Todos os posts com a tag: peter milligan

Os Melhores Quadrinhos da Vertigo Que Li em 2016

De novo, essa lista contém praticamente relançamentos ou coisas de anos atrás lançadas pela primeira vez aqui. Será que as coisas que estão ficando chatas ou sou eu que estou ficando um velho, chato, exigente e resmungão com os quadrinhos? Que dilema! Bem, vamos lá aos melhores quadrinhos da Vertigo que li em 2016! Anúncios

Roteiristas Que (Quase) Todo Mundo Adora Odiar

Como nossas duas listinhas de desenhistas odiados fizeram sucesso aqui no blog, dessa vez resolvemos trazer para vocês roteiristas que são uma quase unanimidade do ódio entre os leitores. Histórias fracas, personagens, mal construídos, plots sem pé nem cabeça são alguns dos males que acometem esses senhores estes senhores aqui listas.  Venha ver quem são!

Melhores e Piores Leituras de Agosto de 2016

Agosto! O mês do desgosto! O mês do cachorro louco! Mas não é que esse mês reserva muitas leituras legais? E até as leituras que foram parar nos piores do mês nem são tão horrendas assim. Temos Marvel, DC, Vertigo, Brasileira e temos até um Mangá esse mês! Quem diria! Venha comigo se quiser vir ver!

Melhores e Piores Leituras de Julho de 2016

Quem bate? É o frio! Não adianta bater, que eu não deixo o frio entrar! É, mas o frio entrou no mês mais congelante do ano! E com o fim dele, mas não do frio, trago para vocês a minha lista de melhores e piores do mês. Lembrando que muita coisa programada para julho pela Panini só chegou essa semana aqui. Então vocês vão ter de espera agosto. E lá vamos nós…

10 Fases da X-Force Para Você Conhecer

A Fox anunciou intenções de fazer um filme da X-Force, depois do sucesso de Deadpool. Caso você não saiba, a equipe é deriva da revista do Novos Mutantes, a equipe de jovens mutantes dos X-Men. Foi criada nos anos 90, mais precisamente em 1992, por Rob Liefeld e Fabian Nicieza. Agora vamos conhecer um pouco sobre as fases que ela passou.

As Séries da Revista DC Universe Presents

Ela foi uma das primeiras revistas do Universo dos Novos 52, com a proposta de apresentar histórias curtas com heróis solo, acabou sendo descontinuada, durando 20 edições. Aqui no Brasil, não foram nem publicadas metade das histórias. Agora, com o checklist da Panini de dezembro, vimos que DC Universe Presents #9 será publicada. Se o plano for trazer todo o título, fazemos aqui um apanhado geral da séries que compuseram a revista:

Os TOP 10 Musos dos Comics e Seus Desenhistas Perfeitos

Nosso próximo SplashPod, que sai Domingo, vai falar sobre sexo nos quadrinhos. E um dos assuntos será os musos e as musas dos quadrinhos. Além disso vamos falar sobre muitas outras coisas que tangem ao sexo nos quadrinhos, como HQs eróticas. Aqui fizemos uma seleção de 10 personagens dos quadrinhos de super-heróis e os desenhistas que fazem seus corpos mais perfeitos. Vamos à lista: CAPITÃO BRETANHA, DE ALAN DAVIS Nas histórias do Excalibur, tanto nas de Chris Claremont quanto as de Alan Davis, ou até mesmo na fase do Alan Moore, que Davis também desenhou, o nobre Capitão vivia aparecendo sem camisa. Na fase do Excalibur só dava ele com a calça do pijama listrado (porque listras emagrecem). Uma pena este personagem estar tão esquecido hoje em dia. NAMOR DO ESQUADRÃO FÊNIX, DE OLIVIER COIPEL O uniforme novo do Namor é aquele que deixava a cintura beeeem baixa, aparecendo aquelas ranhuras musculares que vão dar na região íntima, deixando nossa imaginação voar. Longe da sunguinha verde e do uniforme com asas, este, do Esquadrão Fênix, …

Será que a culpa é dos pints de Guiness

O Círculo das Influências, de Will Eisner a Kelly Sue DeConnick

É inegável que autores influenciam e são influenciados. Dentro dos quadrinhos não podia deixar de ser o mesmo. Muitos deles, é claro, tiveram influência de outros tipos de arte, como a pintura, o teatro, o cinema. Esse é um blog que enfoca mais o roteiro, porque dos princípios da arte eu entendo é muito pouco. Então gostaria de mostrar para vocês o que podemos chamar de o Círculo da Influência dos Quadrinhos. Essa foi uma ideia que o Érico Assis explanou comigo uma vez enquanto comentávamos o livro Super Graphics, de Tim Leong. Na época cheguei a fazer um gráfico parecido para explicar as influências do rock’n’roll, que vocês podem conferir nesta primeira imagem. Nos quadrinhos, parti do ponto inicial que seria Will Einser, o cara que modificou o jeito moderno de fazer quadrinhos e influenciou, bem… todo mundo, de Alan Moore a Frank Miller, a Bendis e Ellis. Frank Miller, um confesso fã de Eisner, chegou a fazer um livro de entrevistas com o mestre, chamado Eisner/Miller, – uma provocação dos quadrinhos ao clássico …

