Todos os posts com a tag: anos 60

Robbie Reyes, o Motoqueiro Fantasma da Nova Geração

Ele é latino, ele é motoqueiro, mas pilota é um carro, ele estreou há quatro anos e já tem sua versão live-action no seriado Agentes da SHIELD, ele é Robbie Reyes, o Totalmente Novo Motoqueiro Fantasma. E você vai conhecer mais sobre esse carinha neste post!

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10 Personagens de Quadrinhos Que Estrearam Fora dos Quadrinhos

Pois é, amigos mergulhadores, muitos personagens populares (e nem tão populares) dos quadrinhos apareceram primeiramente em outras mídias. A maioria foram em desenhos animados, mas temos casos de séries e até filmes de TV e, muitos deles, bem recentes. Você pode conferir isso no post a seguir!

ÍSIS (ANDREA THOMAS)
Com o sucesso do seriado do Shazam nos anos 70, a DC Comics resolveu criar uma nova heroína para estrear um novo seriado. Assim surgiu Os Segredos de Ísis, uma série que contava a história de Andrea Thomas (Joanna Cameron), uma professora de ciências que encontrava um amuleto encantado. O amuleto conferia a ela o “poder dos animais e dos elementos” e a tornavam na Poderosa Ísis. Embora criada nos anos 70, só foi aparecer nos anos 2000 nos quadrinhos como esposa de Teth-Adam, o Adão Negro, inimigo figadal do Shazam! durante a maxissérie 52, da DC Comics. Nos quadrinhos, ela é Adrianna Tomaz, uma descendente direta dos faraós e, portanto, dos deuses egípcios.

FLAMA (ANJELICA JONES)
Em 1981, a Marvel lançou um desenho animado chamado “O Homem-Aranha e seus Amigos Espetaculares”. Era, por alguma razão inexplicável, sobre o Homem Aranha, o Homem de Gelo e Flama vivendo na casa da Tia May e combatendo o crime. Por alguma razão inexplicável, era sobre o Homem Aranha, o Homem de Gelo e Flama vivendo na casa da Tia May (a doce tia e mãe adotiva de Peter Parker, o cabeça-de-teia) e combatendo o crime. O conceito era ridículo, a animação pobre e o roteiro, absurdo — o que o tornava delicioso de assistir. Flama, nos quadrinhos, fez parte dos Satânicos de Emma Frost, depois dos Novos Guerreiros, foi promovida a Vingadora e liderou os Novos Aliados, uma equipe totalmente esquecível.

RENEE MONTOYA (QUESTÃO)
Reneé Montoya, que mais tarde se tornaria a heroína Questão, era uma policial viciada em álcool que tinha vários relacionamentos destrutivos. Um desses relacionamentos foi Kathy Kane, a Batwoman, também muito antes de Kathy se tornar a Mulher-Morcego. Mas ela estreou muito antes em 1992 no desenho animado do Batman, somente em 1998 ela foi para os quadrinhos tendo um papel de destaque na mega saga Terra de Ninguém. Na série 52, da DC Comics, ela se tornou pupila de Victor Sage, o Questão, e assumiu seu manto ao final da série. Uma das personagens lésbicas mais famosas e queridas dos quadrinhos.

SPIKE
No desenho X-Men Evolution dos anos 2000, Spike era o sobrinho de Tempestade que entrava para a Escola Xavier onde sua tia era professora ao lado de Wolverine. Spike tinha poderes de projetar espinhos através de seu corpo, um poder muito parecido com a da mutante Medula. Já nos quadrinhos, Spike não apareceu primeiro nos X-Men, mas nos X-Táticos, uma equipe de mutantes envolvida com a fama e paparazzos. Spike era um negro marrento que queria fama a todo custo e se dar bem nas costas da equipe. Como todo bom membro dos X-Táticos, ele acabou morrendo e foi substituído na equipe por outro personagem.

