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Os Quadrinhos Eróticos Gays da Série de TV do Flash

Olá mergulhadores safados! Pelo menos uma vez por semestre trazemos essa sessão do blog que é dedicada às artes eróticas. A bola da vez, é a série do Flash, muito adorada pelo meu namorado, Felipe Borges, que vai falar um pouco mais sobre ela para vocês, na sua estreia solo no blog. Sejam rapidinhos e leiam abaixo!

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Que Quadrinhos Inspiraram a Famigerada Fonte Comic Sans?

Talvez a Comic Sans seja a fonte mais usada e mais odiada do mundo. Ela se tornou exemplo de design mau feito, pois as pessoas achavam a fonte bonitinha e queriam usar em tudo que se aplicasse à sua vida. Mas é inegável que sua inspiração veio dos quadrinhos. Mas, afinal, quais quadrinhos inspiraram a famigerada fonte Comic Sans?

“Entrei na Feira da Fruta”, a Famosa Redublagem do Batman de 1966

Quem diria que um redublagem do seriado do Batman de 1966, feita por “apenas dois garotos” iria fazer tanto que alcançaria fama nacional e, quiçá, internacional? O vídeo se tornou cult e hoje não existe um fã de quadrinhos (ou não) que não saiba da existência do famoso vídeo “Bátima: Na Feira da Fruta”.

“O Escritório do Superman Não Emprega Mais Mulheres” e o Assédio no Mundo dos Quadrinhos

Na última semana, comentários no twitter de jornalistas de quadrinhos e uma matéria na revista Paste Magazine, retomaram a questão do assédio sexual no mundo dos quadrinhos. Dessa vez a polêmica foi do desmascaramento de um assediador contínuo nos escritórios da DC e convenções de quadrinhos: o atual editor da linha de Superman, Eddie Berganza.

Mapas temporais

Painéis em pixels ≠ Painéis no papel: as diferenças entre o quadrinho digital e o analógico

Hoje em dia os quadrinhos digitais vêm se proliferando de maneira incrível, principalmente aqueles em aplicativos para dispositivos móveis. O que ainda não chegou a um consenso foi a maneira como esses quadrinhos devem ser apresentados. Não existe um padrão e provavelmente nunca existirá. Erik Loyer, um criador de quadrinhos digitais, responsável pelas séries Upgrade Soul e Ruben & Lullaby acabou de lançar um vídeo sensacional sobre quadrinhos digitais chamado Timeframing: The Art of Comics on Screens, uma análise profunda de como as telas e os quadrinhos podem trabalhar em conjunto. O vídeo, você pode assistir abaixo, mas eu vou fazer aqui um apanhado geral para você acompanhar se não entende inglês. PARA ALÉM DA DEFINIÇÃO Em seu revolucionário livro Desvendando os Quadrinhos, Scott McCloud cunhou a seguinte definição para os quadrinhos: “Imagens pictóricas ou outras justapostas em sequência deliberada”, porém, com o advento dos quadrinhos digitais, em seu livro seguinte, Reinventando os Quadrinhos, McCloud resolveu transformar sua definição no seguinte termo, os quadrinhos agora são “um mapa do artista para o próprio tempo”. Segundo …

Chris Ware e Building Stories: uma mídia dentro da mesma mídia ad abismum

A Era dos Quadrinhos de Forma

Estamos vivendo uma era em que os quadrinhos precisam se fortalecer em seu suporte mais antigo: o papel. A concorrência está aí. São os webcomics, os motioncomics, os quadrinhos em app, os quadrinhos em PDF e digitais pirateados. Mas o papel continua forte. A razão é que, por mais arcaico que seja, a leitura em papel permite uma experiência única no caso dos quadrinhos. Através dele, o conhecimento está nas mãos do leitor, que controla o ritmo da história e da leitura. Hoje muitos quadrinhos brincam com a forma como são produzidos, seja no layout de página, seja no design gráfico, nas onomatopeias, enfim, os quadrinhos de hoje abusam dos recursos gráficos para tornar essa mídia plena. Mas como foi que chegamos a esse patamar? Vou explicar em alguns itens. INFLUÊNCIA DAS GRAPHIC NOVELS Na metade da primeira década do século XXI, as graphic novels começaram a se proliferar nos EUA e no Brasil da mesma forma que os álbuns fazem na Europa. Porém, a diferença é que as graphic novels vindas dos Estados Unidos …

O incrível desenho de David M. Buisán. Adoro esse cara!

Por que os quadrinhos são mais importantes hoje do que jamais foram?

“Por mais de um século, os quadrinhos têm se mostrado uma forma de comunicação que casa a sequência linear da tipografia com a percepção global de uma matrix internetesca de partes simultâneas”, essa é uma das razões que tornam os quadrinhos uma mídia tão atual. Para além disso, listei algumas outras razões, inspirado no artigo de Bill Kartalopoulos, para o Huffington Post, que você pode ler aqui. Kartalopoulos é o editor da versão 2014 da incrível coletânea Best American Comics. A MUDANÇA DE PARADIGMA DAS GRAPHIC NOVELS As graphic novels alçaram os quadrinhos a um outro patamar. Os “romances gráficos” levaram alguns jornalistas e teóricos a compararem e até incluírem quadrinhos como literatura, mas, conforme expliquei neste link, quadrinhos não são literatura, eles são mais que isso. São um meio puro, uma narrativa híbrida de palavras e imagens. Ainda assim podem abarcar artes tão grandiosas como a literatura e a pintura, mesmo estando enclausurados no meio de produção industrial e se caracterizando como um meio de comunicação de massa. Esse fenômeno das graphic novels tem …

Eu não quero ser você

  Eu não quero ser você. Não é insensibilidade, apenas deixei de querer me mirar em alguém, de procurar um role model para a minha vida. Uma vez escrevi um texto dizendo que queria ser você. É, mas foi escrito sem nenhuma inveja na intenção. Apenas queria deixar de ser eu. Experimentar uma existência nova, mas o fato é que eu não posso. E, aos poucos, estou me acostumando com isso. Sei que posso não saber como é ser você, mas isso, se você quiser, pode me contar. A inveja é um sentimento egoísta, porque eu não posso tê-la por você e nem você pode ter por mim. Não podemos nos colocar um no lugar do outro com este sentimento. Invejo, sim, mas invejo menos os outros do que a mim mesmo. Invejo-me do que fui e do que poderei ser, dificilmente invejo-me do que sou, porque aí a inveja seria orgulho. Não tenho orgulho de mim mesmo, nem me acho uma pessoa íntegra, mas acho que hoje, pelo menos, eu não quero ser você. …

Aproximações entre os quadrinhos e o movimento LGBT

Um gibi sobre um romance entre pessoas do mesmo sexo foi parar no cinema: Azul é a cor mais quente. Esteve em cartaz nas telas grandes durante o final do ano passado, início deste ano. O filme conta o descobrimento da sexualidade por uma garota francesa. Uma história de amor. Pouca gente sabe que, originalmente, a história foi contada em forma de graphic novel, ou os romances gráficos, ou gibi em forma de livro como tento explicar para os leigos. Deixando de lado as pessoas que se ofendem com o filme e saem durante uma cena de sexo, as pessoas não discutem mais se um filme desses deveria ou não ser exibido. Elas discutem a história, o uso das cores como uma inversão de Almodóvar, o sentimento entre as duas pessoas e dizem que é filmão. Preciso dizer que tanto a HQ como o filme foi sucesso de público e crítica, e já ostentam a tarja de Cult. Quem diria, lá no final dos anos oitenta, meados dos anos noventa, que isso aconteceria? Essa época …