Todos os posts em: Análises

Um ponto dos quadrinhos sendo analisado.

A Linha Tsunami da Marvel

Você sabia que a Marvel já teve uma linha de quadrinhos que queria se aproximar do estilo do mangá? Bem, mas só queria, porque na verdade nada tinha a ver com os quadrinhos japoneses do que o estilo de desenho – e olhe lá. Então, caros mergulhadores, dessa vez vamos falar da Linha Tsunami da Marvel.

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O Problema da Defasagem na Indústria de Quadrinhos Periódicos

Você já desistiu de ler um quadrinho porque a continuação dele não vinha nunca? Eu já. E tenho desistido ao longo do tempo. Afinal, não existe memória tão boa assim que consiga reter uma história por mais de três meses sem relê-la. Vou falar aqui um pouco dos problemas dessa defasagem no consumo e na apropriação das histórias pelos leitores.

Cullen Bunn: O Roteirista dos Supervilões

Cullen Bunn é um dos principais nomes dos roteiristas de quadrinhos da nova geração. Em pouco tempo já angariou inúmeros títulos sob seus cuidados, tendo participado da criação e da reintrodução de diversos personagens famosos tanto da Marvel quanto da DC. Não sabe de quem eu estou falando? Então me acompanhe e conheça mais do trabalho de Cullen Bunn.

A “Teoria do Degrau” e a Mudança de Gostos na Leitura de Quadrinhos

Quem lê quadrinhos há muitos tempo, como eu, que leio há mais de vinte anos, sabe que nossos gostos e preferências de leitura vão mudando ao longo do tempo. Por isso resolvi trazer da literatura a “teoria do degrau” para discutirmos um pouco o avanço – ou regressão – desses gostos e hábitos.

A Narrativa das Cores nas Histórias em Quadrinhos

Muita gente considera o trabalho de cores algo de segundo escalão em uma revista em quadrinhos. Muitas editoras também, muitas vezes deixando os coloristas de fora dos créditos principais de uma revista, ou da capa de algumas edições. A verdade é que as cores são tão importantes num quadrinho quanto um texto ou um desenho, pois elas acrescentam uma dimensão maior a toda atmosfera que estamos experimentado em um quadrinho.

A Memória Coletiva e Geracional dos Leitores de Quadrinhos

Por que existe tanto conflito entre os nerds dos quadrinhos quando o assunto é validar uma ou outra geração de super-heróis? Por que muitos insistem em categorizar certas pessoas como leitores de quadrinhos raiz e leitores de quadrinhos nutella? Isso é facilmente explicado através do funcionamento da memória coletiva do ser humano que, ao contrário do que a maioria pense, não é estanque, mas flutuante.

Autobiografias em Quadrinhos ou Autoficções em Quadrinhos?

As graphic novels atuais estão muito ligadas à autobiografia, ou melhor, à escrita de si, contando histórias que marcaram a vida dos autores e suas relações com essas histórias. Mas chamar um quadrinho de autobiografia é correto, será que não existiria um termo melhor para descrevê-los? Vamos ver a seguir.

Será Mesmo Que Diversidade Não Vende?

No último mês, os executivos de vendas da Marvel Comics acusaram a diversidade dos seus personagens como fator das baixas vendas das suas revistas.Enquanto isso, a DC Comics, com títulos quinzenais dos seus medalhões está dando de lavada na concorrente no quesito vendas. Mas será mesmo que diversidade não vende?

A Criação do Superman Através do Mito da Virilidade Alemã

O período entreguerras foi um grande criador, recriador e mantenedor de mitos. Para convencer os jovens de que era necessário se alistar nas forças armadas, as nações iniciaram a valorizar ideais nacionalistas e entre eles, estava associada a virilidade do homem masculino. Essa era a verve do momento em que os super-heróis foram criados. Vamos dar uma olhada em como se deu a criação do mito da virilidade masculina.

A Manipulação do Leitor Através do Autor de Quadrinhos

Toda linguagem pressupõe um ato de troca, todo ato de troca pressupõe uma relação de poder. Toda comunicação pressupõe uma dominação, ou seja, uma dominação. De certa forma, o autor de quadrinhos conduz o leitor em um fio da narrativa que o leva até onde o autor deseja. Aqui vamos  ver melhor como se dá esse processo.