JIMMY OLSEN / PERRY WHITE
Jimmy Olsen e Perry White são instituições do Planeta Diário e das aventuras do Superman e, assim como a kryptonita, os dois surgiram no primeiro programa de rádio e grande sucesso dos anos 40 que contava as desventuras do Homem de Aço. As vozes de Jimmy e Perry eram feitas, respectivamente, por Jackie Kelk e Julian Noa. Nos quadrinhos, Perry é o grande chefe do Planeta Diário, mas já foi destituído desse cargo várias vezes. Já Jimmy é o grande amigo do Superman, estagiário do jornal, já teve revista própria nos anos 50, quando, a cada edição, ele ganha superpoderes diferentes.

H. E. R. B. I. E.
No final dos anos 70, a Marvel resolveu fazer novamente um desenho do Quarteto Fantástico. Por alguns problemas, o Tocha Humana não poderia aparecer no desenho, então resolveram substituí-lo pelo robozinho H.E.R.B.I.E. (não sei, não me pergunte a razão, mas dizem as lendas que o Tocha saiu por medo das crianças colocarem fogo no seu corpo. ::facepalm::). A sigla significa Humanoid Experimental Robot B-Type Integrated Electronics (Robô Humanoide Experimental Tipo-B Com Eletrônica Integrada). Nos quadrinhos, o robô foi criado pelo Senhor Fantástico e por Mestre Xar, dos Xandarianos (de onde vem a Tropa Nova) para enfrentar o Esfinge. Ele foi criado por Stan Lee e Dave Cockrum. Nos quadrinhos ele apareceu pela primeira vez em Fantastic Four#209, de Marv Wolfman e John Byrne.

ARLEQUINA (DRA. HARLEY QUINZEL)
A Arlequina nem começou como heroína e nem começou nos quadrinhos. Foi em 1993 na série animada do Batman, ela era uma espécie de versão feminina/escrava do Coringa. Muito tempo depois ela foi passar para os quadrinhos. Sua maneira tresloucada de se agradou muita gente, fazendo ela ganhar uma série própria de histórias. Em 2016 ela estrelará o filme do Esquadrão Suicida, equipe da qual começou a fazer parte na Iniciativa Os Novos 52. A fantasia de Arlequina é uma das preferidas das meninas – e por que não dizer dos meninos – cosplayers.

X-23 (LAURA KINNEY)
Laura Kinney foi criada no desenho animado X-Men Evolution, temporada 3, episódio 11, intitulado “X-23”. A personagem, a 23ª tentativa de se criar um clone de Logan, foi uma ferramenta que os criadores Christopher Yost e Craig Kyle utilizaram para aproximar Wolverine dos alunos mais novos do Instituto Xavier. X-23 foi parar nos quadrinhos em NYX, minissérie escrita pelo chefão da Marvel na época, Joe Quesada. Ela apareceu como uma prostituta que marcava seu corpo com cortes de garras em NYX#3, de 2004. Além de ser a Novíssima Wolverine, em março de 2017, sua versão live action estreou no filme Logan, sendo encarnada por Dafne Keen.

AGENTE PHILLIP COULSON
O agente Phillip Coulson é interpretado por Clark Gregg nos cinemas, nos filmes dos Vingadores. Ao lado de Nick Fury ele foi responsável pela criação dos Vingadores. Ela também é o protagonista da série de televisão Agentes da SHIELD. Já nos quadrinhos ele surgiu na minissérie Battle Scars (Cicatrizes de Guerra) ao lado de Nick Fury Jr., a versão negra e filha de Nick Fury dos quadrinhos que logo se tornou sua principal versão com o descarte do NicK Fury branco. Coulson, então, primeiro se tornou ativo dos Vingadores Secretos e contato dos heróis com a SHIELD e depois, como na televisão, passou a conduzir sua equipe própria de agentes, incluindo Deathlock e Harpia.