A coreografia dos Jovens Vingadores, de Kieron Gillen e Jamie McKelvie

Um Loki criança. Um casal gay filhos de notórios vingadores. Um alienígena vindo de outra dimensão. Uma latina vinda de uma realidade alternativa. A garota normal que gosta de atirar flechas. Um grupo bastante improvável, mas que estrela a nova encarnação dos Jovens Vingadores, publicada no Brasil na revista Homem de Ferro & Thor. Criados pelos superstars Allan Heinberg (de Grey’s Anatomy e Looking) e Jim Cheung (Infinity), o anúncio dos Jovens Vingadores sugeria que seus integrantes seriam versões jovens do Capitão América, Homem de Ferro, Hulk e Thor. Os fãs estavam redondamente enganados, revelando personagens multifacetados e com histórias próprias e originais. As histórias destes personagens tiveram mais twists and turns em poucas edições do que qualquer outra revista de super-heróis. Ao lado dos Fugitivos, de Brian K. Vaughan e Aldrian Alphona, estes heróis representam o melhor que a Marvel tinha a oferecer, como um sopro de novidade em sua linha de heróis nos anos 2000. Pórem, após um grande tempo com o direito exclusivo de ditar os rumos destes personagens, Heinberg e Cheung …

Avaliação Geral: Vertigo Crime (2)

Nesta segunda parte escolho qual dos volumes daria o melhor filme policial, qual deles é o título mas apelativo da série, John Constantine e o uso da metalinguagem.                 Sinopse da Editora: É verão em Nova Iorque, mas um “calafrio” assola a cidade – um assassino em série está à solta e está ficando cada vez mais sádico. A polícia de Nova Iorque e o FBI têm uma suspeita: uma linda jovem chamada Arlana. O único problema é que toda testemunha dá uma descrição diferente dela. Como isso é possível? Nada faz o menor sentido a ninguém, a não ser para Martin Cleary, um policial irlandês de Boston, com um grande segredo em seu passado – um passado que remete a um século ou dois… Comentário: Calafrio é o mais fraco volume da coleção. Talvez pelo que seja o mais apelativo, por isso ganhou todas as estrelas do chocômetro. Como devem saber, não gosto de linguagem de baixo calão nas histórias que leio, a não ser que seja …

As Eras dos Quadrinhos – Parte 10

A Nova Onda – Agentes de H.o.l.l.y.w.o.o.d. Kurt Busiek falou: “Você só pode identificar as Eras que realmente acabaram (…) Então, a época que você está vivendo no momento será sempre chamada de ‘Era Moderna’ até que você dê a ela um nome real – porque então você pode colocar uma lápide sobre ela, já que está na seguinte”. A comoção ao redor de revistas número um, de hologramas ou capas multifacetadas, a glorificação de heróis ultra-anabolizados, argumentos cruéis e raivosos com o intuito apenas de chocar não estão mais tão presentes entre os atrativos das revistas de super-heróis. Certamente, estamos vivendo um novo período. Foi o 11 de Setembro a crise que mudou a forma de como os super-heróis eram vistos pelo mundo. Por um lado, a queda das Torres Gêmeas exigiu dos quadrinhos uma camada maior de realidade. “Em um mundo pós-11 de Setembro, até mesmo a frase ‘Olhe, lá no céu! É um pássaro! É um avião!’ soa diferente”, diz Robert Wilonsky para a SF Weekly “O sentido do escapismo nos quadrinhos …

Quadrinhos e Recepção

A teoria da recepção é um pressuposto bastante novo. Começou a ser estudada há menos de 40 anos. Ela examina o papel do leitor na literatura. Como assim, o leitor? Trata da obra vista da perspectiva do leitor, não do autor ou do texto como outras teorias literárias já estudaram. A Teoria da Recepção vai buscar as deduções que o leitor vai fazer quando exposto a um determinado texto. Podemos usar essa mesma teoria nos quadrinhos. É o leitor quem completa a história fazendo a ligação entre um quadro e outro. Ele próprio, conforme o ritmo que ele mesmo estabelece para sua leitura, vai estabelecendo as conexões implícitas no texto e nas imagens em seqüências. Ao longo da narrativa o leitor vai fazendo deduções e comprovando suposições usando de seu conhecimento de mundo e do contexto em que está inserido. Diz Terry Eagleton: “Na Teoria da Recepção, o leitor ‘concretiza’ a obra literária, que em si mesma não passa de uma cadeia de marcas negras organizadas numa página” – ou de diversos quadros coloridos, balões …