Pela Enésima Vez) Jovens Titãs, de Adam Glass e Bernard Chang

Os Titãs são uma equipe que sempre está sendo relançada em novas séries de quadrinhos. Desde sua invenção, nos anos 1950, com certeza tivemos mais de dez versões de seus títulos, isso sem falar de suas equipes criativas e componentes de time. O último desses relançamentos foi o segundo título da equipe dentro da iniciativa Renascimento DC, dentro da continuação do evento Sem Justiça, que rearticulou as equipes de super-heróis da DC Comics. Este novo título dos Jovens Titãs, que aporta no Brasil este mês pela Panini Comics traz um gosto da dinâmica estabelecida nos anos 1980 pela dupla Marv Wolfman e George Pérez. Vamos falar mais a respeito disso, a seguir.  Continuar lendo “Os Novos (Pela Enésima Vez) Jovens Titãs, de Adam Glass e Bernard Chang”