BATGIRL (BÁRBARA GORDON)
Uma versão feminina e adolescente de um grande herói, nesse caso, o Batman, a Batgirl também teve várias versões durante os anos. Entretanto a mais famosa delas foi Bárbara Gordon a filha/sobrinha do Comissário Gordon (essa origem também é nublada). Criada no seriado de TV de 1966 do Batman, lá ela era interpretada por Yvonne Craig. Barbara logo saltou para os quadrinhos. Hoje, ela faz parte de uma geração de heróis que tem grande apelo para a juventude feminina com histórias mais leves e descoladas e com desenhos carismáticos. Vale mencionar que mais de três garotas já usaram o codinome de Batgirl: Barbara Gordon, Cassandra Cain e Stephanie Brown.

Ahá! Aposto que você não sabia da origem estranha de alguns deles, né? Quando a gente investiga mais a fundo encontra cada coisa, né? E você? Que achou? lembrou de mais algum personagem dos quadrinhos que surgiu fora deles? Conta pra gente! Abraços submersos!

As TOP 10 Musas dos Quadrinhos Europeus

Chegou a hora dessa gente que não é bronzeada mostrar seu valor! Estou falando dos quadrinhos europeus! E também estou falando das musas deles. Só que, diferente dos quadrinhos americanos, onde a sensualidade é velada e não é discutida, nos europeus, as suas musas são, sim, é dos quadrinhos eróticos. A seguir, citamos dez delas.

As Mulheres Criadoras Mais Poderosas dos Comics

A indústria de quadrinhos é machista? Você pode dizer que sim, você pode dizer que não. Mas os números, maninho, ah, esses não mentem. Vamos comentar aqui uma lista de quadrinistas mais prolíficas e poderosa da indústria dos comics norte-americanos e vamos tentar ver aonde chegamos com esses nomes e números. 1, 2, 3, lá vou eu! Quem não seu escondeu é meu!

Vingadores: Sob Ataque, de Roger Stern, John Buscema e Tom Palmer

Uma das melhores sagas dos Vingadores, que reforçou comportamentos dos integrantes da equipe e plantou sementes de histórias vindouras. Na história, uma nova e maior formação dos Mestres do Terror, liderada pelo Barão Zemo ataca a Mansão dos Vingadores e causa um forte abalo na equipe. É o que você vai ver/ler a seguir.

Os Percalços da Criação do Homem-Aranha e do Doutor Estranho

Era o começo dos anos 60. A chamada Era Marvel por alguns. Stan Lee e seus companheiros traziam um novo frescor aos quadrinhos criando heróis falíveis e que conviviam no mesmo universo. Mas aos poucos a realidade MARVELhosa foi se desfazendo. No momento em que seus criadores se deram conta que suas criações não eram – e nunca foram – suas.

Como a Arte Moderna Foi Salva Pelo Pato Donald

Certamente você já deve ter visto as artes que estampam esse post. Elas pertencem a um movimento da arte moderna muito popular nos anos 60: a pop-art. Ela foi fundada por Andy Warhol, o cara que cunhou a frase “No futuro, todos terão os seus 15 minutos de fama!”. Outro ápice desta escola de arte foi Keith Haring, que fazia sua arte no metrô de Nova York. Mas nenhum deles se aproximou mais dos quadrinhos do que Roy Lichtenstein. E é dele e do seu trabalho que vamos falar agora.

Um Vilão Gay Não É Um Grande Passo na Representatividade, Não!

Essa semana ficamos sabendo, através dos episódios da série de TV, Gotham, que o personagem Pingüim, um dos vilões mais clássicos do Batman está apaixonado por outro super vilão clássico, o Charada. Dizem os produtores da série que queriam criar polêmica e adicionar diversidade à série, mas, caros leitores, supervilões gays não adicionam em nada para a representatividade.