O “Complexo de Vira-Lata” dos Quadrinhos

Em 1950, em pleno Maracanã, a Seleção Brasileira foi derrotada pela Seleção Uruguaia de Futebol, na final da Copa do Mundo daquele ano. Uma crônica do jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues atribuiu a derrota do time brasileiro à uma espécie de trauma, que batizou de viralatismo. A seleção só se recuperaria do choque em 1958, quando ganhou sua primeira Copa do Mundo de Futebol. Mas isso não se aplica somente ao futebol ou aos brasileiros. Aqui, vamos ver como isso se aplica aos quadrinhos.

Quem é André LeRoy Davis e Por Que a Marvel Está Fazendo Capas Variantes Com Ele?

Tá vendo a arte que ilustra este post? Bem, ela é de Andre LeRoy Davis. Ela não tem proporção, ela não tem equilíbrio, ela é pintada com lápis de cor. Ou seja, eu e você poderíamos fazer, ou até seu filho ou sobrinho de cinco anos faria melhor. Então eu fui pesquisar e tentar entender porque LeRoy está fazendo meia dúzia de capas variantes da Marvel.

Eu Matei Bruce Wayne

Uma das mais recentes sagas do Batman, de Tom King, traz a revelação de que o Batman gosta de arriscar sua vida porque tem tendências suicidas. Isso poderia explicar o comportamento arredio, sombrio e pouco amigável do Homem-Morcego. Mas as implicações e nuances psicológicas dessa afirmação poderiam ir muito mais longe, mostrando que o Batman matou um lado importante da sua psique: Bruce Wayne. E é sobre isso que vou discorrer agora.

As Mulheres Criadoras Mais Poderosas dos Comics

A indústria de quadrinhos é machista? Você pode dizer que sim, você pode dizer que não. Mas os números, maninho, ah, esses não mentem. Vamos comentar aqui uma lista de quadrinistas mais prolíficas e poderosa da indústria dos comics norte-americanos e vamos tentar ver aonde chegamos com esses nomes e números. 1, 2, 3, lá vou eu! Quem não seu escondeu é meu!

A Sua Zona de Conforto e o Legado da Diversidade

Já falamos muitas vezes aqui de como as revistas em quadrinhos de super-heróis por um lado exigem personagem imutáveis e, por outro, faz com que eles acompanhem as transformações da sociedade. Também falamos da característica infinita das narrativas de super-heróis – elas nunca acabam, estão sempre contando mais e mais histórias desses personagens. Já falamos ainda da importância da diversidade nos quadrinhos. Hoje vamos falar sobre essa dicotomia entre imutabilidade x transitoriedade.

O Poder dos Quadrinhos e as Mudanças da Sociedade

Os quadrinhos de super-heróis mudam incessantemente. Essa é a maneira que eles se utilizam para manter personagens datados sempre fresquinhos. Dessa forma eles também renovam e atraem novos públicos de acordo com sua necessidade de histórias. Venha saber um pouco mais sobre isso.

Os Problemas e as Soluções da Fantasia nos Quadrinhos

Quadrinhos, em sua maioria são baseados na fantasia. Claro, existe a alta fantasia, aquela estilo Senhor dos Anéis que envolvem dragões, magos e peripécias em mundo estilo medieval. Mas a fantasia faz parte da nossa fantasia de leitor e nos ajuda a mergulhar na história. Mas possui seu lado bom e seu lado ruim. Aqui vou falar um pouco sobre isso.

Quadrinhos: Uma Arte Futurista e Atrasada

Os quadrinhos estão sempre inovando, seja na narrativa ou no estilo de desenho. Mas porque será que, se comparado com outras artes, os quadrinhos parecem que ainda não alcançaram todo seu potencial? Seriam os quadrinhos uma arte atrasada? E o que o movimento da arte moderna conhecido como futurismo tem a ver com tudo isso? As respostas, a seguir!