Heróis da Era de Ouro Reaproveitados Pela Marvel

Você sabe que muitos heróis da Era de Ouro, como o Flash e o Lanterna Verde, foram reaproveitados pela DC Comics na Era de Prata. Entretanto, alguns heróis mais obscuros da Era de Ouro nos dias de hoje, também foram reaproveitados pela Marvel. E não necessariamente vindos da Timely ou da Atlas, nomes anteriores da Casa da Ideias. Aqui, fizemos uma listinha desses heróis.

As Melhores e Piores Leituras de Abril de 2016

Abril, mês dos bobos! Nada mais justo que, aos fim dos mês, nós, fãs de quadrinhos que somos muitas vezes feitos de bobos pelas editoras, mas que algumas vezes mostramos como os outros são bobos por não lerem quadrinhos, precisamos selecionar o que vale muito ser lido e o que… bem… não vale. Vamos lá!

… e Tudo Começou Com a: Patrulha do Destino, de Grant Morrison, Richard Case, Doug Braithwaite e Outros

A série mensal da Patrulha do Destino foi um laboratório para que Grant Morrison testasse suas esquisitices narrativas. Esses elementos acabaram sendo reaproveitados por Morrison e outros escribas para tornar narrativas suprarreais, metalinguisticas e dadaístas. Menos esquisita do que é vendido, a Patrulha do Destino é uma forma de entender que heróis não precisam atender a um perfil de conduta ou de anatomia. Mas vamos ver isso mais detalhadamente.

Crise nas Múltiplas Terras: Ano Um

Gostou da aparição do Flash da Era de Ouro, Jay Garrick, no seriado do Flash? Aquele que tem o capacetinho de Mercúrio. Que já foi chamado de Joel Ciclone no Brasil. Sim, essa aparição abriu o mundo das séries da DC como nenhuma outra. Então aproveite para acompanhar esse texto de Mark Waid explicando como começou a confusão das várias terras que compõem o Universo DC.

Você, Seus Pais, Quadrinhos, a Política Atual e a Guerra do Vietnã

Interrompermos nossa programação para dizer que seus pais e tios estão errados quando te criticam. Eles faziam exatamente o mesmo que você nessa idade. Se não eles, pelo menos a geração deles. Vamos aprender um pouco de história do mundo e o que isso tem a ver com quadrinhos, movimentos sociais, você, seus pais e a Guerra do Vietnã.

Vou te manter numa bolha, filho!

A Razão de Gostar do Superman ou O Último Filho é um dos Primeiros Pais

Superman: o último legado de um mundo moribundo. O último filho de Krypton. A grande esperança da Terra. Para além de seus aspectos alienígenas ou seus aspectos messiânicos, existe um aspecto mais interessante sobre Superman que é se tornar uma figura paterna da humanidade. Ele é o grande protetor do mundo, como os pais deveriam ser para seus filhos.

SplashPod – S01 E02 – Crossover: Capa Dura x Capa Mole (Brochura)

Neste segundo SplashPod apresentamos o crossover Capa Dura x Capa Mole, com a participação especial de Daniel HDR, Émerson Vasconcelos, Punch Comics e o Vinícius, do 2quadrinhos! Confere a set list: (00:00) Intro Batman (01:07) Acabamento Gráfico (07:56) Coleções Estilo Salvat (15:05) Quadrinhos Ostentação (18:35) Os Movimentos do Mercado (21:00) Daniel HDR (23:53) Qual você prefere? (33:25) O Trabalho Editorial: O case de Sandman da Conrad (35:50) Os Tipos de Papel (37:42) Os Paralelos com o Mercado Japonês (38:50) Émerson Vasconcelos (40:00) Os Encalhernados e os TPBs (43:45) Encadernadores Caseiros Anônimos (48:45) Punch Comics (50:44) Vinicius 2 quadrinhos (51:50) ISSN e ISBN (56:54) ByeBye SplashPod – S01 E02 – Crossover: Capa Dura x Capa Mole (Brochura). MÚSICAS (Anos 50 e 60): (00:36) Bobby Darin – Splish Splash (02:44) Ray Charles – Get Rythm (07:56) Herman Hermits – Into Something Good (20:41) Lesley Gore – It’s My Party (39:57) The Marcels – Blue Moon (56:54) The Beatles – Hello Good Bye CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO PARA BAIXAR O PODCAST!!!

Chris Ware e Building Stories: uma mídia dentro da mesma mídia ad abismum

A Era dos Quadrinhos de Forma

Estamos vivendo uma era em que os quadrinhos precisam se fortalecer em seu suporte mais antigo: o papel. A concorrência está aí. São os webcomics, os motioncomics, os quadrinhos em app, os quadrinhos em PDF e digitais pirateados. Mas o papel continua forte. A razão é que, por mais arcaico que seja, a leitura em papel permite uma experiência única no caso dos quadrinhos. Através dele, o conhecimento está nas mãos do leitor, que controla o ritmo da história e da leitura. Hoje muitos quadrinhos brincam com a forma como são produzidos, seja no layout de página, seja no design gráfico, nas onomatopeias, enfim, os quadrinhos de hoje abusam dos recursos gráficos para tornar essa mídia plena. Mas como foi que chegamos a esse patamar? Vou explicar em alguns itens. INFLUÊNCIA DAS GRAPHIC NOVELS Na metade da primeira década do século XXI, as graphic novels começaram a se proliferar nos EUA e no Brasil da mesma forma que os álbuns fazem na Europa. Porém, a diferença é que as graphic novels vindas dos Estados Unidos …

O Quinto Beatle: A História de Brian Epstein, de Vivek J. Tiwary, Andrew C. Robinson e Kyle Barker (Editora Aleph, 2014, 168 páginas, R$ 59,90. Tradução: Delfin)

O Quinto Beatle: A História de Brian Epstein, de Vivek J. Tiwary, Andrew C. Robinson e Kyle Barker

Talvez você não conheça Brian Epstein, mas com certeza conhece os Beatles. A história dos quatro rapazes de Liverpool é difundida mundo afora em diversos filmes, documentários, memorabilia, livros, biografias, shows tributo, mas pouco se sabe da força por trás do fenômeno. E essa força foi Brian Epstein. Se fossemos comparar Brian com um personagem de filme, eu chamaria a atenção para a película The Wonders – O Sonho Não Acabou. No caso, o personagem de Tom Hanks teria sido inspirado em Epstein. Brian foi o primeiro empresário da banda e esteve junto com eles até o sucesso de Sargent Peppers’ Lonely Hearts Club Band. A vida de Epstein até conhecer os Beatles, havia sido lotada de fracassos. Quer dizer, não na sua vida profissional, mas no seu âmbito artístico. Brian era uma alma livre que era constantemente aprisionada. Suas ambições não davam certo, apesar do apoio incondicional da família. Para piorar, ele era gay, coisa que nos anos 60 era considerado crime e doença na Inglaterra. Além de não libertar sua alma para a …

Young Avengers #007

10 Razões Por Que eu AMO os Jovens Vingadores (pegando só uma edição de exemplo)

A edição de exemplo aqui, é a Young Avengers #7, publicada aqui no Brasil nessa última edição de Homem de Ferro & Thor #009. ANOS 60: Noh-Varr, o Marvel Boy, é um megafã interdimensional dos Anos 60, mas principalmente das músicas daquela época. Toda hora ele está soltando uma referência a esse tempo. REDES SOCIAIS: Como recapitulação da história, os autores, Jamie McKelvie e Kieron Gillen usam o Yamblr, uma versão do Tumblr do Universo Marvel. Lá eles colocam imagens do que aconteceu nas edições anteriores. Nessa edição, porém eles se superaram e foi usando o Instagram, ou, uma espécie disso. Para contar o que os Jovens Vingadores fizeram durante três meses, estão lá 9 fotos com comentários dos próprios heróis. BITOCAAA: Não sei qual foi a palavra original usada aqui, mas nos comentários dos heróis no Instagram, ele acabam fazendo uma piada interna que somente Loki não entende. E ela tem a ver com Bitocaaa! CABEÇÕES DE NARRATIVA: Durante a Era de Prata, era muito comum vermos nas aberturas das histórias de equipe as …