O Problema da Nostalgia nos Quadrinhos

Uma das coisas que mais me chateia em ler nas redes sociais são pessoas que dizem “não se fazem mais quadrinhos como antigamente”, mas que não se dão nem ao trabalho de ler os atuais. Realmente dá um preguiça discutir com essas pessoas que tem preguiça de ler quadrinhos mais atuais simplesmente pela desculpa do “não li e não gostei”. Mas vamos ver o que as teorias dos quadrinhos tem a dizer sobre os “conservadores” dos quadrinhos.

Um Quadrinho Deve Divertir ou Passar Uma Mensagem em Primeiro Lugar?

Uma das discussões mais acaloradas nas redes sociais se deve à função primária das revistas e das histórias em quadrinhos. Em primeiro lugar, elas devem divertir os seus leitores ou devem passar uma mensagem, uma moral e educar quem está lendo uma revistinha? Esse é o dilema da vez e, a seguir, ele será destrinchado e chegado a um veredito! Come on, babe, let’s do the twist!

A Importância do Humor nos Quadrinhos de Super-Heróis

Os quadrinhos de super-heróis sempre tiveram elementos de humor. Um prova evidente disso é que o nome americano dos gibis se chama comic books, dada a origem humorística das primeiras publicações nesse estilo e formato. Hoje, comics, é sinônimo de super-heróis. Claro, existem aqueles que não curtem o humor presente nos quadrinhos. “Super-herói bom não dá risada, dá socos”, diriam. Aqui vamos dar uma olhada superficial sobre o humor e como ele se encaixa nos quadrinhos.

O Design da Página de Quadrinhos

Os estudos da História da Arte e do Design podem ajudar um quadrinista a compor o layout das páginas dos seus quadrinhos. Porém, também é preciso entender como se dá a leitura e a compreensão das palavras e imagens, sejam em separado ou em adição, para que a página de um quadrinho seja processada na nossa mente. Este artigo fala um pouco sobre estes estudos e processos.

Os Quadrinhos Mais Vendidos em Livrarias de 2016

O ano (quase) acabou! Então é o hora de conferirmos no site de informações editoriais Publish News quais foram os quadrinhos mais vendidos do ano de 2016. Vale lembrar que a lista aqui vale apenas para vendas em livrarias físicas, excetuando-se as vendas por meio digital, e aqui são computadas apenas as grandes redes de livrarias como Cultura, Saraiva, Travessa e FNAC. De qualquer forma dá para traçar algumas análises. A lista das 30 mais vendidas e a análise estão a seguir.

Os Melhores Quadrinhos Brasileiros Que Li em 2016

É isso aí mergulhadores, chegamos ao fim das nossas listas de final de ano! Uhuu! Mas pra essa lista preciso esclarecer alguns critérios. A lista dos melhores quadrinhos brasileiros extrapolou o número de dez. Então, o critério foi excluir quadrinhos consagrados como Los Três Amigos, A Volta da Graúna, Sottovoce e Mundo Pet, para abrir espaço para as novas gerações. Dito isso, vamos lá às escolhas:

Civil War #8. A Nova “Morte” e os Possíveis Futuros da Marvel

Hoje saiu o penúltimo número da segunda minissérie de Guerra Civil. O mote é uma guerra entre a Capitã Marvel, Carol Danvers e o Homem de Ferro, Tony Stark pelo futuro do Universo Marvel. O inumano Ulisses é capaz de ver o futuro, mas o que é melhor? Deixar que ele aconteça ou evitá-lo. São duas corrente de pensamento e uma luta que se encerra neste número.

Os Melhores Quadrinhos da Vertigo Que Li em 2016

De novo, essa lista contém praticamente relançamentos ou coisas de anos atrás lançadas pela primeira vez aqui. Será que as coisas que estão ficando chatas ou sou eu que estou ficando um velho, chato, exigente e resmungão com os quadrinhos? Que dilema! Bem, vamos lá aos melhores quadrinhos da Vertigo que li em 2016!

As Histórias Sem Fim dos Super-Heróis e As 1001 Noites

Na clássica história árabe das 1001 Noites, Sherazade tem a incumbência de entreter o sultão contando-lhe histórias por 1001 noites para evitar sua morte. É que o sultão tinha o costume de matar as suas mulheres após passar a primeira noite com ele. Contando histórias para o monarca, Sherazade acaba escapando de sua sina. Mas o que isso tem a ver com os super-heróis? Explico a seguir.