Biografia Irreal: Dora, de Ignacio Minaverry

Não muito diferente das biografias e autobiografias em quadrinhos, em Dora, de Ignacio Minaverry, temos a impressão de nos deparar com um personagem que realmente existiu, embora sua história seja inteiramente ficcionalizada. Dora é a personagem principal da história em quadrinhos argentina homônima. O álbum faz parte da Coleção Fierro, lançada pela Zarabatana Books, trazendo as séries completas publicadas na revista Fierro original da terra dos portenhos. Dora é uma espiã e sua história viaja por países como a Argentina, a Argélia, a França e a Alemanha, participando de importantes movimentos sociais da história destas nações. Como uma história de espionagem, ela bebe em fontes pré e pós 007, com direito a traquitanas de escuta, gravação e transmissão de informações. Em certa parte da HQ Dora declara que a espionagem é algo “como caçar fantasmas com uma rede para borboletas”. Essas imagens textuais não ficam apenas nas combinações de figuras e diálogo. Há força quando temos apenas texto aparentemente fora da história – em placas, sinais, pichações, publicidade, documentos, todos desenvolvidos com apuro histórico –, …

Antes de Watchmen: Espectral, de Darwyn Cooke e Amanda Conner

Antes de Watchmen: Espectral nem parece uma história de Watchmen e isso é o que faz dela uma boa história. Não, eu não estpu criando polêmica dizendo que a HQ cultuada de Alan Moore e Dave Gibbons é uma história ruim. Pelo contrário, é um cânone mais do que legitimado (por mais redundante que isso pareça). Mas Espectral é uma HQ simples, não confundir com simplória, que funciona independente da pessoa ter lido a narrativa em que se inspirou. Por outro lado, se utiliza de elementos estilísticos que fizeram de Watchmen o que é. Por que essa HQ funciona? Bem, vou listar os itens pra você não se cansar e não se perder: 1. SIMPLICIDADE Certa vez eu li uma entrevista com Scott Lobdell – ok, talvez não seja o melhor exemplo, mas é um roteirista de sucesso – ele disse que quando você quer começar nas histórias em quadrinhos, não deve tentar fazer coisas muito rocambolescas: epopeia espacial, épicos históricos, com monstros gigantescos e heróis consagrados. Não. Deve buscar as coisas mais simples, histórias …

X-Men para Novatos

Se você curtiu os filmes dos X-Men e não sabe por onde começar nos quadrinhos porque tudo é muito confuso, são muitos personagens, as histórias começam de um ponto em que você não consegue se situar e você precisa ter uma bagagem de informações para ficar atualizado… (ufa!). Aqui vai uma lista de recomendações de leituras que o ajudarão a começar sua aventura nos quadrinhos dos heróis mutantes. Se você gostou de: X-Men – O Filme Provavelmente vai gostar de: Marvel Millennium: X-Men Por quê? A linha Ultimate (Marvel Millennium no Brasil) foi criada exatamente para capturar o público vindo dos filmes. Você vai reparar que os uniformes também são de couro com alguns detalhes em amarelo. Outra correlação com o filme é que Magneto é o vilão principal e sua irmandade é muito parecida com a do filme (com exceção de Mística). Em uma das cenas de Marvel Millennium, inicialmente produzida por Mark Millar e Adam Kubert, Magneto ataca a Casa Branca e deixa o presidente George W. Bush nu na frente das câmeras …